
{"id":10232,"date":"2018-07-14T09:20:27","date_gmt":"2018-07-14T12:20:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=10232"},"modified":"2018-06-20T18:13:15","modified_gmt":"2018-06-20T21:13:15","slug":"sao-francisco-solano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/sao-francisco-solano\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Francisco Solano"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.pliniocorreadeoliveira.info\/San_Francisco_Solano_1549_1610.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>14 de Julho<\/p>\n<p>S\u00e3o Francisco Solano foi uma figura suscitada pela Provid\u00eancia para fazer parte da Contra-Reforma espanhola. Ele nasceu em Montilla, na Andaluzia, em 1549, de fam\u00edlia nobre. Seu pai foi duas vezes governador de Montilla, capital do marquesado de Priego. Sua m\u00e3e, tanto pela nobreza do sangue quanto pela nobreza da virtude, era conhecida como <strong>&#8220;a nobre&#8221;<\/strong> no lugar.&#8221;<\/p>\n<p>Esta conjuga\u00e7\u00e3o da nobreza de sangue e da nobreza de virtude nos leva a evocar certo tipo de senhoras extraordinariamente virtuosas e dignas ao mesmo tempo, que houve no passado, em que havia uma alian\u00e7a maravilhosa entre a eleva\u00e7\u00e3o de alma e a eleva\u00e7\u00e3o de maneira. De forma que a eleva\u00e7\u00e3o de maneiras n\u00e3o parecia simplesmente um adorno externo e quase mec\u00e2nico dos gestos e das atitudes, mas era a pr\u00f3pria express\u00e3o da nobreza de alma que a pessoa tinha.<\/p>\n<p>E \u00e9 grato ao homem encontrar formas exteriores que correspondam \u00e0s formar interiores elevadas. A fotografia dele tem muito esse exterior de nobreza que ao mesmo tempo \u00e9 a nobreza do sangue, a nobreza da alma e a nobreza das maneiras.<\/p>\n<p>A\u00ed os Srs. v\u00eaem tamb\u00e9m a m\u00e3e de S\u00e3o Francisco Solano, chamada <strong>a nobre<\/strong> por excel\u00eancia, pela nobreza conjugada da virtude, do sangue e das maneiras. Esta era aquela a quem a Provid\u00eancia deu a miss\u00e3o de formar quem? O mission\u00e1rio dos \u00edndios mais botocudos da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Esses s\u00e3o os contrastes dos des\u00edgnios de Provid\u00eancia. Diante de \u00edndias com fisionomias horr\u00edveis, mal cheirosas, sem escovar os dentes nem nada, quantas vezes ele se ter\u00e1 lembrado da nobre atravessando as ruas da capital do pequeno marquesado de Priego&#8230; Tudo isso tem a sua beleza, tem o seu sentido e vale a pena registr\u00e1-lo de passagem.<\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: medium\"><strong>*Ap\u00f3stolo da alegria do servi\u00e7o de Deus<\/p>\n<p><\/strong><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">&#8220;Quando ela esperava o futuro santo, ela o consagrou a S\u00e3o Francisco de Assim, donde seu nome. S\u00e3o Francisco Solano recebeu uma forma\u00e7\u00e3o sumamente crist\u00e3 dos pais e completou no col\u00e9gio dos Padres Jesu\u00edtas de sua cidade.<\/p>\n<p>&#8220;Ele era, ele mesmo, uma pessoa de bom porte, de agrad\u00e1vel conversa\u00e7\u00e3o, bela voz e um raro senso musical.&#8221;<\/p>\n<p><\/span><\/em><span style=\"font-family: CG Times\">Os Srs. v\u00e3o ver daqui a pouco que esses dotes foram todos j\u00e1 previstos pela Provid\u00eancia, para o esplendor de seu apostolado.<\/p>\n<p><em>&#8220;Por influ\u00eancia de rei cat\u00f3lico, para compensar o dano que a Religi\u00e3o sofria com a apostasia de muitos povos, houve um verdadeiro renascimento religioso na Espanha. E pelo seu zelo, brilhava entre as figuras desse renascimento religioso, na Ordem de S\u00e3o Francisco de Assis, o grande S\u00e3o Pedro de Alc\u00e2ntara.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o Francisco Solano, atra\u00eddo pelo exemplo e pelo prest\u00edgio de S\u00e3o Pedro de Alc\u00e2ntara e da Ordem Franciscana, ele ent\u00e3o saiu do col\u00e9gio dos jesu\u00edtas e tomou o burel franciscano.<\/p>\n<p>&#8220;Pelas suas virtudes, pela sua capacidade, ele foi sendo designado logo para cargos diretivos. E caracterizou-se a virtude dele por uma nota que era de n\u00e3o tolerar que ningu\u00e9m manifestasse em torno dele tristeza por estar servindo a Deus.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>Nada de caras compridas, aborrecidas, &#8220;porque \u00e9 dura a vida&#8230; como sofre um pobre religioso&#8230;&#8221; etc., etc. Quando a pessoa come\u00e7a a ter pena de si mesma e ficar com cara comprida, entra num caminho em cujo fim est\u00e1 a apostasia. Ent\u00e3o, \u00e9 preciso dar a alegria do servi\u00e7o de Deus, comunicar a alegria das coisas santas.<\/p>\n<p>S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino chama a inapet\u00eancia das coisas santas &#8212; e portanto a tristeza de viver no servi\u00e7o de Deus &#8212; ele chama de &#8220;assedia&#8221;. Quer dizer exatamente inapet\u00eancia, falta de gosto, de desejo das coisas.<\/p>\n<p>S\u00e3o Francisco Solano recebeu essa gra\u00e7a qu\u00e3o rara e qu\u00e3o preciosa em nossos dias, de comunicar o gosto, a alegria pelas coisas santas. Hoje n\u00f3s estamos numa \u00e9poca em que existe apenas a alegria das coisas do mundo. Ningu\u00e9m tem alegria da virtude, alegria de estar servindo a Nosso Senhor. Ningu\u00e9m tem esta alegria. S\u00e3o Francisco Solano foi chamado por Deus para comunicar essa alegria.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata de uma alegria tonta, de piada, de brincadeira. Trata-se de ser alegria sem fazer piada boba, sem fazer brincadeira, sem ser palha\u00e7o, sem ser chanchar\u00e3o. Trata-se de ter a alegria da seriedade, que \u00e9 a mais nobre e a mais alta das alegrias. \u00c9 disso que se trata.<\/p>\n<p>Os Srs. ver\u00e3o S\u00e3o Francisco Solano dar o exemplo disso por toda parte. E fazer esse apostolado da alegria na luta, da alegria na seriedade, de alegria no sofrimento. Do entusiasmo.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: medium\"><em><strong>* Extasiado, ele tocava violino, cantava e dan\u00e7ava diante do Sant\u00edssimo Sacramento e de Nossa Senhora.<\/p>\n<p><\/strong><\/em><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">Extasiado, ele tocava violino, cantava e dan\u00e7ava diante do Sant\u00edssimo Sacramento e de Nossa Senhora.<\/p>\n<p><em>Os franciscanos, os Srs. sabem, s\u00e3o freq\u00fcentemente mission\u00e1rios. E ent\u00e3o viajam de um lado para outro.<\/p>\n<p>&#8220;Ele tomou o h\u00e1bito, quando viajasse, de incluir na sua min\u00fascula bagagem, junto com cil\u00edcios e disciplinas, um violino, que era o seu grande instrumento de apostolado.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>Exatamente essa justaposi\u00e7\u00e3o me parece querer dizer bem tudo. O violino sem o cil\u00edcio \u00e9 o caminho aberto para a apostasia. O cil\u00edcio sem o violino perde algumas de suas express\u00f5es. Porque o normal do cil\u00edcio bem usado \u00e9 dar alegria. Mais ou menos como o soldado que vai para a luta, ele vai alegre para a luta. Um saldado que vai: &#8220;Oh! P\u00e1tria, como me d\u00f3i deixar-te&#8230; Oh! fam\u00edlia querida, que m\u00e1goa&#8230; Oh! pobres membros que as balas podem estra\u00e7alhar&#8230; &#8221; Chora e recua. N\u00e3o vale dois carac\u00f3is. O bonito \u00e9 o soldado que avan\u00e7a por cima do perigo e at\u00e9 por cima da morte, alegre no sacrif\u00edcio e na dor.<\/p>\n<p>Assim tamb\u00e9m \u00e9 o religioso, assim tamb\u00e9m deve ser o membro da TFP: \u00e9 a alegria de carregar as obriga\u00e7\u00f5es, a alegria de arcar eventualmente com sofrimentos, alegria de pertencer inteiramente a Nossa Senhora. Alegria de n\u00e3o ter nada e alegria, por causa disso, de ter tudo.<\/p>\n<p>Violino e cil\u00edcios. A f\u00f3rmula eu acho t\u00e3o magn\u00edfica, que se poderia fazer dela um motivo de decora\u00e7\u00e3o, numa capela da TFP, lembrando esse ap\u00f3stolo do continente onde existe o Brasil.<\/p>\n<p>Bem, ent\u00e3o vem explicando que a alegria dele era t\u00e3o singular que, sempre que ele estava diante do Sant\u00edssimo Sacramento ou ent\u00e3o quando ele via o Menino Jesus nos bra\u00e7os de Nossa Senhora, numa imagem, ele tinha tanta alegria diante do Sant\u00edssimo Sacramento, tanta alegria em ver o Menino Jesus t\u00e3o bem alojado no bra\u00e7o de Nossa Senhora, que ele muitas vezes ia para o interior do Convento e chamava todos os Padres: &#8220;Padre, venha ver! O Sr. n\u00e3o se alegrou ainda? Olha aqui como o Menino Jesus est\u00e1 bem aqui com Nossa Senhora nesta imagem! Assim viveram na terra. Vamos nos alegrar!&#8221; etc.<\/p>\n<p>E quando ele se tomava de muito entusiasmo, ele puxava o violino, tocava o violino, cantava e dan\u00e7ava diante da imagem, ou diante do Sant\u00edssimo Sacramento.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<table style=\"height: 50px\" border=\"10\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"42\" valign=\"top\">\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"42\" valign=\"top\"><span style=\"font-size: xx-small;font-family: Verdana\"><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><\/strong><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-family: CG Times\">Os Srs. est\u00e3o compreendendo que n\u00e3o se trata, de nenhum modo, desse saracoteio ign\u00f3bil e selvagem que hoje tem o nome de dan\u00e7a. Eram movimentos r\u00edtmicos de grande candura, de grande nobreza, de grande eleva\u00e7\u00e3o, de grande pureza, evidentemente. Eram&#8230; assim como os sentimentos da alma podem se exprimir pelo ritmo da m\u00fasica, podem exprimir-se pelo do corpo tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>E antigamente havia dan\u00e7as diante do Sant\u00edssimo Sacramento. Eu n\u00e3o sei, mas eu creio que \u00e9 na Catedral de Sevilha que ainda se fazem minuetos: os coroinhas dan\u00e7am minueto diante do Sant\u00edssimo Sacramento. Eu acho isto um encanto!<\/p>\n<p>Ele dan\u00e7a qualquer coisa de menos fr\u00edvolo que o minueto, ele dan\u00e7ava diante do Sant\u00edssimo Sacramento. Os Srs. imaginem qual seria a nossa sensa\u00e7\u00e3o entrando numa igreja de hoje e encontrando um santo em \u00eaxtase, tocando violino diante do Sant\u00edssimo Sacramento ou diante de uma imagem de Nossa Senhora, cantando, e em certo momento pondo-se a ritmar os seus movimentos. E de vez em quando parava, dan\u00e7ava e continuava a tocar o violino de novo. Ficar\u00edamos extasiad\u00edssimos, n\u00e3o \u00e9?!<\/p>\n<p>Uma pergunta se poderia fazer e esta a mim me deixa perplexo. Creio que cada um dos Srs. responder\u00e1 segundo o modo de sentir a respectiva cidade onde mora. Essas coisas encantavam os homens do tempo de S\u00e3o Francisco Solano, como os Srs. ver\u00e3o mais adiante, encantavam at\u00e9 os \u00edndios botocudos. Bem, encantariam o homem de hoje? e na Igreja de hoje, vendo essas cena, dariam risada, ficariam encantados ou passariam indiferentes?<\/p>\n<p>Bem, \u00e9 evidente que um pouco de cada haveria em todas as cidades. A pergunta \u00e9 se haveria uma nota fortemente t\u00f4nica e qual seria essa nota.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: medium\"><em><strong><a name=\"_Toc222818672\">* Os contrastes harm\u00f4nicos de uma grande alma<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/em><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">Depois ele vem explicando que ele era muito zeloso da sagrada liturgia.<\/p>\n<p><em>&#8220;E que por causa disso, ele tinha um empenho enorme em que os frades todos aprendesse bem todas as rubricas da liturgia e o cantoch\u00e3o, para dar todo o esplendor poss\u00edvel aos santos mist\u00e9rios.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>Isso \u00e9 tamb\u00e9m bonito. Os Srs. ver\u00e3o daqui a pouco que ele tocava e cantava can\u00e7\u00f5es populares para agradar ao povo. Mas esses contrastes harm\u00f4nicos me encantam! Para agradar ao povo, canta can\u00e7\u00f5es religiosas populares. Mas \u00e9 um esp\u00edrito elevad\u00edssimo, que compreende a superior beleza da liturgia, todo o pensamento teol\u00f3gico, toda a piedade, todo o sobrenatural que h\u00e1 na liturgia e portanto, tamb\u00e9m, na arte lit\u00fargica, na m\u00fasica lit\u00fargica, tudo o mais. E que exige esse esplendor para a Liturgia. Quer dizer, o esp\u00edrito dele \u00e9 enorme. Abarca os dois extremos.<\/p>\n<p>Isto \u00e9 o que eu gosto de ver: almas largas, abertas, capazes de se entusiasmar pelos opostos n\u00e3o contradit\u00f3rios, mas extremos. Isto \u00e9 que \u00e9 categoria! Assim era S\u00e3o Francisco Solano.<\/p>\n<p><em>&#8220;Muitas vezes acontecia que ele sa\u00eda pelas ruas na Espanha tocando violino e as crian\u00e7as&#8230;&#8221;<\/p>\n<p><\/em>O intuito dele era pegar o que hoje chamar\u00edamos o centro decisivo. Mas ele andava pela cidade tocando violino e a crian\u00e7ada sa\u00eda correndo atr\u00e1s dele para ver, porque se interessava. A\u00ed ele parava e dava um cursozinho de Religi\u00e3o para os meninos. A gente pode imaginar que curso gracioso, interessante, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>Como enchia de crian\u00e7ada, os mais velhos iam assistir. Quando ele percebia que os mais velhos estavam bem empenhados em assistir o curso tamb\u00e9m, ele transformava o curso de catecismo em serm\u00e3o para os mais velhos. E a\u00ed exprobrava, increpava nos mais velhos os maus costumes, os maus h\u00e1bitos, etc. Incutia uma virtude tal que os mais velhos ficavam presos.<\/p>\n<p>Quer dizer, atrav\u00e9s dos meninos, ele formava pela candura dos inocentes, ele formava uma roda: o menino ia ver o frade, o homem ia ver o menino e o frade falava para o homem. Era um circuito perfeito. E a\u00ed ele ca\u00eda em cima dos h\u00e1bitos renascentistas que se espalhavam naquele tempo, etc. Um ap\u00f3stolo, como os Srs. est\u00e3o vendo, ex\u00edmio!<\/p>\n<p><\/span><em><span style=\"font-size: medium\"><strong><a name=\"_Toc222818673\">* Ap\u00f3stolo na Am\u00e9rica, ele viajou a p\u00e9 do Panam\u00e1 a Tucum\u00e1n<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">Os seus superiores resolveram mand\u00e1-lo, a pedido dele, para a Am\u00e9rica, porque ele estava se tornando muito c\u00e9lebre na Espanha e preferiu ent\u00e3o vir para a Am\u00e9rica. E a\u00ed ele come\u00e7ou a percorrer a Am\u00e9rica espanhola a p\u00e9, e por causa disso ele estava no Panam\u00e1, Col\u00f4mbia, Paraguai e Bol\u00edvia.&#8221;<\/p>\n<p><\/span><\/em><span style=\"font-family: CG Times\">Isto \u00e9 muito f\u00e1cil dizer, n\u00e3o \u00e9? Num avi\u00e3o isso se percorre, n\u00e3o \u00e9? Os Srs. podem imaginar a p\u00e9? Depois, os rios daquele tempo&#8211; os Srs. diriam: s\u00e3o os mesmos de hoje&#8230; &#8212; \u00e9, mas as embarca\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o, n\u00e3o \u00e9? E nas estradas daquele tempo, quando havia estradas.. Com uma topografia torturada pelos Andes, subindo e descendo, escorregando etc. Est\u00e1 bem. O homem foi at\u00e9 o Paraguai, chegou a descer at\u00e9 a Argentina e fazer apostolado em Tucum\u00e1n!<\/p>\n<p>O trajeto Panam\u00e1-Tucum\u00e1n \u00e9 pr\u00f3prio de um bandeirante. Se fosse um bandeirante leigo, com certeza se falaria muito dele. Aqui est\u00e1 um que fez isso por amor a Nosso Senhor e provavelmente se fala menos dele do que dos bandeirantes.<\/p>\n<p><em>&#8220;Ele fixou boa parte da vida dele em Lima, ent\u00e3o chamada a cidade dos Santos Reis, onde florescia a Ordem franciscana com 180 membros que, naquele tempo, eram t\u00e3o ilustres pela sua virtude, que tornava Lima famosa nos ambientes franciscanos da Europa, por causa da santidade que florescia l\u00e1.<\/p>\n<p><\/em><\/span><em><span style=\"font-size: medium\"><strong><a name=\"_Toc222818674\">* No tempo em que ele morou em Lima, era Arcebispo S\u00e3o Tur\u00edbio de Mongrovejo e come\u00e7ava a sua carreira de santidade Santa Rosa de Lima&#8221;<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">&#8220;No tempo em que ele morou em Lima, era Arcebispo de Lima S\u00e3o Tur\u00edbio de Mongrovejo e come\u00e7ava a sua carreira de santidade Santa Rosa de Lima.&#8221;<\/p>\n<p><\/span><\/em><span style=\"font-family: CG Times\">Os Srs. est\u00e3o vendo o que \u00e9 que a Am\u00e9rica do Sul podia ter sido! Porque quando este \u00e9 o ponto de partida, qual deveria ser o ponto de chegada?<\/p>\n<p>Vale a pena os Srs. lerem um dia um livro que tem na nossa biblioteca, de um Altenfelder &#8212; n\u00e3o me lembro o primeiro nome &#8212; &#8220;Brasileiros her\u00f3is da F\u00e9&#8221;. Eu j\u00e1 fiz um Santo do Dia a respeito de alguns deles, her\u00f3is da guerra holandesa. Eram homens na for\u00e7a do termo! Cat\u00f3licos de verdade! Onde \u00e9 que isso foi parar? Onde \u00e9 que foi parar a gl\u00f3ria de Dom Vital Maria Gon\u00e7alves de Oliveira? Onde foi parar tudo isso? Qual \u00e9 o ponto de chegada daquele ponto de partida?<\/p>\n<p><em>&#8220;Depois de uma estadia em Lima, onde suas virtudes foram granjeando estima e cargos, ele mais uma vez fugiu.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>\u00c9 o contr\u00e1rio do pol\u00edtico contempor\u00e2neo, n\u00e3o \u00e9? S\u00e3o Bernardo dizia que a gl\u00f3ria \u00e9 assim, \u00e9 como sombra: quando a gente foge dela, ela corre atr\u00e1s; quando a gente corre atr\u00e1s dela, ele foge&#8230;<\/p>\n<p>E ent\u00e3o a ficha explica que ele chegou at\u00e9 Tucum\u00e1n, no norte da Argentina. Na regi\u00e3o de Tucum\u00e1n ele procurou aproxima\u00e7\u00e3o com os \u00edndios mais tem\u00edveis.<\/p>\n<p><em>&#8220;Certo dia ele estava j\u00e1 cansado, andando em plena floresta, e sentindo-se vigiado de longe.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>Quer dizer, os \u00edndios fazem muito isso. Eles desconfiam de uma pessoa, um branco e tudo mais, eles iam de longe vigiando para ver onde a pessoa ia. Em certo momento matavam. Agora os Srs. vejam a cena, \u00e9 super &#8220;fioretti&#8221;! Daria uma iluminura medieval. Mas n\u00e3o h\u00e1 mais nem Idade M\u00e9dia, nem os homens capazes de fazer iluminuras, nem os homens capazes de se encantar com iluminuras&#8230; Falta tudo. Falta sobretudo S\u00e3o Francisco Solano e os cong\u00eaneres, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>Bem, ent\u00e3o ele conta que o Santo estava muito cansado de andar e, embora se estivesse sentindo observado, quando ele parou perto de uma fonte, ele estava com sede, curvou-se para beber.<\/p>\n<p>A cena j\u00e1 \u00e9 linda, n\u00e3o \u00e9? Uma floresta virgem, um frade franciscano com aquele burel, que p\u00e1ra e ajoelha junto a uma fonte borbulhante e bebe aquela \u00e1gua. Se persigna, bebe a \u00e1gua e depois ent\u00e3o ele sentou-se e ficou descansando um pouco.<\/p>\n<p>Enquanto ele descansava, ele viu o canto de passarinhos em grande n\u00famero na floresta, e o murm\u00fario da \u00e1gua. E como ele tinha um g\u00eanio altamente musical, ele resolveu ent\u00e3o acompanhar com o violino o murm\u00fario &#8212; quer dizer, ele comp\u00f4s &#8212; o murm\u00fario das \u00e1guas e o canto dos passarinhos.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: medium\"><em><strong><a name=\"_Toc222818675\">* Um &#8220;fioreti&#8221; em plena floresta<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/em><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">Os Srs. vejam a consci\u00eancia tranq\u00fcila, hein? Ele sabia que ele podia morrer naquela composi\u00e7\u00e3o, mas ele sabia que ele iria para o C\u00e9u. Ele iria para ao C\u00e9u tocando m\u00fasica. Os anjos se encantariam com isso.<\/p>\n<p>Quando ele estava tocando a m\u00fasica&#8230; Quem de n\u00f3s n\u00e3o teria um empenho enorme em conhecer a m\u00fasica com que ele acompanhou o gorjeio dos passarinhos e o murm\u00fario das fontes? A\u00ed ele sente uma seta que passa perto da orelha dele e vai se cravar numa \u00e1rvore. Era aviso que eles davam. Porque eles s\u00e3o de uma pontaria cert\u00edssima. Eles faziam assim para o sujeito entender o que ia acontecer&#8230;<\/p>\n<p>Ele continuou. A\u00ed ele v\u00ea um car\u00e3o emergir do meio da vegeta\u00e7\u00e3o. Era um \u00edndio. Ele foi ver, era o cacique da tribo feroz que ele procurava. Ele deixou o violino e todo irradiante de amor de Deus, ele foi ao \u00edndio para abra\u00e7\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Os Srs. pensam que fosse a\u00ed o mart\u00edrio, n\u00e3o \u00e9? O \u00edndio se comoveu. O \u00edndio se comoveu, deixou-se tocar, levou-o para a tribo e ele come\u00e7ou a evangelizar a tribo. E come\u00e7ou assim a evangeliza\u00e7\u00e3o dessa na\u00e7\u00e3o \u00edndia.<\/p>\n<p>Os Srs. n\u00e3o acham uma verdadeira beleza isso? A meu ver \u00e9 um super &#8220;fioretti&#8221;! S\u00e3o Francisco de Assis com que termos cantaria o irm\u00e3o, Francisco como ele, que converteu assim uma na\u00e7\u00e3o infiel!<\/p>\n<p>Bem, mas restava conversar. Como falar com aqueles \u00edndios? Ele come\u00e7ou a falar castelhano. E se deu simplesmente conta que o dom das l\u00ednguas tinha entrado nele e que os \u00edndios entendiam o castelhano que ele falava! Com toda simplicidade. Assim se faz apostolado, Srs. Assim se faz apostolado. O que mais?<\/p>\n<p><em>&#8220;Durante 13 anos ele esteve nessa regi\u00e3o, empregando todos os recursos para apaziguar brancos e \u00edndios, resolver dissens\u00f5es, cativar uns e outros para a Religi\u00e3o. S\u00e3o Francisco Solano, \u00eamulo de S\u00e3o Francisco Xavier, ressuscitou mortos, curou doen\u00e7as mortais, amansou feras bravias, ressurgiu fontes em lugares \u00e1ridos, de tal maneira que era venerad\u00edssimo pelos brancos e \u00edndios com quem tinha contato.&#8221;<\/p>\n<p><\/em><\/span><span style=\"font-size: medium\"><em><strong><a name=\"_Toc222818676\">* Homem que ressuscita mortos, que fala e os outros entendem em outra l\u00edngua, que tem uma hist\u00f3ria dessas: assim se funda uma na\u00e7\u00e3o.<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/em><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">\u00c9 um fundador de uma na\u00e7\u00e3o. Esse s\u00e3o homens que fundam na\u00e7\u00f5es. Assim nasce uma na\u00e7\u00e3o. Homem que ressuscita mortos, que fala e os outros entendem em outra l\u00edngua, que tem uma hist\u00f3ria dessas: assim se funda uma na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quantas coisas bonitas haveria para contar assim de Anchieta tamb\u00e9m. Neste sentido, o fundador do Brasil. Mas \u00e9 o que eu digo, meus caros &#8212; digo da Argentina, como dizia h\u00e1 pouco do Peru, digo do Brasil, digo de toda a Am\u00e9rica Latina &#8212; o ponto de partida foi muito bonito. Como est\u00e1 sendo o ponto de chegada?<\/p>\n<p><em>&#8220;Certa vez, quando uma nuvem de gafanhotos devastava uma planta\u00e7\u00e3o dos \u00edndios, o santo ordenou-lhes que se dirigissem a uma floresta vizinha&#8221;.<\/p>\n<p><\/em>Assim com essa simplicidade: &#8220;V\u00e3o embora, v\u00e3o pra a floresta&#8221;&#8230; Eles foram.<\/p>\n<p><em>&#8220;Ent\u00e3o os colonos perguntaram por que ele de uma vez n\u00e3o exterminava os gafanhotos. Ent\u00e3o ele deu duas raz\u00f5es. A primeira raz\u00e3o a seguinte: \u00e9 que gafanhotos daquele g\u00eanero tinham servido de alimento a S\u00e3o Jo\u00e3o Batista no deserto. Ent\u00e3o, por amor a S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, ele n\u00e3o mandava exterminar os gafanhotos.<\/p>\n<p>&#8220;Em segundo lugar, porque tamb\u00e9m os \u00edndios comiam gafanhotos. E era bom que os irm\u00e3os \u00edndios n\u00e3o ficassem privados dessa alimenta\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>Eu acho isso um encanto!<\/p>\n<p><em>&#8220;Esse homem t\u00e3o extraordinariamente suave, era imensamente austero&#8221;.<\/p>\n<p><\/em>Eu falei dos violinos, deixem eu falar dos cil\u00edcios.<\/p>\n<p><em>&#8220;Ele n\u00e3o s\u00f3 era casto, diz o bi\u00f3grafo, mas era a \u00fanica virtude que ele timbrava em que vissem que ele tinha&#8221;.<\/p>\n<p><\/em>O que \u00e9 altamente bem pensado, porque \u00e9 a \u00fanica virtude que n\u00e3o se esconde. A gente tem que mostrar. Por causa disso, ele nunca permitiu que mulher alguma chegasse a cem passos de dist\u00e2ncia de sua morada, em todo o c\u00edrculo em volta.<\/p>\n<p>Devia ser uma choupaninha, os Srs. podem imaginar o que \u00e9 que seria. Mulher alguma podia chegar perto. Comparem isso com [os costumes] de hoje. Como \u00e9 que est\u00e1 esse ponto de chegada? Os Srs. percebem a decad\u00eancia? Os Srs. percebem a necessidade de lutar?<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: medium\"><em><strong><a name=\"_Toc222818677\">* Se a TFP e muitas almas reagirem, a rea\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais bela do que a queda e afinal o ponto de chegada ter\u00e1 sido t\u00e3o ou mais belo do que o ponto de partida<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/em><\/span><span style=\"font-family: CG Times\">\u00c9 ou n\u00e3o \u00e9 verdade, meus caros, que se a TFP e muitas almas com a TFP reagirem, a rea\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais bela do que a queda e afinal o ponto de chegada ter\u00e1 sido t\u00e3o ou mais belo do que o ponto de partida?<\/p>\n<p>Os Srs. compreendem a responsabilidade individual de cada um de n\u00f3s? De que Hist\u00f3ria n\u00f3s somos a continua\u00e7\u00e3o? Que promessas est\u00e3o em nossas m\u00e3os? E tamb\u00e9m que desilus\u00f5es podem cair sob nossa responsabilidade, se n\u00f3s n\u00e3o correspondermos \u00e0 gra\u00e7a?<\/p>\n<p>Aqui \u00e9 uma tarefa individual! Porque do bom procedimento e da dedica\u00e7\u00e3o de cada um de n\u00f3s pode decorrer uma not\u00e1vel melhora ou piora em todo o conjunto. E isto vale para a TFP inteira, desde o Bureau de Paris, passando pela Espanha, por Portugal, pelo Canad\u00e1, pelos EUA, at\u00e9 o sul do nosso Continente, at\u00e9 a Argentina, at\u00e9 o extremo sul do Chile. Isto \u00e9 assim. N\u00f3s devemos pensar bem nisso.<\/p>\n<p><em>&#8220;Depois de morto, tendo-se procurado certificar do rejuvenescimento que apresentava seu corpo, t\u00e3o maltratado durante a vida pelos jejuns e penit\u00eancias, um m\u00e9dico primeiro apalpou-lhe os p\u00e9s e as m\u00e3os. Quando tentou apalpar-lhe uma das pernas, o santo encolheu-a, dobrando o joelho. E \u00e9 assim que ele \u00e9 representado no retrato que foi feito dele no dia seguinte do seu enterro.&#8221;<\/p>\n<p><\/em>Quer dizer, foi mais um milagre que ele fez. O pr\u00f3prio cad\u00e1ver se encolheu, para mostrar a presen\u00e7a da gra\u00e7a, a presen\u00e7a de Deus. Pela a\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a ali, ele encolheu a perna para mostrar quanto Deus o tinha amado em vida, que lhe dava a possibilidade de fazer esse prod\u00edgio. Ele n\u00e3o se auto-ressuscitou, mas o cad\u00e1ver se moveu. Aquele que tinha ressuscitado tanta gente, dava essa manifesta\u00e7\u00e3o de vida.<\/p>\n<p><em>&#8220;Quando podia, mandava construir uma choupana ao lado do coro na Igreja, para ter sempre a presen\u00e7a do Sant\u00edssimo. Quando n\u00e3o conseguia, levava ao coro uma esteira e deitava-se no pr\u00f3prio coro, (o coro quer dizer a capela-m\u00f3r, como se chama hoje) onde, depois de alguns momentos de descanso, inflamava-se de amor de Deus que traduzia nos famosos c\u00e2nticos e dan\u00e7as acompanhadas de violino.<\/p>\n<p>&#8220;Estando para morrer, no \u00faltimo momento, para traduzir o seu amor e reconhecimento para com a Sant\u00edssima Virgem, pediu que lhe cantassem o Magnificat.<\/p>\n<p><\/em>\u00c9 sempre na alegria, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p><em>&#8220;Lembrando-se em seguida que era mission\u00e1rio, isto \u00e9, propagador da F\u00e9, pediu que lhe cantassem tamb\u00e9m o Credo. E \u00e0s palavras &#8220;Et incarnatus est de Spiritu Sancto ex Maria Virgem&#8221;, expirou precisamente naquele momento, quando os sinos do convento anunciavam o momento da Eleva\u00e7\u00e3o na Missa conventual.<\/p>\n<p><\/em>Tudo ao mesmo tempo. N\u00e3o podia ser mais bonito, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>Quer dizer, no convento na hora da Eleva\u00e7\u00e3o se tocava o sino, na cela dele rezavam o Credo, cantavam o Credo, quando chegou nas palavras que acabo de citar, por coincid\u00eancia fazia-se a Eleva\u00e7\u00e3o, os sinos tocavam e a santa alma de S\u00e3o Francisco Solano subia ao C\u00e9u. Isto \u00e9 morrer, n\u00e3o \u00e9? Ou por outra, isto \u00e9 nascer!<\/p>\n<p><em>&#8220;O vice-rei, estando ausente da cidade, mandou que se adiasse o enterro para poder estar presente. E tanto o Arcebispo quando o Vice-rei entraram no cortejo para oscular humildemente os p\u00e9s do santo.<\/p>\n<p>&#8220;Tendo o Vice-rei visto que a almofada que sustentava o cabe\u00e7a do santo no caix\u00e3o era de um tecido muito ordin\u00e1rio, ou pelo menos alegando isto, f\u00ea-la trocar pela de veludo bordada a ouro que tinha consigo. A outra, levou-a como rel\u00edquia.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o Francisco Solano foi beatificado em 1675 e canonizado em 1726. Mesmo antes de sua beatifica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 fora escolhido como Patrono pelas cidades de Lima, Buenos Aires, Cartagena na Col\u00f4mbia, Panam\u00e1 e Santiago do Chile.&#8221;<\/p>\n<p><\/em><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-10232\" data-postid=\"10232\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-10232 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>14 de Julho S\u00e3o Francisco Solano foi uma figura suscitada pela Provid\u00eancia para fazer parte da Contra-Reforma espanhola. Ele nasceu em Montilla, na Andaluzia, em 1549, de fam\u00edlia nobre. Seu pai foi duas vezes governador de Montilla, capital do marquesado de Priego. 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