
{"id":13170,"date":"2011-02-17T13:06:14","date_gmt":"2011-02-17T15:06:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=13170"},"modified":"2011-02-20T13:08:58","modified_gmt":"2011-02-20T16:08:58","slug":"volatilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/volatilidade\/","title":{"rendered":"Volatilidade"},"content":{"rendered":"<p>Maria Clara Bingemer<\/p>\n<p>A palavra vol\u00e1til quer dizer \u201cque voa, que tem asas\u201d.  Assim olhada \u00e0 primeira vista, encanta a imagina\u00e7\u00e3o e a sensibilidade. Quem j\u00e1 n\u00e3o desejou voar e ganhar espa\u00e7os infinitos, dependente apenas  de suas asas?  No entanto, em seu sentido figurado, a evoca\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o positiva.  Vol\u00e1til \u00e9 algu\u00e9m cuja opini\u00e3o ou ponto de vista muda com facilidade; inconstante, vol\u00favel; que n\u00e3o \u00e9 firme ou permanente; inconstante, mut\u00e1vel.<\/p>\n<p>A  palavra parece-nos adequada para definir as rela\u00e7\u00f5es humanas hoje em dia.  S\u00e3o, em sua maioria,  rela\u00e7\u00f5es sem firmeza, sem compromissos em longo prazo, sem perman\u00eancia e portanto, carentes ou vazias de sentido.  Mudam com extrema facilidade Vol\u00e1teis, portanto.<\/p>\n<p>Rela\u00e7\u00f5es vol\u00e1teis geram identidades igualmente vol\u00e1teis.  Incertas. Mutantes.    Formam-se a partir delas personalidades auto-referenciadas, de uma autonomia n\u00e3o livre, mas compulsiva.  S\u00e3o al\u00e9m disso identidades tempor\u00e1rias, que podem ser apagadas e substitu\u00eddas por outros r\u00f3tulos.  A mem\u00f3ria, atrofiada pelo ritmo da vida l\u00edquida p\u00f3s-moderna, ensina que esquecer \u00e9 o melhor, a fim de poder reescrever na lousa apagada uma nova identidade. Hoje me auto comprendo assim, amanh\u00e3 j\u00e1 ser\u00e1 diferente.  S\u00e3o igualmente identidades plurais, abertas, sem escolhas ou decis\u00f5es que empenhem a vida.<\/p>\n<p>Os v\u00ednculos admitidos s\u00e3o aqueles que cabem nas redes, como Facebook, Orkut, etc. Ali n\u00e3o se depende de rela\u00e7\u00f5es afetivas que pesam e tiram mobilidade.  E quando a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o mais interessar, pode-se cort\u00e1-la com a ligeireza de um click. E novamente mergulhar na mais profunda solid\u00e3o e vazio de sentido a que este estado de coisas condena o sujeito p\u00f3s-moderno. A \u00fanica rela\u00e7\u00e3o que n\u00e3o o amea\u00e7a \u00e9 aquela que ele estabelece com o seu eu, convertido no mortal espelho de Narciso. Voltar-se para si mesmo \u00e9 a \u00fanica inst\u00e2ncia dotada de certa perman\u00eancia em um mundo complexo, incerto e inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>A interioridade humana hoje vai se convertendo em um novo paradigma emergente. Trata-se, sem d\u00favida, de uma dimens\u00e3o constitutiva do ser humano.  O que se d\u00e1, no entanto, de fato, \u00e9 um estreitamento da interioridade, que se vive em grande medida pelo fluxo sempre em movimento das sensa\u00e7\u00f5es que  absorvem, n\u00e3o favorecendo o encontro profundo com o pr\u00f3prio eu, e por conseguinte tampouco com o outro.<\/p>\n<p>Por um lado, trata-se de um sintoma extremamente positivo, uma vez que denota o advento da j\u00e1 iniciada recupera\u00e7\u00e3o do espiritual como dimens\u00e3o de import\u00e2ncia inilud\u00edvel na vida humana. Os seres humanos de hoje experimentam, de novo, aquilo que Santo Agostinho escreveu em seu memor\u00e1vel livro das Confiss\u00f5es: \u201cEu n\u00e3o amava ainda e amava amar: buscava o que poderia amar, amando amar\u201d.<\/p>\n<p>Por outro lado, esse voltar-se para dentro de si mesmo pode incluir e efetivamente inclui a tenta\u00e7\u00e3o de esconder-se em si mesmo e terminar n\u00e3o conseguindo da\u00ed sair .  E a conseq\u00fc\u00eancia \u00e9 o estreitamento da pr\u00f3pria interioridade que tem como resultado o fechamento ao outro.  E uma terr\u00edvel e desesperadora solid\u00e3o.<\/p>\n<p>Os postos inst\u00e1veis de trabalho nas grandes empresas, a conviv\u00eancia em espa\u00e7os protegidos pelo medo \u00e0quilo que possa chegar desde fora, os espet\u00e1culos maci\u00e7os de divers\u00e3o, os transportes que levam de um lugar a outro incont\u00e1veis pessoas que viajam juntas sem encontrar-se, propiciam conex\u00f5es funcionais e passageiras, que n\u00e3o deixam rastro na pessoa que se desloca sem pausa pelo mundo l\u00edquido.<\/p>\n<p>O vazio que isto gera j\u00e1 \u00e9 bastante para denunciar que o ser humano \u00e9 constitu\u00eddo pelo primado da alteridade.  Apenas nos olhos do outro vejo quem sou e descubro minha identidade que j\u00e1 n\u00e3o pode dispensar a diferen\u00e7a do outro para autocompreender-se. A intimidade do sujeito humano s\u00f3 existe habitada pela presen\u00e7a de um Mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>A volta \u00e0 interioridade como paradigma n\u00e3o pretende ser, portanto, um ensimesmamento do eu.  Mas sim a condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para o reconhecimento da Presen\u00e7a que habita o humano. E esse reconhecimento, por sua vez, exigir\u00e1 da pessoa humana um \u00eaxodo, uma sa\u00edda de si, em dire\u00e7\u00e3o ao outro, humano e divino, em rela\u00e7\u00e3o com o qual \u00e9 imperioso entrar para re-encontrar-se e re-conciliar-se com sua identidade perdida. A volatilidade \u00e9 inimiga desse fundamental encontro marcado desde toda a eternidade.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-13170\" data-postid=\"13170\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-13170 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Clara Bingemer A palavra vol\u00e1til quer dizer \u201cque voa, que tem asas\u201d. Assim olhada \u00e0 primeira vista, encanta a imagina\u00e7\u00e3o e a sensibilidade. Quem j\u00e1 n\u00e3o desejou voar e ganhar espa\u00e7os infinitos, dependente apenas de suas asas? No entanto, em seu sentido figurado, a evoca\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o positiva. 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