Santa Jacinta de Marescotti

Publicado por danilo em 30 de janeiro de 2010 em TestemunhosNenhum comentário

30 de Janeiro

Muito interessante foi a vida de Jacinta Marescotti, pois foi uma santa que se converteu no convento. Nasceu perto de Roma, em 1585, numa nobre e religiosa família e, seu nome era Clarice.

Quando menina, Clarice, a pedido dos pais, ficou um tempo com religiosas franciscanas; a intenção deles, sem dúvida, era a formação religiosa para a filha. Já vivia neste convento uma irmã de sangue. Porém a jovem formosa, instruída, estava muito presa às vaidades do mundo e ao desejo de contrair o matrimônio, por isso, não só saiu do convento, como passou a freqüentar todas as festas e encontros da alta sociedade.

Diante da filha que fugia da vigilância e se entregava às distrações, os pais passaram a se preocupar com a salvação de sua alma, enquanto Deus, com olhar de misericórdia, se ocupava de salvá-la. Quando sua irmã mais nova casou-se, Clarice se entregou à inveja e à frustração, até que resolveu ceder ao apelo dos pais quanto à vida religiosa. No convento a mocinha rica trocou o nome para Jacinta; mas não trocara ainda as vaidades, tanto que seu hábito era de seda e seu quarto decorado como de maneira luxuosa e nobre, causando assim um escândalo dentro e fora do convento. A vida espiritual de Jacinta era fria, suas práticas sem vida e amor. Até que em um momento de dor, Deus conseguiu resgatá-la, pois ela se abriu.

Aconteceu que seu rico pai acabou sendo assassinado, assim caíram por terra as seguranças terrenas; mais tarde uma doença levou Jacinta, não só às portas da morte, mas à consciência de sua falta de correspondência ao Amor de Deus. Pediu um Padre para a confissão, o qual só entrou em seu quarto depois que ela mandou colocar para fora todo o luxo.

Reconciliada com o Senhor, com trinta anos decidiu-se radicalmente pela santidade, ou seja, pagar da mesma forma o exagerado amor de Deus por ela. No concreto, Jacinta mudou o hábito de seda por uma simples roupa, pediu perdão em público e entregou-se de tal forma à santificação através do Espírito Santo, que pela vida de oração, pobreza e penitência chegou a ser exemplar e, a servir como mestra das noviças. Mais tarde veio a ser a madre superiora do convento, até que entrou no céu com cinqüenta e cinco anos.

Veja também:

  1. Bem Aventurada Jacinta de Jesus Marto
  2. Santa Ida
  3. Santa Cecília
  4. Santa Ema da Saxônia
  5. Santa Cunegundes
  6. Santa Eudóxia
  7. Santa Valburga
  8. Santa Escolástica
  9. Santa Fabyola
  10. Santa Antonina

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