
{"id":10431,"date":"2010-08-07T15:59:16","date_gmt":"2010-08-07T18:59:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=10431"},"modified":"2010-08-07T15:59:16","modified_gmt":"2010-08-07T18:59:16","slug":"o-hospede","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/o-hospede\/","title":{"rendered":"O H\u00f3spede"},"content":{"rendered":"<p>Pe. Alfredo J. Gon\u00e7alves<\/p>\n<p>O h\u00f3spede constitui um dos personagens centrais no cen\u00e1rio da experi\u00eancia humana. Come\u00e7ando pelos escritos religiosos, ele ocupa a\u00ed um lugar privilegiado. Afinal, pode ser um enviado dos deuses, ou o pr\u00f3prio Deus disfar\u00e7ado de anjo (ou dem\u00f4nio). Tr\u00eas exemplos da literatura judaico-crist\u00e3 ou das sagradas Escrituras. Primeiramente, Abra\u00e3o e Sara acolhem e agradecem a passagem dos tr\u00eas forasteiros em sua tenda e deles recebem igualmente a alegre not\u00edcia, vinda de Deus, de que viria a ser pai, apesar da idade avan\u00e7ada do casal (Gn 18, 1-15). Depois, Jesus, ele mesmo, se faz forasteiro e arma sua tenda entre n\u00f3s, &#8220;percorrendo aldeias e cidades&#8221;, caminhos e montanhas, anunciando a Boa Nova do Reino de Deus (Mt, 9, 35-38). Enfim, Paulo, em suas longas e custosas viagens \u00e9 recebido como h\u00f3spede em numerosas casas e nas comunidades crist\u00e3s incipientes.<\/p>\n<p>A literatura greco-romana n\u00e3o \u00e9 diferente. Baste-nos tomar as grandiosas obras de Homero e Virg\u00edlio. Tanto um como o outro reservavam aos errantes Ulisses e En\u00e9as, respectivamente, boa acolhida e mesa farta. Ambos os her\u00f3is chegam e partem como as mar\u00e9s, mas nunca lhes s\u00e3o negados um banquete suculento e um repouso tranq\u00fcilo.<\/p>\n<p>Na era medieval, tamb\u00e9m os her\u00f3is da cavalaria costumam ser bem recebidos por onde quer que passem. Os castelos, por exemplo, s\u00e3o fortalezas para os inimigos, mas abrigos para os amigos. O maior exemplo disso \u00e9, sem d\u00favida, o c\u00e9lebre &#8220;cavaleiro da triste figura&#8221;, Dom Quixote. Meio louco e meio s\u00e1bio, tem lugar garantido nos intervalos de suas andan\u00e7as e de suas empresas quixotescas.<\/p>\n<p>Outro exemplo poderia ser tirado dos romeiros por todo territ\u00f3rio brasileiro. Os p\u00f3los de visita\u00e7\u00e3o se multiplicam: Bas\u00edlica de Aparecida, em S\u00e3o Paulo; Santu\u00e1rio do Divino Pai Eterno, em Trindade, em Goi\u00e1s; Juazeiro do Norte, terra de Pe. C\u00edcero, no Cear\u00e1; Bom Jesus da Lapa e Senhor do Bonfim, Bahia, e assim por diante. As cidades, fazendas e casas que ficam no caminho dos peregrinos, por mais pobres que sejam, sempre lhes reservam boa acolhida e lhes refor\u00e7a o \u00e2nimo (e o corpo) para seguir na peregrina\u00e7\u00e3o. \u00c9 como se eles fossem porta-vozes inconscientes dos anseios e esperan\u00e7as de toda a popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o encontra tempo para visitar os lugares santos. H\u00e1 casos em que tais romarias, especialmente quando feitas a p\u00e9, duram semanas e at\u00e9 meses.<\/p>\n<p>O que h\u00e1 por tr\u00e1s ou no interior dessa acolhida ao h\u00f3spede, ao forasteiro? Na verdade, eles figuram como uma esp\u00e9cie de prot\u00f3tipos da pr\u00f3pria caminhada humana sobre a face da terra. Todos somos forasteiros pelas veredas da hist\u00f3ria, h\u00f3spedes de locais determinados, mas sempre impulsionados a seguir adiante. Por mais s\u00f3lidas que sejam nossas casas, fortalezas ou castelos, sempre ser\u00e3o tendas de algu\u00e9m a caminho. Constru\u00edmos edif\u00edcios para durar s\u00e9culos e raramente atingimos os cem anos!<\/p>\n<p>Entretanto, teimamos em agarrar-nos, com unhas e dentes, \u00e0s coisas, \u00e0s pessoas e \u00e0s rela\u00e7\u00f5es que nos acompanham em vida. \u00c9 com extrema dificuldade que deixamos os tesouros acumulados em bancos, terra e renda. E com que tristeza abandonamos as obras iniciadas, como se personificassem uma exist\u00eancia perene! Igual tristeza nos invade quando o sucesso ou o prest\u00edgio se convertem em ru\u00ednas, o fogo em cinzas e os aplausos em vaias. N\u00e3o somos \u00e1rvores fincadas no solo, mas como \u00e9 doloroso cortar ra\u00edzes!<\/p>\n<p>Raramente nos damos conta que uma das condi\u00e7\u00f5es para a eternidade \u00e9 justamente a passagem pela morte. S\u00f3 ela torna eterno o amor, a beleza e o bem que marcam nossa passagem pelo mundo. S\u00f3 ela permite a mem\u00f3ria do passado e a ressurrei\u00e7\u00e3o futura. Ali\u00e1s, para quem ama, a ressurrei\u00e7\u00e3o ocorre de certa forma antes da pr\u00f3pria morte. Amor \u00e9 vida, e a morte n\u00e3o leva os vivos; s\u00f3 leva os que j\u00e1 est\u00e3o mortos.<\/p>\n<p>Em uma palavra, seremos tanto mais livres quanto mais despojados, tanto mais imortais quanto mais capazes de atravessar o vale escuro da morte. Para al\u00e9m dos desejos ef\u00eameros, fugidios e fugazes que encontramos pelos mil caminhos da exist\u00eancia, oculta-se o grande Desejo da eternidade. Somente na condi\u00e7\u00e3o de h\u00f3spedes \u00e9 que podemos aprender essa li\u00e7\u00e3o e desfrutar antecipadamente de instant\u00e2neos momentos eternos.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-10431\" data-postid=\"10431\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-10431 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pe. Alfredo J. 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