
{"id":11790,"date":"2010-11-20T23:27:01","date_gmt":"2010-11-21T01:27:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=11790"},"modified":"2010-11-20T23:27:01","modified_gmt":"2010-11-21T01:27:01","slug":"tudo-posso-naquele-que-me-da-forca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/tudo-posso-naquele-que-me-da-forca\/","title":{"rendered":"Tudo posso naquele que me d\u00e1 for\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><em>Pe. Alfredo J. Gon\u00e7alves, CS<\/em><\/p>\n<p>[www.provinciasaopaulo.com]<\/p>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia \u00e9 certamente um dos sentimentos mais arraigados na natureza do ser humano. S\u00e3o in\u00fameros os fatores que paralisam nossas a\u00e7\u00f5es, embora n\u00e3o nos falte muitas vezes a sa\u00fade, a coragem e a firme vontade de acertar. Mas estas fortalezas aparentes acabam sendo minadas pelo v\u00edrus do medo ou da ang\u00fastia. For\u00e7as negativas e ocultas parecem se sobrepor \u00e0s energias positivas. Facilmente ent\u00e3o somos tomados pelo pessimismo que nos deixa inermes e inertes.<\/p>\n<p>De fato, quantos medos residem em nossa alma? Quantas vezes a vontade de empreender algo \u00e9 tolhida por temores vagos e indefinidos? Quantas vezes vemos o caminho aberto \u00e0 nossa frente, mas os p\u00e9s se recusam a avan\u00e7ar com receio do imprevis\u00edvel que pode haver por tr\u00e1s de cada curva? At\u00e9 mesmo os mais genu\u00ednos gestos de solidariedade podem ser mutilados pela falta de confian\u00e7a, ou por algo mais obscuro e inconfess\u00e1vel que se revolve em nossas entranhas. Inconfess\u00e1vel ou simplesmente incompreens\u00edvel e indescrit\u00edvel.<\/p>\n<p>Prevalece ent\u00e3o a lei da in\u00e9rcia. O desconhecido cont\u00e9m algo de selvagem e a assusta. \u00c9 melhor seguir as trilhas j\u00e1 batidas. O novo \u00e9 um desafio perene em nossa vida, especialmente na exist\u00eancia agitada e febril do mundo moderno e urbano. Mas o novo exige energias sempre revigoradas, na medida em que todo terreno inexplorado representa uma amea\u00e7a. Mais f\u00e1cil se orientar pelo firmamento de estrelas conhecidas. O resultado disso costuma ser uma esterilidade ineficaz.<\/p>\n<p>Se \u00e9 verdade que a in\u00e9rcia traz a calma da \u00e1gua parada, tamb\u00e9m \u00e9 certo que a \u00e1gua parada acumula dejetos, detritos e esgoto. O lixo atirado nos lagos tende a apodrecer. Ali\u00e1s, tudo o que se acumula e tudo o que se det\u00e9m estacionado, est\u00e1 fadado a se decompor. Quando o sangue deixa de circular no corpo, come\u00e7a o estado de putrefa\u00e7\u00e3o. O pr\u00f3prio tempo, quando ocioso e sem novidades, engendra o t\u00e9dio, que n\u00e3o deixa de ser o tempo podre.<\/p>\n<p>Medos e ang\u00fastias s\u00e3o sentimentos naturais e n\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o os carregue. O problema \u00e9 quando tais sentimentos se engrandecem a ponto de se tornarem m\u00f3rbidos, doentios, incontrol\u00e1veis. Toda e qualquer a\u00e7\u00e3o fica paralisada por entraves que nos chegam de zonas sombrias. Raramente sabemos ao certo o que amarra nossas pernas e bra\u00e7os ou o que nos prende ao ch\u00e3o. Por que os p\u00e9s parecem de chumbo e o corpo se recusa a qualquer rea\u00e7\u00e3o? Ignoramos na maior parte das vezes. E isso, evidentemente, nos torna mais vulner\u00e1veis ainda \u00e0 in\u00e9rcia do \u201cdeixar-se levar\u201d.<\/p>\n<p>O lago tranquilo, de \u00e1guas calmas e serenas, convida ao sossego \u00a0e ao sono. Por que despertar? Por que \u201carrumar sarna para se co\u00e7ar\u201d? O mais l\u00f3gico \u00e9 \u201cdeixar tudo como est\u00e1 para ver como fica\u201d, diz o ditado popular. Ocorre que no calcanhar dessa tranq\u00fcilidade amadurece uma inquestion\u00e1vel sensa\u00e7\u00e3o de t\u00e9dio. Por tr\u00e1s das \u00e1guas em repouso, escondem-se correntes subterr\u00e2neas. Maremotos profundos que podem desencadear ondas bravias na vida pessoal, familiar ou social.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dessas ondas que emergem do mais oculto de nosso ser, pode ser que o lago seja agitado por alguma pedra atirada sobre a \u00e1gua. S\u00e3o os fatores externos que mexem com a tend\u00eancia a uma vida fechada a qualquer tempestade. Ventos furiosos rugem em nossas janelas, penetram sorrateiramente por baixo de nossas portas hermeticamente cerradas, revolucionam o interior de nossa vida e de nossa casa. Como os enfrentamos? Estamos preparados para as tormentas imprevistas? Temos ouvidos para os gritos que chegam de fora dos muros e olhos para avaliar a situa\u00e7\u00e3o que nos rodeia? Claro que \u00e9 mais c\u00f4modo permanecer cegos e surdos \u00e0s turbul\u00eancias da hist\u00f3ria. Mas nem por isso ser\u00e1 menor o clamor e a sensa\u00e7\u00e3o de indiferen\u00e7a.<\/p>\n<p>E aqui se levanta uma pergunta inevit\u00e1vel: como conciliar tamanhos desafios, internos e externos, com a impot\u00eancia que nos paralisa? Que respostas prontas oferecer \u00e0s perguntas sempre novas e quase sempre sem rem\u00e9dio imediato? Num mundo movido pela novidade e anestesiado por todo tipo de analg\u00e9sico, como tirar li\u00e7\u00f5es do fracasso e do sofrimento? Como agir se nossos membros parecem mutilados diante de tarefas t\u00e3o gigantescas? Como superar os limites e fraquezas e projetar-se numa a\u00e7\u00e3o libertadora, se n\u00f3s mesmos nos sentimos prisioneiros do medo? N\u00e3o \u00e9 prefer\u00edvel, uma vez mais, trancar-se no mundo pr\u00f3prio, imune a todo tipo de embates? \u00c9 forte a tenta\u00e7\u00e3o do isolamento, de encaramujar-se sobre si mesmo.<\/p>\n<p>Nesta altura, introduz-se a frase do t\u00edtulo, tirada da Carta de S\u00e3o Paulo aos Filipenses: \u201ctudo posso naquele que me d\u00e1 for\u00e7a\u201d. Mas \u00e9 bom n\u00e3o esquecer que essa confian\u00e7a do ap\u00f3stolo \u00e9 precedida de palavras que expressam viv\u00eancia e sabedoria profundas: \u201csei viver na mis\u00e9ria e sei viver na abund\u00e2ncia; eu aprendi o segredo de viver em toda e qualquer situa\u00e7\u00e3o, estando farto ou passando fome, tendo de sobra ou sofrendo necessidade\u201d (Fl 4,12-13). Na Segunda Carta aos Cor\u00edntios, Paulo vai ainda mais longe: \u201cpor conseguinte, com todo \u00e2nimo prefiro gloriar-me das minhas franquezas, para que pouse sobre mim a for\u00e7a de Cristo. Por isto, eu me comprazo nas fraquezas, nos opr\u00f3brios, nas necessidades, nas persegui\u00e7\u00f5es, nas ang\u00fastias por causa de Cristo\u201d. E conclui com a mesma confian\u00e7a de sempre: \u201cpois quando sou fraco, ent\u00e3o \u00e9 que sou forte\u201d (2Cor 12,9-10).<\/p>\n<p>Conclui-se que a ansiedade diante do medo e da impot\u00eancia tem algo a ver com a falta de confian\u00e7a e de f\u00e9 \u201cnaquele que me d\u00e1 for\u00e7a\u201d. Quando colocamos as expectativas em nossas pr\u00f3prias for\u00e7as, o fracasso ser\u00e1 proporcional a essas mesmas expectativas. Quando achamos que os resultados dependem de nossa efici\u00eancia ou efic\u00e1cia, a falta deles nos deixa prostrados. Se, ao inv\u00e9s, depositamos a esperan\u00e7a em Deus, cedo ou tarde a obra se realiza. O problema \u00e9 que queremos, ao mesmo tempo, semear e colher. Vale aqui a li\u00e7\u00e3o do lavrador: prepara o solo, joga a semente, cuida da planta, mas sabe que n\u00e3o pode realizar a parte do tempo, ou de Deus. Se colocarmos sobre os pr\u00f3prios ombros a tarefa nossa e a do Esp\u00edrito Santo, o peso estar\u00e1 acima de nossas for\u00e7as, e o pre\u00e7o ser\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia acompanhada de uma ansiedade m\u00f3rbida. Centralizamos a a\u00e7\u00e3o sobre n\u00f3s mesmos e n\u00e3o iremos dar conta dos entraves que a hist\u00f3ria nos reserva.<\/p>\n<p>Da\u00ed novamente o alerta de Paulo: \u201ctrazemos, por\u00e9m, este tesouro em vasos de argila, para que esse incompar\u00e1vel poder seja de Deus e n\u00e3o nosso; somos atribulados por todos os lados, mas n\u00e3o esmagados; perseguidos, mas n\u00e3o abandonados; prostrados por terra, mas n\u00e3o aniquilados\u201d (2Cor 4,7-9). O \u201cap\u00f3stolo dos gentios\u201d conhecia bem o prov\u00e9rbio popular citado pelo Quarto Evangelho: \u201cum \u00e9 o que semeia, outro o que ceifa\u201d (Jo, 4,37). Mais explicitamente diz o grande ap\u00f3stolo: \u201ceu plantei, Apolo regou, mas era Deus quem fazia crescer\u201d (1Cor 3,6). Em tempos de crise, de d\u00favidas, de incertezas, de deserto, de escurid\u00e3o ou de encruzilhada, o importante \u00e9 semear, deixando a colheita nas m\u00e3os de Deus. Se teimarmos em semear e colher, a impaci\u00eancia hist\u00f3rica frustra todas as expectativas.<\/p>\n<p>Semelhante reflex\u00e3o n\u00e3o diminui nossa responsabilidade, mas nos torna mais serenos diante do amanh\u00e3. Disse algu\u00e9m: \u201ctrabalhar como se tudo dependesse de mim, rezar como se tudo dependesse de Deus\u201d. Como o campon\u00eas, fazemos a nossa parte e confiamos a colheita a outros. O importante \u00e9 dar-se conta que todo e qualquer gesto solid\u00e1rio \u00e9 fator de mudan\u00e7a na hist\u00f3ria: um olhar amigo, um sorriso, um toque, uma palavra, uma visita, um abra\u00e7o, uma id\u00e9ia, um movimento, uma organiza\u00e7\u00e3o \u2013 nada disso se perde pelo caminho. Tudo acumula for\u00e7as para o salto qualitativo da transforma\u00e7\u00e3o social. As mudan\u00e7as, como a flor, a espiga e o edif\u00edcio, se levantam do ch\u00e3o. Amadurecem lentamente no escuro \u00famido da terra. Antes de buscar o sol, o ar livre e o c\u00e9u, mergulham as ra\u00edzes no solo de onde extraem os nutrientes necess\u00e1rios. Mudan\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o feitas de espet\u00e1culos, e sim de gestos simples e silenciosos que fecundam o ch\u00e3o aparentemente est\u00e9ril.<\/p>\n<p>E assim quem sabe, ao fim da vida, possamos repetir as palavras de Paulo a Tim\u00f3teo, sem falsa mod\u00e9stia e sem orgulho: \u201cQuanto a mim, j\u00e1 fui oferecido em liba\u00e7\u00e3o, e chegou o tempo de minha partida. Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a f\u00e9. Desde j\u00e1 me est\u00e1 reservada a coroa da justi\u00e7a, que me dar\u00e1 o Senhor, justo juiz, naquele dia; e n\u00e3o somente a mim, mas a todos os que tiverem esperado com amor a sua apari\u00e7\u00e3o\u201d (2Tm 4,6-8).<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-11790\" data-postid=\"11790\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-11790 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pe. Alfredo J. 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Alfredo J. Gon\u00e7alves, CS [www.provinciasaopaulo.com] A sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia \u00e9 certamente um dos sentimentos mais arraigados na natureza do ser humano. S\u00e3o in\u00fameros os fatores que paralisam nossas a\u00e7\u00f5es, embora n\u00e3o nos falte muitas vezes a sa\u00fade, a coragem e a firme vontade de acertar. 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