
{"id":11352,"date":"2017-10-16T01:57:52","date_gmt":"2017-10-16T03:57:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=11352"},"modified":"2017-08-11T14:54:21","modified_gmt":"2017-08-11T17:54:21","slug":"santa-margarida-maria-alacoque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/santa-margarida-maria-alacoque\/","title":{"rendered":"Santa Margarida Maria Alacoque"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/padreanderson\/files\/2009\/10\/san_michele_santa_margherita_maria_alacoque2.jpg\" alt=\"\" width=\"752\" height=\"534\" \/><\/p>\n<p>16 de Outubro<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"134\" valign=\"top\">\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"left\" valign=\"top\">Santa Margarida Maria Alacoque nasceu na aldeia de Lautecour, na Borgonha, no dia 22 de Julho de 1647, no seio duma fam\u00edlia religiosa, honesta, de boa posi\u00e7\u00e3o, reputa\u00e7\u00e3o e de seriedade. Seu pai, Claude Alacoque, era not\u00e1rio real. Sua m\u00e3e, Philiberte Lamyn era filha tamb\u00e9m dum not\u00e1rio do rei, Fran\u00e7ois Lamyn.<\/td>\n<td align=\"right\" valign=\"top\">\u00a0<\/td>\n<td>\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"19\">\u00a0<\/td>\n<td>\u00a0<\/td>\n<td>\u00a0<\/td>\n<td>\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td height=\"2730\" valign=\"top\">\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\"><!--DWLayoutTable--><\/p>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"22\">\u00a0<\/td>\n<td width=\"399\" align=\"left\" valign=\"top\">\n<div>\n<p><strong>Horror ao pecado<br \/>\n<\/strong><br \/>\nOs seus pais perceberam logo o horror que Margarida Maria tinha pelo pecado quando ainda era pequena de tr\u00eas anos. Bastava lembrar-lhe que um ato qualquer ofendia a Deus para que a menina se afastasse horrorizada. Nas suas mem\u00f3rias a Santa afirma que Deus lhe fez ver \u201co grande horror do pecado, o que me horrorizou tanto que a mais m\u00ednima mancha resultava para mim num tormento insuport\u00e1vel.\u201d (1)<\/p>\n<p>A essa avers\u00e3o ao pecado acrescentou-se logo um agrado muito grande pela ora\u00e7\u00e3o e pela penit\u00eancia, juntamente com uma tend\u00eancia enorme para ajudar os pobres. \u201cDeus, escreve a Santa, deu-me um amor t\u00e3o terno pelos pobres que eu teria desejado s\u00f3 ter contato com eles. Ele incutiu-me uma compaix\u00e3o t\u00e3o grande pelas suas mis\u00e9rias que, se estivesse em meu poder, abandonaria tudo por eles. Quando tinha dinheiro, dava-o aos pobres para os estimular a aproximarem-se de mim e ent\u00e3o ensinava-lhes o Catecismo e a rezar.\u201d (2)<\/p>\n<p>Dos quatro aos sete anos, ou seja entre 1652 e 1655, seguindo um costume comum na \u00e9poca, foi morar no castelo de sua madrinha, Madame de Corcheval, dama nobre da regi\u00e3o. Ali, num ambiente sereno e austero, come\u00e7ou a sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Duas senhoras ocupavam-se da sua educa\u00e7\u00e3o. Uma era simp\u00e1tica e gentil. Margarida Maria, por\u00e9m, fugia dela. A outra era severa e impertinente. Curiosamente Margarida sentia atra\u00e7\u00e3o por esta \u00faltima. Ningu\u00e9m conseguia compreend\u00ea-lo. Mais tarde perceberam que este fato era mais um sintoma de que a prote\u00e7\u00e3o divina pairava sobre a menina. A primeira senhora levava uma vida irregular; a segunda era de uma conduta sem mancha. Nisto se manifestava o seu horror instintivo ao pecado.<\/p>\n<p>A sua educa\u00e7\u00e3o teve de ser interrompida quando morreu Madame de Corcheval. A sua afilhada tornou \u00e0 casa paterna. Mas em 1655, no mesmo ano da morte de sua madrinha, falece tamb\u00e9m o seu pai. A m\u00e3e, com o objetivo de melhorar a situa\u00e7\u00e3o patrimonial que o marido deixara complicada, e n\u00e3o dispondo do tempo necess\u00e1rio para providenciar a educa\u00e7\u00e3o da filha, mandou-a como pensionista para um convento de Clarissas, o que era muito freq\u00fcente ent\u00e3o.<\/p>\n<p>No sil\u00eancio dos claustros, refletindo durante longas horas no recolhimento e observando a mod\u00e9stia e o esp\u00edrito de ora\u00e7\u00e3o das irm\u00e3s, Margarida sentiu o chamamento \u00e0 vida religiosa. Foi ali onde, por volta dos nove anos, recebeu pela primeira vez Jesus Sacramentado. A partir de ent\u00e3o, as gra\u00e7as na ora\u00e7\u00e3o e o seu gosto pelo recolhimento aumentaram sensivelmente.<\/p>\n<p>A jovem Margarida Maria tinha de completar junto \u00e0s Clarissas a educa\u00e7\u00e3o que recebia habitualmente uma menina de sua condi\u00e7\u00e3o para ser m\u00e3e de fam\u00edlia e tamb\u00e9m dama de sociedade. Isto significava uma s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o moral, na qual se punha especial cuidado nos h\u00e1bitos de mod\u00e9stia, discri\u00e7\u00e3o e dom\u00ednio de si mesma.<\/p>\n<p>Tal educa\u00e7\u00e3o completava-se com o ensino da arte da conversa, m\u00fasica, pintura, dan\u00e7a&#8230; que desenvolviam a delicadeza, o tato, o bom gosto. Dessa forma florescia nas pensionistas o sentido da propor\u00e7\u00e3o, da naturalidade bem educada, ao mesmo tempo que recebiam uma capacidade de julgar as pessoas e os fatos.<\/p>\n<p><strong>Judiciosa, sensata e caritativa<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO seu esp\u00edrito equilibrado e alguns tra\u00e7os da educa\u00e7\u00e3o recebidos por Santa Margarida Maria foram entendidos mais tarde pela Madre Greyfi\u00e9, uma das suas superioras em Paray-le-Monial, que a descreveu assim: \u201cEra naturalmente judiciosa, sensata e tinha um esp\u00edrito bom, humor agrad\u00e1vel e o cora\u00e7\u00e3o mais caritativo que se possa imaginar; numa palavra pode dizer-se que era uma criatura das mais aptas para ter \u00eaxito em tudo.\u201d (3)<\/p>\n<p>No pensionato das Clarissas, Margarida Maria contraiu uma doen\u00e7a grave, pelo que foi preciso reenvia-la \u00e0 casa da m\u00e3e. Ali permaneceu cerca de quatro anos prostrada na cama, sem conseguir levantar-se. Deus Nosso Senhor visitava-a com o sofrimento. S\u00f3 em 1661 recuperou a sa\u00fade depois de fazer um voto \u00e0 Sant\u00edssima Virgem.<\/p>\n<p>Na sua casa, outra situa\u00e7\u00e3o muito dolorosa a aguardava. Sua m\u00e3e tinha transferido a gest\u00e3o do patrim\u00f4nio a um cunhado, Toussaint Delaroche, homem avaro e de temperamento irrit\u00e1vel. A Santa suportou durante anos a quase escravid\u00e3o a que a submetiam as injusti\u00e7as do tio. \u00c0s vezes tinha de mendigar p\u00e3o ao vizinho. A casa materna transformou-se ent\u00e3o numa pris\u00e3o torturante. \u201cN\u00e3o t\u00ednhamos j\u00e1 nenhum poder em casa e n\u00e3o ous\u00e1vamos fazer nada sem seu consentimento\u201d, escreveu a Santa. Passava horas num canto do jardim a rezar ou refugiava-se na capela da aldeia. Mas nem sequer l\u00e1 encontrava repouso: o tio acusava-a de sair de casa para ver os rapazes. \u201c\u00c0s vezes os pobres da aldeia, por compaix\u00e3o, davam-me um pouco de p\u00e3o, de leite ou alguma fruta na parte da tarde\u201d. (4)<\/p>\n<p><strong>Repara\u00e7\u00e3o, desagravo, amor \u00e0 Cruz<\/p>\n<p><\/strong>Deus permitia esses sofrimentos para a preparar para a vida de ren\u00fancia e expia\u00e7\u00e3o que depois abra\u00e7aria com entusiasmo. Santa Margarida Maria devia pregar a devo\u00e7\u00e3o da repara\u00e7\u00e3o o do desagravo<br \/>\nao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus; precisava ser um modelo dessa atitude de alma. Os sofrimentos desta etapa da sua vida, aceites com paci\u00eancia exemplar, fortificaram-na para a vida de repara\u00e7\u00e3o que a Provid\u00eancia tinha escolhido para ela. Durante este per\u00edodo a Santa recebeu gra\u00e7as m\u00edsticas extraordin\u00e1rias. Al\u00e9m disso, j\u00e1 desde muito pequena, teve um trato muito familiar com Nosso Senhor. \u201c(O Salvador) sempre estava presente sob a figura do crucificado ou do <em>Ecce Homo<\/em> a carregar a Cruz, o que me produzia tanta compaix\u00e3o e amor ao sofrimento, que todos<br \/>\nos meus sofrimentos pareciam leves em compara\u00e7\u00e3o com o desejo que experimentava de sofrer para me conformar com o meu Jesus sofredor.\u201d (5)<\/p>\n<p>Tal compreens\u00e3o do valor do sofrimento na vida espiritual foi crescendo nela e ser\u00e1 uma das caracter\u00edsticas da sua santidade. Mais tarde, j\u00e1 visitandina, esta pioneira dos caminhos de Deus, dir\u00e1: \u201cDeus deu-me tanto amor \u00e0 Cruz que n\u00e3o consigo viver um momento sem sofrer: mas sofrer em sil\u00eancio, sem consolo, al\u00edvio ou compaix\u00e3o; e morrer com este Soberano da minha alma, sob o peso de toda sorte de opr\u00f3brios, dores, humilha\u00e7\u00f5es, esquecimentos e desprezos&#8230;\u201d (6)<\/p>\n<p>O amor \u00e0 Cruz foi caracter\u00edstico em Santa Margarida Maria e \u00e9 tamb\u00e9m condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel de qualquer forma de santidade: <em>\u201cJesus disse ent\u00e3o aos disc\u00edpulos: se algu\u00e9m quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome sua Cruz e siga-me.\u201d<\/em> (Mt. 16,24)<\/p>\n<p><strong>Prova\u00e7\u00f5es familiares<\/strong><\/p>\n<p>A sua fam\u00edlia, de in\u00edcio, quis encaminha-la para um convento de Ursulinas onde j\u00e1 vivia uma prima. Santa Margarida Maria \u2013 que era muito afei\u00e7oada a essa prima, deu-lhe uma resposta gentil em que transparece o seu grande desejo de perfei\u00e7\u00e3o: \u201cOlha, se entro no teu convento ser\u00e1 por amor a ti. Mas quero ir a um convento onde n\u00e3o tenha parentes nem conhecidos para ser religiosa s\u00f3 por amor a Deus.\u201d (7)<\/p>\n<p>Uma voz interior tinha-lhe advertido: \u201cN\u00e3o te desejo l\u00e1, mas em Santa Maria\u201d, que era o nome do convento de Paray-le-Monial. (8)<\/p>\n<p>Entretanto as press\u00f5es familiares para que optasse pelas Ursulinas continuavam. Mas uma doen\u00e7a da m\u00e3e e tamb\u00e9m de um irm\u00e3o, for\u00e7aram-na a prolongar os seus planos de vida religiosa.<\/p>\n<p>Numa certa altura, um sacerdote franciscano hospedou-se na casa dos Alacoque durante uma miss\u00e3o. Santa Margarida Maria aproveitou a ocasi\u00e3o para fazer uma confiss\u00e3o geral. Ao conhecer o alto grau de virtude e os desejos de vida religiosa da jovem, o padre julgou que devia seguir a sua voca\u00e7\u00e3o. O religioso falou com o irm\u00e3o e convenceu-o a mudar de atitude. A prova em casa acabava. Outras cruzes, mais dolorosas, viriam no Convento da Visita\u00e7\u00e3o de Paray-le-Monial, aonde foi ter em seguimento de uma clara inspira\u00e7\u00e3o da Provid\u00eancia.<\/p>\n<p>A nossa Santa foi ali aceita como novi\u00e7a a 20 de Junho de 1671; vestiu o h\u00e1bito a 25 de Agosto do mesmo ano e fez a profiss\u00e3o solene a 6 de Novembro de 1672. Assim ficava preparado o quadro para a mensagem do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/p>\n<p><strong>A miss\u00e3o de Santa Margarida Maria Alacoque<\/p>\n<p><\/strong>Em 1647, quando nasceu Santa Margarida Maria, a devo\u00e7\u00e3o ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o era muito conhecida, se bem que j\u00e1 existia. A sua miss\u00e3o foi dar-lhe um impulso e uma difus\u00e3o universal, precisar o seu esp\u00edrito, adapta-lo \u00e0s necessidades da Igreja nos tempos modernos e fixar as pr\u00e1ticas de piedade mais adequadas \u00e0s novas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Santa Margarida Maria foi uma simples freira que nunca transp\u00f4s os muros do seu convento e morreu antes de completar 45 anos, em 1690. A Provid\u00eancia compraz-se deste modo em realizar um des\u00edgnio imenso a partir de uma humilde religiosa que, para fugir do mundo, tinha-se retirado a um obscuro convento da Ordem da Visita\u00e7\u00e3o e levou ali uma vida apagada aos olhos dos homens e at\u00e9 das freiras visitandinas com as quais convivia.<\/p>\n<p>O quadro hoje \u00e9 completamente diverso. Ornato da Ordem da Visita\u00e7\u00e3o, a religiosa ent\u00e3o apagada foi elevada ao \u00e1pice de gl\u00f3ria na Igreja e, do alto dos altares, da sua santidade despede raios de salva\u00e7\u00e3o \u00e0 terra inteira, enquanto a maioria dos homens famosos e importantes da sua \u00e9poca s\u00e3o desconhecidos pelos nossos contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>O Papa Pio XII, depois de fazer a lista dos Santos que a precederam na pr\u00e1tica e difus\u00e3o da devo\u00e7\u00e3o ao Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, diz a este prop\u00f3sito: \u201cMas entre todos os promotores desta excelsa devo\u00e7\u00e3o, merece um lugar especial Santa Margarida Maria Alacoque que, com a ajuda do seu diretor espiritual, o Beato Cl\u00e1udio de la Colombi\u00e8re (hoje santo) e com o seu zelo ardente, obteve, n\u00e3o sem a admira\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is, que este culto adquirisse um grande desenvolvimento e, revestido das caracter\u00edsticas do amor e da repara\u00e7\u00e3o, se distinguisse das demais formas da piedade crist\u00e3.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div id=\"themify_builder_content-11352\" data-postid=\"11352\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-11352 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>16 de Outubro Santa Margarida Maria Alacoque nasceu na aldeia de Lautecour, na Borgonha, no dia 22 de Julho de 1647, no seio duma fam\u00edlia religiosa, honesta, de boa posi\u00e7\u00e3o, reputa\u00e7\u00e3o e de seriedade. 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