
{"id":11854,"date":"2017-11-25T00:48:37","date_gmt":"2017-11-25T02:48:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=11854"},"modified":"2017-07-31T07:20:41","modified_gmt":"2017-07-31T10:20:41","slug":"santa-catarina-de-alexandria-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/santa-catarina-de-alexandria-2\/","title":{"rendered":"Santa Catarina de Alexandria"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_q_ivp6S3sGM\/S7KlAifMNII\/AAAAAAAAIzE\/Zj88Q4dQ2ZM\/s1600\/SANTA+CATARINA+DE+ALEXANDRIA.jpg\" alt=\"\" width=\"373\" height=\"534\" \/><\/p>\n<p>25 de Novembro<\/p>\n<p><strong>Nascimento<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>O rei Costus, da Cil\u00edcia, casou-se com Sabinela, mulher prudente e s\u00e1bia, filha de um pr\u00edncipe dos Samaritanos, que deu a Costus, como dote, terras do Egito, na regi\u00e3o de Alexandria\u00a0. Deste casamento nasceu Catarina, pelos fins do s\u00e9culo III.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Convers\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Costus faleceu.Sabinela e Catarina foram residir na regi\u00e3o da Montanha Negra, na Cil\u00edcia. Ali Sabinela conheceu o eremita Ananias que lhe revelou o Deus verdadeiro e a instruiu na f\u00e9. Sabinela aderiu a Jesus Cristo e recebeu o Batismo. Insistia com sua filha para que tamb\u00e9m ela se fizesse disc\u00edpula de Cristo. Catarina resistia; defendia o paganismo e refutava todos os argumentos apresentados pela m\u00e3e, em favor de Jesus Cristo.<\/p>\n<p>\u00a0Catarina estava em idade de contrair matrim\u00f4nio. A m\u00e3e exortava-a para que recebesse um esposo. Os grandes do reino, do qual Catarina era herdeira, lhe pediam o mesmo, para que o reino n\u00e3o perecesse pela rebeli\u00e3o dos ambiciosos. Pr\u00edncipes de diversas regi\u00f5es ouviam falar de sua sabedoria e beleza e desejavam casar-se com ela. Catarina primava nas ci\u00eancias profanas e respondia \u00e0 m\u00e3e e aos pretendentes:<\/p>\n<p>\u00a0\u2013 Encontrai-me um esposo que seja s\u00e1bio, belo e nobre; em uma palavra, da mesma condi\u00e7\u00e3o que eu, e, por amor a v\u00f3s, estou pronta a receb\u00ea-lo por marido.<\/p>\n<p>\u00a0Tal resposta entristecia a m\u00e3e e os pr\u00edncipes. Sabinela acorria \u00e0 ermida de Ananias e lhe pedia que orasse em favor de sua filha.<\/p>\n<blockquote><p>\u00a0<strong>O sonho revelador<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0Certa noite, Catarina e Sabinela tiveram sonhos id\u00eanticos: uma senhora de extrema beleza, rodeada de pr\u00edncipes, aproximou-se de Catarina e lhe disse:<\/p>\n<p>\u2013 Todos estes s\u00e3o reis submissos a meu Filho, o Imperador da Gl\u00f3ria. Se queres, escolhe para esposo o que mais te agrada. Catarina n\u00e3o quis nenhum deles. Apareceu, ent\u00e3o, o Imperador da Gl\u00f3ria, rodeado de uma multid\u00e3o de seres celestes. A senhora perguntou:<\/p>\n<p>\u2013 Queres este, para teu esposo?<\/p>\n<p>Com grande fervor, Catarina disse sim, fosse ele quem fosse, e a nenhum outro.<\/p>\n<p>Sabinela reprovou-a:<\/p>\n<p>\u2013 Como ousas pedir para teu esposo aquele que tem tantos reis a seus p\u00e9s? Que te baste um de seus pr\u00edncipes, pois todos s\u00e3o poderosos.<\/p>\n<p>A filha respondeu:<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o me repreendais se desejo este. N\u00e3o vejo aqui nenhum outro que me seja superior em tudo, a n\u00e3o ser ele. Implorai \u00e0 sua M\u00e3e, a fim de que lhe fira o cora\u00e7\u00e3o para que me aceite por esposa. Se n\u00e3o, jamais me casarei. Sabinela dirigiu-se \u00e0 Senhora e lhe ofereceu a filha para esposa do Imperador da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>A senhora disse a seu Filho:<\/p>\n<p>\u2013 Quereis esta jovem para vossa esposa?<\/p>\n<p>Ele lhe respondeu:<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o. Afastai-a. N\u00e3o posso desposar uma id\u00f3latra. Se ela se batizar, prometo aceit\u00e1-la por esposa, dando-lhe um anel como sinal de alian\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00a0Quando acordaram, Sabinela e Catarina relataram uma \u00e0 outra o sonho. Parecia-lhes ser revelador.<strong>\u00a0<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Esposa do Imperador da Gl\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Catarina e Sabinela procuraram o eremita Ananias. Contaram-lhe o sonho. Esclarecido por Deus, o eremita lhes disse que a senhora \u00e9 Maria, a M\u00e3e de Deus; o Imperador da Gl\u00f3ria \u00e9 Jesus Cristo; os pr\u00edncipes s\u00e3o os Patriarcas, os Profetas, os Ap\u00f3stolos e os Santos; os seres celestes s\u00e3o os Anjos. Acrescentou, ainda, que se Catarina quisesse o Imperador da Gl\u00f3ria por esposo, seria necess\u00e1rio que se fizesse crist\u00e3.<\/p>\n<p>\u00a0O eremita a instruiu. Chorando e com fervor, recebeu o batismo. Catarina n\u00e3o conseguia esquecer o sonho. Desejava Cristo para seu esposo. Certo dia, rezando em seu quarto, o Senhor lhe apareceu. Em sinal de que a aceitava por esposa, colocou-lhe um anel verdadeiro no dedo e prometeu fazer por ela grandes coisas. E desapareceu. Catarina compreendeu que era uma vis\u00e3o espiritual. A Caridade Divina a abrasava e a envolvia por respeitosa ternura para com o Senhor Jesus, seu esposo. Ele a cumulava de gra\u00e7as. Catarina passou a dedicar seu tempo \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o, \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, \u00e0 leitura e medita\u00e7\u00e3o da Sagrada Escritura, especialmente dos textos dos Evangelhos. Costumava exclamar: \u2013 \u00d3 pecadora, como perdi meu tempo nas trevas dos livros profanos!<\/p>\n<p>\u00a0\u2013 Catarina, eis o Evangelho de teu esposo! P\u00f5e teu cora\u00e7\u00e3o a estud\u00e1-lo cuidadosamente, a fim de que possas chegar \u00e0 luz da Verdade. \u00a0<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0Em Alexandria<\/strong><\/p>\n<p>Os grandes do reino pediam a Catarina que se casasse. Catarina respondeu:<\/p>\n<p>\u2013 Sou esposa do Rei Alt\u00edssimo, o Salvador do mundo. Eis o anel pelo qual o Senhor Jesus me declarou sua esposa.<\/p>\n<p>Os pr\u00edncipes continuaram a insistir. Catarina, querendo servir unicamente a Deus, pediu \u00e0 m\u00e3e para retornarem \u00e0 Alexandria, ao patrim\u00f4nio que lhe pertencia por heran\u00e7a. Confiaram o reino a um governador e partiram. Sabinela sentia-se feliz com as boas disposi\u00e7\u00f5es da filha. Mas, por esse tempo, Sabinela morreu em paz. Catarina, em Alexandria, administrava cuidadosamente seus bens e cuidava dos servos. Distribu\u00eda v\u00edveres e vestimentas entre eles. Da abund\u00e2ncia da fortuna de seu pai ela fazia esmolas aos pobres. Os pr\u00edncipes da Cil\u00edcia ficaram desapontados. Acusaram Catarina de crist\u00e3, ao Imperador Max\u00eancio, que deu ouvidos aos mensageiros dos pr\u00edncipes. Determinou que Catarina fosse vigiada secretamente. Em breve, ele mesmo iria a Alexandria. Ficou sabendo que a jovem era sobrinha de seu primo Constantino, seu inimigo mortal, que o expulsara de Roma.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Persegui\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0Estamos por volta do ano 307. Dioclesiano e Maximiano haviam favorecido a idolatria e perseguido a Igreja. Max\u00eancio, filho de Maximiano, quis incrementar o poder da idolatria. Ordenou que a Igreja de Cristo fosse perseguida e arrasada. Para melhor identificar os crist\u00e3os, organizou pomposa festa. No dia determinado, Max\u00eancio, ao som de trombetas, fez convocar os habitantes de Alexandria a se reunirem no templo dos deuses, a fim de oferecerem sacrif\u00edcios segundo as posses: os ricos, touros e carneiros; os pobres imolariam p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>Por toda cidade ouvia-se a voz dos animais que eram sacrificados. O sangue das v\u00edtimas escorria pelo ch\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0Catarina, ao ouvir o som das trombetas, os gritos dos animais e todo o alarido que se fazia no templo dos \u00eddolos, enviou mensageiros para se informar sobre os acontecimentos. Ciente do que era, dirigiu-se ao templo. Encontrou crist\u00e3os a chorar, a gemer e a se queixar. Por medo da morte, viram-se constrangidos a participar dos sacrif\u00edcios aos \u00eddolos. A jovem Catarina, tocada de dor e de zelo, enfrentou o olhar do imperador.<\/p>\n<p>\u00a0Reprovou-o pela ingratid\u00e3o para com Deus que o investira de poder; e ele, em vez de reconhecer o seu Criador, sacrificava aos \u00eddolos, inventados pelos homens, e lhes rendia as homenagens devidas ao Deus verdadeiro.<\/p>\n<p>\u2013 Al\u00e9m do mais, Deus n\u00e3o se alegra com o sacrif\u00edcio de animais. O que Deus quer de seus filhos \u00e9 a f\u00e9, a pr\u00e1tica da justi\u00e7a e da miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>Enquanto a jovem falava, o imperador fixou-lhe o olhar. Considerava a beleza irradiante do semblante da virgem, a coragem e a for\u00e7a de seus argumentos. Quando ela terminou de falar, ele procurou refutar suas afirma\u00e7\u00f5es\u2026 apoiando-se na tradi\u00e7\u00e3o dos antepassados,\u2026 Max\u00eancio, vendo que n\u00e3o podia venc\u00ea-la na sabedoria, convidou-a a residir em seu pal\u00e1cio e submeter-se \u00e0s suas ordens.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Corajosa e s\u00e1bia<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0Max\u00eancio, vencido nos mestres de sua cren\u00e7a, enfurecido por ver demonstrada a falsidade dos deuses, mandou que os s\u00e1bios fossem queimados vivos, em pra\u00e7a p\u00fablica, no dia seguinte.O imperador Max\u00eancio convocou os eruditos. Quando souberam do motivo, ficaram decepcionados. Julgaram ser afronta \u00e0 sua sabedoria, disputar com a jovem que eles qualificaram de feiticeira, atrevida e orgulhosa. O imperador prometeu-lhes presentes e honras se a convencessem de erro. Catarina, ciente do duelo intelectual que a esperava, n\u00e3o se perturbou.<\/p>\n<p>\u00a0Recomendou-se ao Senhor dizendo:<\/p>\n<p>\u2013 Senhor Jesus Cristo, que te dignaste reconfortar teus servos para que n\u00e3o tremessem ante \u00e0s persegui\u00e7\u00f5es; que lhes disseste: \u201cQuando estiverdes diante dos reis e presidentes, n\u00e3o vos inquieteis sobre o que haveis de responder. Eu vos darei uma sabedoria \u00e0 qual vossos advers\u00e1rios n\u00e3o poder\u00e3o resistir, nem vos contradizer\u201d6\u00a0, s\u00ea presente a mim, tua serva, e d\u00e1 \u00e0 minha boca a palavra exata a fim de que aqueles que vieram para insultar Teu nome, n\u00e3o tenham for\u00e7a e poder contra mim, mas que, ao contr\u00e1rio, pela virtude de Tua palavra, seus sentidos endurecidos se abram \u00e0 Tua luz e que eles rendam honra e gl\u00f3ria ao Teu nome, Senhor, que com o Pai e o Esp\u00edrito Santo, reinas sempre, pelos s\u00e9culos. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00a0Apareceu-lhe o Arcanjo S\u00e3o Miguel e lhe disse:<\/p>\n<p>\u00a0\u2013 N\u00e3o tenhas medo, Catarina! \u00c9s agrad\u00e1vel a Deus! Continua neste caminho. Jesus Cristo, amigo verdadeiro e fiel, te recompensar\u00e1 pelas lutas que travas por amor a Ele. Teus advers\u00e1rios ser\u00e3o tocados pela Gra\u00e7a. Em breve tua prova\u00e7\u00e3o chegar\u00e1 ao fim.<\/p>\n<p>\u00a0Max\u00eancio, em seu trono, mandou que entrassem os s\u00e1bios. Ordenou que Catarina se apresentasse. Grande n\u00famero de alexandrinos acorreu para ouvir a disputa.<\/p>\n<p>Os s\u00e1bios expuseram sua doutrina em defesa da autoridade dos deuses. O audit\u00f3rio aplaudiu. Catarina falou da divindade eterna sem princ\u00edpio, do Criador do c\u00e9u e da terra e da humanidade do Verbo, para a reden\u00e7\u00e3o do mundo. Tal foi a for\u00e7a de suas raz\u00f5es e a evid\u00eancia das afirma\u00e7\u00f5es, que abalou as convic\u00e7\u00f5es dos 50 s\u00e1bios e todos confessaram a verdade do cristianismo. Muitos, dentre o povo, se converteram a Cristo. Max\u00eancio, vencido nos mestres de sua cren\u00e7a, enfurecido por ver demonstrada a falsidade dos deuses, mandou que os s\u00e1bios fossem queimados vivos, em pra\u00e7a p\u00fablica, no dia seguinte.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>A pris\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0Por ordem do tirano, Catarina foi encarcerada. No dia seguinte, Max\u00eancio mandou vir Catarina \u00e0 sua presen\u00e7a. Estava apaixonado pela beleza da jovem. Procurou conquist\u00e1-la por meio de promessas e de adula\u00e7\u00f5es. Prometeu-lhe as honras devidas a uma deusa e dedicar-lhe um templo. A jovem insistia junto ao imperador para que deixasse de fazer tais propostas. Fiel a Jesus Cristo, disp\u00f4s-se a aceitar os sofrimentos e o mart\u00edrio. O monarca enfurecido, deu ordens para que a jovem fosse flagelada. Catarina continuou condenada ao c\u00e1rcere escuro, sem comer e sem beber. Max\u00eancio precisou viajar.<\/p>\n<p>\u00a0Em sua aus\u00eancia, a Imperatriz chamou o General Porf\u00edrio e contou-lhe:<\/p>\n<p>\u2013 Nesta noite tive um sonho que me fez sofrer. Vi uma jovem encerrada num c\u00e1rcere, rodeada de luz e de muitas pessoas vestidas de branco. A jovem se aproximou de mim e colocou-me uma coroa na cabe\u00e7a dizendo: \u00d3 imperatriz, eis a coroa que o c\u00e9u te envia, em nome de Jesus Cristo, meu Deus e meu Senhor!\u201d Pe\u00e7o-te, Porf\u00edrio, que me acompanhes \u00e0 pris\u00e3o em que se encontra Catarina.<\/p>\n<p>\u00a0Porf\u00edrio j\u00e1 perdera a f\u00e9 nos deuses e olhava com simpatia o Cristianismo. Chegaram ao c\u00e1rcere \u00e0s primeiras horas da noite. Estava iluminado por claridade indescrit\u00edvel. Rescendia suave odor. Apavorados, ca\u00edram por terra.<\/p>\n<p>\u00a0&#8211; Levantai-vos! disse Catarina. N\u00e3o vos assusteis! Cristo quer dar-vos a vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>Catarina conversou longamente com a imperatriz e o general Porf\u00edrio que aderiram a Cristo. Animou-os a se prepararem para as conseq\u00fc\u00eancias, inclusive para o mart\u00edrio que sua ades\u00e3o a Cristo lhes traria. Porf\u00edrio comandava a primeira coorte dos guardas imperiais: 500 homens. Confirmado na f\u00e9, anunciou a seus soldados a Boa Nova de Jesus. Muitos se converteram.<\/p>\n<p>Uma pomba branca trazia um alimento divino que sustentava Catarina, na pris\u00e3o. No 12\u00ba dia de pris\u00e3o, Cristo lhe apareceu e disse:<\/p>\n<p>\u00a0\u2013 Alegra-te! N\u00e3o tenhas medo! Estou contigo e n\u00e3o te abandonarei jamais. Muitos devem a ti a f\u00e9 em meu nome!<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><strong>Mart\u00edrio<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0Max\u00eancio retornou da viagem. Convocou Catarina a comparecer no tribunal. O imperador ficou surpreso ao v\u00ea-la mais bela do que antes, apesar do jejum e da flagela\u00e7\u00e3o. Ordenou que os guardas fossem castigados se n\u00e3o revelassem quem a havia socorrido na pris\u00e3o. Para defender a vida dos guardas, Catarina declarou:<\/p>\n<p>\u00a0\u2013 Se estou com boa apar\u00eancia \u00e9 porque Aquele que eu confessei diante de ti, dignou-se alimentar Sua serva com p\u00e3o celestial. Mais irritado ainda, Max\u00eancio acusa-a de feiticeira. Ordena que seja torturada e assassinada. A caminho do supl\u00edcio, Catarina converteu a muitos que insistiam com ela para que atendesse aos desejos do imperador.<\/p>\n<p>\u00a0Chursates, alto funcion\u00e1rio da corte, homem diab\u00f3lico, veio ter com o imperador e lhe prop\u00f4s condenar Catarina ao supl\u00edcio da m\u00e1quina com facas e pontas de ferro nas quatro grandes rodas que, ao se movimentarem em sentidos inversos umas das outras, despeda\u00e7ariam o corpo colocado no meio delas. A m\u00e1quina foi colocada na pra\u00e7a p\u00fablica e Catarina foi trazida para o local. Enquanto preparavam o supl\u00edcio, Catarina permaneceu tranq\u00fcila e rezou:<\/p>\n<p>\u00a0\u2013 \u00d3 Deus, Pai Todo-Poderoso, que n\u00e3o cessas de vir com bondade em socorro daqueles que Te invocam em seus perigos e em suas necessidades, atende-me. Pe\u00e7o-Te que esta m\u00e1quina de tortura seja destru\u00edda a fim de que aqueles que est\u00e3o aqui, tocados pelo Teu poder, glorifiquem Teu santo nome. Tu sabes que n\u00e3o oro por medo dos sofrimentos, pois desejo, de cora\u00e7\u00e3o, chegar a Ti por qualquer g\u00eanero de morte, mas rezo por aqueles que, atrav\u00e9s de mim, devem crer em Ti e perseverem na confiss\u00e3o de Teu nome. Apenas a jovem acabara a ora\u00e7\u00e3o, eis que um Anjo descendo do c\u00e9u, num turbilh\u00e3o, quebrou a m\u00e1quina com tal \u00edmpeto que os peda\u00e7os se projetaram sobre os algozes. Alguns morreram atingidos pelos peda\u00e7os das rodas e, outros, pelo raio.<\/p>\n<p>\u00a0A Imperatriz foi ter com seu marido e lhe disse:<\/p>\n<p>\u2013 Por que lutas contra o Senhor meu Deus? Que loucura te ergueres contra o Criador! Pensas que ter\u00e1s \u00eaxito? Reconhece, ao menos agora, nas rodas quebradas, o poder do Deus dos crist\u00e3os!<\/p>\n<p>Muitos pag\u00e3os, vendo o sinal do c\u00e9u, converteram-se a Jesus Cristo e diziam:<\/p>\n<p>\u2013 Verdadeiramente, o Deus dos crist\u00e3os \u00e9 muito grande. Confessamos Sua gl\u00f3ria e somos Seus servidores, pois os teus deuses, \u00f3 imperador, s\u00e3o \u00eddolos v\u00e3os e in\u00fateis que n\u00e3o podem ajudar em nada aos seus adoradores e nem a eles mesmos.<\/p>\n<p>Irritado ao ver que sua esposa professava a f\u00e9 em Jesus Cristo ordenou aos carrascos que a levassem ao lugar do supl\u00edcio para ser martirizada.<\/p>\n<p>A imperatriz se encontrou com Catarina e lhe disse:<\/p>\n<p>\u2013 \u00d3 virgem de Jesus Cristo, ora por mim ao Senhor Deus por cuja gl\u00f3ria iniciei este combate. Pede-lhe que ele confirme minha coragem, que fortale\u00e7a meu cora\u00e7\u00e3o a fim de que, por meio do mart\u00edrio, como afirmaste, obtenha aquilo que Cristo prometeu a Seus servos.<\/p>\n<p>Catarina respondeu:<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o tenhas medo, \u00f3 Rainha, amada pelo Senhor Deus, mas age com coragem, pois hoje, em troca de teu reino passageiro, receber\u00e1s um reino eterno; em lugar de teu esposo mortal, far\u00e1s alian\u00e7a com o esposo imortal. Os sofrimentos passageiros conduzir-te-\u00e3o ao repouso eterno. Uma morte r\u00e1pida, conduzir-te-\u00e1 \u00e0 vida que n\u00e3o ter\u00e1 fim. Hoje, em verdade, ver\u00e1s o dia em que se realizar\u00e1 teu nascimento. Encorajada, a rainha exortou os algozes a cumprirem logo as ordens do tirano. Os carrascos conduziram-na para fora da cidade. Com tenazes de ferro lhe arrancaram os seios; e, depois de cru\u00e9is tormentos, lhe deceparam a cabe\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Na manh\u00e3 seguinte o imperador ficou sabendo que o general Porf\u00edrio e seus soldados embalsamaram e sepultaram o corpo da imperatriz. Encolerizado, ordenou que Porf\u00edrio e seus soldados fossem martirizados e decapitados. Por um edito expresso ordenou que seus corpos fossem devorados pelos c\u00e3es.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Morte Gloriosa<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Alguns dias depois, o imperador Max\u00eancio pediu que lhe trouxessem Catarina e lhe disse:<\/p>\n<p>\u2013 Embora sejas mais culpada do que todos aqueles que, seduzidos por tua arte m\u00e1gica, incorreram, por tua causa, \u00e0 dura senten\u00e7a de morte, todavia, se te arrependeres e ofereceres incenso \u00e0s nossas divindades onipotentes, poder\u00e1s reinar feliz conosco e ser nomeada a primeira em nosso reino.<\/p>\n<p>Catarina desdenhou as promessas do tirano e preferiu ser fiel a Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Max\u00eancio ordenou que fizessem Catarina sair de sua presen\u00e7a e que fosse imediatamente decapitada.<\/p>\n<p>Enquanto Catarina se apressava em dire\u00e7\u00e3o ao lugar fixado para o mart\u00edrio, viu a multid\u00e3o que a seguia e muitos choravam. Disse-lhes:<\/p>\n<p>\u2013 Se alguma piedade natural vos comove a meu respeito, pe\u00e7o-vos: alegrai-vos comigo, pois vejo Nosso Senhor Jesus Cristo que me chama. Ele \u00e9 a soberana recompensa dos santos, a beleza e a coroa das virgens.<\/p>\n<p>Pediu ao carrasco lhe desse tempo para orar:<\/p>\n<p>\u2013 \u00d3 bom Jesus, que \u00e9s a alegria e a salva\u00e7\u00e3o de todos os que cr\u00eaem em Ti, eu Te agrade\u00e7o, meu Salvador, por Te haveres dignado admitir-me entre Teus servos.<\/p>\n<p>Usa de miseric\u00f3rdia para com Tua humilde serva a fim de que todos aqueles que, em mem\u00f3ria de meu mart\u00edrio, Te louvarem e glorificarem, ou que me invocarem na hora da morte, ou em qualquer ang\u00fastia, tribula\u00e7\u00e3o ou necessidade, sintam o poderoso efeito de Tua ajuda. Que toda peste e fome, toda doen\u00e7a e cont\u00e1gio, que a mortal viol\u00eancia das tempestades se afastem para longe deles. Que em seus campos e lavouras a colheita seja abundante. Que o ar, em seu clima, seja doce e salutar. Que todos os elementos lhes sejam amigos. Que eles obtenham abund\u00e2ncia de bens corporais e espirituais.<\/p>\n<p>Eis que meu combate chega ao fim, \u00f3 bom Jesus; mas, belo Senhor Deus, ordena que meu corpo, que agora ser\u00e1 entregue \u00e0 morte pelo gl\u00e1dio, seja guardado dos c\u00e3es vorazes, pelas m\u00e3os de Teus anjos, e que ele espere em paz o dia em que se reunir\u00e1 \u00e0 minha alma, na companhia das virgens bem-aventuradas, no para\u00edso da felicidade eterna.<\/p>\n<p>Catarina estendeu o pesco\u00e7o e disse ao algoz:<\/p>\n<p>\u2013 Eis que Nosso Senhor Jesus Cristo me chama! Faze o que tens a fazer.<\/p>\n<p>O algoz, de um s\u00f3 golpe, decepou-lhe a cabe\u00e7a.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Venera\u00e7\u00e3o a Santa Catarina de Alexandria<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, os Anjos (monges) transportaram o corpo de Catarina para o mais alto pico do monte Sinai\u00a0\u00a0que passou a ter seu nome.Desde os primeiros tempos do cristianismo, muitos fi\u00e9is, para fugirem das persegui\u00e7\u00f5es de Roma, e viverem mais unidos a Deus, no sil\u00eancio e na solid\u00e3o, retiraram-se nos desertos do Sinai. J\u00e1 no s\u00e9culo III depois de Cristo encontramos monges no Sinai formando comunidades junto aos lugares santos: ao redor do monte Horeb, junto \u00e0 \u201csar\u00e7a ardente\u201d8\u00a0, ao o\u00e1sis Faran e a outros lugares, ao sul do Sinai.<\/p>\n<p>Os primeiros monges sofreram priva\u00e7\u00f5es, quer pela hostilidade da natureza, quer pelos assaltos de tribos n\u00f4mades. Nada os detinha de se adentrarem nos desertos sina\u00edticos. Muitos deles viviam eremiticamente, nas grutas e dedicavam-se \u00e0 ora\u00e7\u00e3o. Nos dias festivos reuniam-se perto da \u201csar\u00e7a ardente\u201d para ouvirem o mestre espiritual e receberem a Eucaristia.A liberdade religiosa concedida pelo imperador Constantino9\u00a0\u00a0propiciou o florescimento da vida mon\u00e1stica do Sinai.O imperador bizantino Justiniano (527 a 565) ordenou a constru\u00e7\u00e3o do Mosteiro de Santa Catarina10\u00a0\u00a0e da Igreja,11\u00a0\u00a0no Monte Sinai.<\/p>\n<p>A venera\u00e7\u00e3o a Santa Catarina teve novo impulso quando seu corpo foi descoberto no Monte Katharin, no s\u00e9culo VIII12\u00a0. Tornou-se objeto de freq\u00fcentes visitas\u00a0.Sua venera\u00e7\u00e3o propagou-se nas cristandades do Oriente, em toda Igreja Grega, no Ocidente, especialmente, na Igreja Latina.A Biblioteca Nacional da Fran\u00e7a possui a Vida de Santa Catarina em dois manuscritos de reda\u00e7\u00e3o latina anteriores \u00e0s Cruzadas\u2026Catarina \u00e9 um nome comum de batismo. Numerosas Igrejas e Capelas, localidades\u00a0, tanto no Oriente como no Ocidente, s\u00e3o colocadas sob sua prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 honrada como padroeira da Congrega\u00e7\u00e3o das Irm\u00e3s de Santa Catarina, dos jovens, das faculdades de filosofia das universidades, das escolas crist\u00e3s, da corpora\u00e7\u00e3o dos moleiros (donos de moinho) e dos fabricantes de carros. \u00c9 um dos quatorze santos auxiliares. Sua festa \u00e9 celebrada no dia 25 de novembro.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-11854\" data-postid=\"11854\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-11854 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 25 de Novembro Nascimento \u00a0O rei Costus, da Cil\u00edcia, casou-se com Sabinela, mulher prudente e s\u00e1bia, filha de um pr\u00edncipe dos Samaritanos, que deu a Costus, como dote, terras do Egito, na regi\u00e3o de Alexandria\u00a0. 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