
{"id":12324,"date":"2011-01-13T01:01:22","date_gmt":"2011-01-13T03:01:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=12324"},"modified":"2010-12-23T07:31:46","modified_gmt":"2010-12-23T09:31:46","slug":"nossa-senhora-todos-seus-nomes-12","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/nossa-senhora-todos-seus-nomes-12\/","title":{"rendered":"Nossa Senhora da Lapa &#8211; Nossa Senhora, Todos seus Nomes"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossassenhoras.sites.uol.com.br\/nslapa.jpg\" alt=\"\" width=\"460\" height=\"600\" \/><\/p>\n<h2>Em meados do ano de 1498 ainda nenhuma habita\u00e7\u00e3o se abrigava, por muitos quil\u00f4metros ao redor, no ponto mais alto de uma serrania da freguesia de Quintela. Apenas alguns pastorinhos de magros e diminutos rebanhos freq\u00fcentavam as agrestes paragens; por\u00e9m, t\u00e3o violento era o local, que os pr\u00f3prios pastores o evitavam tanto quanto poss\u00edvel, pois s\u00f3 de lobos e raposas eram covil f\u00e1cil e seguro os duros rochedos gran\u00edticos pegando o solit\u00e1rio local.<br \/>\nFazia exce\u00e7\u00e3o, ao temor que o lugar inspirava, uma jovem pastorinha chamada Joana, muda de nascen\u00e7a, que freq\u00fcentava com insist\u00eancia as lapas e fraguedos daquele in\u00f3spito planalto, onde passava horas e horas a fio, sozinha e abandonada de seus companheiros, mas sempre rodeada de seu rebanho de cabras e ovelhas. Estas, apesar de j\u00e1 terem devorado tudo quanto de comest\u00edvel se encontrava ao redor, n\u00e3o se afastavam da pastorinha, que por sua vez n\u00e3o se arredava de determinada lapa, justamente a de mais dif\u00edcil acesso, pelo que era evitada por todos os outros pastorinhos de Quintela. Os animais de Joana, no entanto, estavam gordos, como se tivessem diariamente pasto fresco e reconfortante.<br \/>\nAconteceu, por\u00e9m, que a m\u00e3e de Joana veio a conhecer a predile\u00e7\u00e3o da filha pelo rec\u00f4ndito penhasco, a mil metros acima do n\u00edvel do mar, e n\u00e3o querendo que ela perdesse tempo com o rebanho por aqueles ermos t\u00e3o mal afamados, ordenou que n\u00e3o se demorasse na lapa e que seguisse com o rebanho por toda a serra.<br \/>\nObediente como boa filha que era, a muda Joana cumpriu as ordens da m\u00e3e, e por isso, no dia seguinte, seus companheiros, com grande espanto, viram-na retirar do seu bornal uma linda imagenzinha, de rosto t\u00e3o formoso, que dava gosto v\u00ea-la e contempl\u00e1-la, pondo-se depois a rezar diante dela, o que fazia todos os dias, da seguinte maneira: com toda a delicadeza tirava a imagem do seu bornal, colocava-a em cima de uma das mais elevadas pedras da serrania e, depois de rode\u00e1-la de flores silvestres, fazia-lhe sua ora\u00e7\u00e3o, contemplando-a com os olhos arregalados horas e horas seguidas, como se estivesse a conversar com sua querida imagem, o que lhe era imposs\u00edvel, por ser muda de nascimento. O rebanho n\u00e3o a abandonava um s\u00f3 instante; em vez de procurar pasto e alimento, mantinha-se igualmente em muda e admirativa contempla\u00e7\u00e3o, como se a melhor forragem fosse seu alimento cotidiano.<br \/>\nAo cair da tarde, Joana guardava a imagenzinha no seu bornal, com todo o cuidado e carinho, e, seguida do rebanho, voltava para casa, para no dia seguinte recome\u00e7ar tarefa id\u00eantica.<br \/>\nAssim se iam passando os dias, at\u00e9 que chegou o inverno com a neve, o frio, a intemp\u00e9rie pr\u00f3pria dessa esta\u00e7\u00e3o, retendo a pastorinha e suas ovelhas no redil de seu lar.<br \/>\nNuma tarde triste e sombria, com o vento uivando pelas desconjuntadas frestas da pouco confort\u00e1vel habita\u00e7\u00e3o, lareira acesa para se poder resistir ao frio, Joaninha, em seu habitual entretenimento, ajoelhada diante de sua querida imagenzinha, estava t\u00e3o absorta na ora\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se apercebeu das zangas da m\u00e3e, que irritada, furiosa, sem que se soubesse o motivo do seu agastamento, toma a imagem e arremessa-a \u00e0 fogueira que na lareira ardia.<br \/>\nNesse mesmo instante um duplo milagre se observa, deixando estarrecidos todos os que observaram a inesperada cena: as chamas, em rubros lampejos, vacilantes, tremeluzindo, afastam-se da imagem, para poup\u00e1-la \u00e0 sua f\u00faria devastadora, e Joana, a muda Joana, soltando um grito aflitivo, lancinante, exclama aterradoramente: &#8220;\u00d3 minha m\u00e3e! Que fez a minha m\u00e3e?! Quer queimar a Senhora da Lapa?!&#8230;\u201d<br \/>\nA m\u00e3e, at\u00f4nita, espavorida, assombrada com o que v\u00ea e ouve, mais espavorida se toma ainda, quando, ao querer retirar do fogo a santa imagem, que inconscientemente tinha profanado, sentiu o bra\u00e7o direito paralisado, tolhido, incapaz de fazer o mais simples movimento. E ent\u00e3o, de admira\u00e7\u00e3o em admira\u00e7\u00e3o, ouve a filha contar com toda a clareza e nitidez: &#8220;Encontrei esta linda imagem no ponto mais alto da serra, escondida no fundo de uma lapa dos maiores penedos que ali se encontram, quase imposs\u00edvel de nele se penetrar, tal a espessura dos silvados, do tojo e do matagal que a escondiam aos olhos profanos. Brilhava no interior da lapa com um estranho fulgor, e foi desde que a retirei de l\u00e1 a minha companheira insepar\u00e1vel. E deu-me a fala Nossa Senhora da Lapa!&#8221;<br \/>\nVeio a saber-se mais tarde que a linda imagem tinha pertencido \u00e0s beneditinas do convento de Sermilo (Aguiar da Beira), e por elas fora escondida no rec\u00f4ndito daquela lapa, para assim impedirem o sacril\u00e9gio de ser destru\u00edda pelas hostes do terr\u00edvel Al-Man\u00e7or. No recanto oculto e ignorado daqueles alcantis agrestes e bravios tinha a imagem permanecido mais de 515 anos.<br \/>\nVejamos agora o que sucedeu \u00e0 imagem de Nossa Senhora da Lapa depois de retirada do fogo: todos se puseram de joelhos, pedindo perd\u00e3o a Deus da profana\u00e7\u00e3o cometida, e logo depois foram procurar o p\u00e1roco da freguesia de Quintela, o qual, ciente do que se passara, colocou a imagem num altar de sua igreja paroquial.<br \/>\nNovos milagres se operaram: a m\u00e3e de Joana recupera a for\u00e7a e o movimento de seu lado paralisado; a pastorinha continua falando, exprimindo com clareza seus pensamentos; e por tr\u00eas vezes a imagem, misteriosa e inexplicavelmente, desaparece do seu altar da igreja paroquial de Quintela, para de novo ser achada por Joana em sua antiga lapa nos fraguedos gigantescos da alcantilada serra, que conserva seu nome.<br \/>\nCompreenderam ent\u00e3o todos os habitantes que Nossa Senhora da Lapa queria permanecer no lugar onde tinha sido encontrada, e por isso foi ali constru\u00edda sobre o rochedo modesta capelinha que ficou sendo propriedade da freguesia de Quintela.<br \/>\nComo os antigos burgos que se formavam junto dos castelos e catedrais, assim em torno da modesta capelinha principiaram a aparecer as primeiras habita\u00e7\u00f5es, que tomaram grande desenvolvimento, sendo mais tarde o conjunto elevado \u00e0 categoria de vila. Assim a Lapa deve sua exist\u00eancia e sua prosperidade \u00e0 circunst\u00e2ncia do aparecimento da imagem da Virgem, e \u00e0 aflu\u00eancia de fi\u00e9is e de esmolas deixadas no lugar. O primitivo orat\u00f3rio e as barracas anexas, sob a jurisdi\u00e7\u00e3o do reitor Vila da Rua, passaram depois para a Companhia de Jesus, estabelecida ent\u00e3o em Portugal pela primeira vez e gozando de grandes simpatias.<br \/>\nFoi notabil\u00edssimo o desenvolvimento que os jesu\u00edtas deram ao culto e \u00e0 devo\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora da Lapa.<br \/>\nA igreja atual deve-se a eles, bem como o edif\u00edcio do col\u00e9gio, bastante grandioso para a \u00e9poca em que foi constru\u00eddo. Antes de terminar este resumo, conv\u00e9m dizer algumas palavras sobre o singular santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Lapa: uma parte das duas rochas pesad\u00edssimas, alongadas, volumosas que constituem a gruta ou lapa natural onde foi encontrada a linda imagem de Nossa Senhora (que por esta circunst\u00e2ncia foi intitulada pela pastorinha Joana, espontaneamente, Nossa Senhora da Lapa) encontra-se atualmente dentro do santu\u00e1rio; a outra parte, por demasiadamente volumosa, ficou num edif\u00edcio anexo \u00e0 parte posterior do templo, comunicando com este por uma passagem exterior.<br \/>\nAo entrar pela porta principal do santu\u00e1rio, o visitante depara, no centro, com uma colossal penedia, com o altar do Menino Jesus, fechado por elegante grade de ferro forjado, e, \u00e0 direita, com a entrada para a gruta de Nossa Senhora da Lapa, \u00e0 qual serve de c\u00fapula,o enorme rochedo.<br \/>\nN\u00e3o sendo poss\u00edvel dar a descri\u00e7\u00e3o completa do santu\u00e1rio nem das riquezas que encerra em prataria e paramentos, artisticamente trabalhados, finalizemos esta interessante e comovente origem do t\u00edtulo Nossa Senhora da Lapa, louvando e bendizendo mais uma vez a bondade ilimitada da querida M\u00e3e celestial. (Resumo do folheto Santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Lapa, do Dr. Jos\u00e9 Martins Barbosa, m\u00e9dico e jornalista, exemplar enviado de Portugal.)<br \/>\nTexto transcrito do livro \u201cMaria e seus t\u00edtulos gloriosos\u201d, de Ed\u00e9sia Aducci, Ed. Loyola, SP, 1998, pp. 187-190A explica\u00e7\u00e3o para o facto da imagem se encontrar escondida debaixo da lapa onde foi encontrada pela pastorinha, \u00e9 a seguinte: Estava-se em pleno final do s\u00e9c. X, quando o general mouro, Alman\u00e7or, atravessando o rio Douro para sul , ao mesmo tempo que avan\u00e7ava, ia destruindo o que encontrava na sua passagem come\u00e7ando por Lamego e seguindo em direc\u00e7\u00e3o a Trancoso. Durante a sua viagem de destrui\u00e7\u00e3o arrasou o convento das Arcas, tendo martirizado v\u00e1rias religiosas entre as quais Comba Ozores, a superiora. Atravessando a serra da Pera chegou ao convento de Sismaria, no concelho de Aguiar da Beira. De novo grande parte das religiosas foram martirizadas tendo algumas conseguido escapar. Estas, na fuga, levando consigo uma imagem de Nossa Senhora ,dirigiram-se para a serra \u00e0 procura de abrigo e esconderijo. Num deserto de penedos, descobriram uma gruta ou lapa onde esconderam a imagem, livre agora da profana\u00e7\u00e3o. Assim, ali permaneceu escondida durante cinco s\u00e9culos.Ora\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora da LapaNossa Senhora da Lapa, que h\u00e1 mais de quinhentos anos aparecestes em imagem humilde \u00e0 pastora Joana, lhe destes o dom da fala e, na gruta rochosa, fizestes descer tantas gra\u00e7as de Deus sobre a humanidade, sede sempre a estrela que brilha em nossa vida.<br \/>\nM\u00e3e Admir\u00e1vel, volvei para n\u00f3so vosso olhar bondoso e atendai-nos em todas nossas necessidades. Nossa Senhora da Lapa, confiamos em V\u00f3. Dai a paz ao mundo, protegei nossas fam\u00edlias, amparai-nos nas horas de afli\u00e7\u00e3o, aumentai nossa f\u00e9 e alcan\u00e7ai-nos a gra\u00e7a a perseveran\u00e7a final.<br \/>\nAve maria&#8230;<\/h2>\n<div id=\"themify_builder_content-12324\" data-postid=\"12324\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-12324 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meados do ano de 1498 ainda nenhuma habita\u00e7\u00e3o se abrigava, por muitos quil\u00f4metros ao redor, no ponto mais alto de uma serrania da freguesia de Quintela. 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