
{"id":17422,"date":"2012-03-07T10:54:40","date_gmt":"2012-03-07T13:54:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=17422"},"modified":"2012-03-07T10:54:40","modified_gmt":"2012-03-07T13:54:40","slug":"a-linguagem-de-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/a-linguagem-de-amor\/","title":{"rendered":"A linguagem de amor"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MULHER, m\u00e3e e trabalhadora<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> A linguagem de amor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Pe. Alfredo J. Gon\u00e7alves, CS [<a href=\"http:\/\/www.provinciasaopaulo.com\" target=\"_blank\">www.provinciasaopaulo.com<\/a>]<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De retorno a S\u00e3o Paulo, ao meu lado no \u00f4nibus viajava uma senhora ainda jovem com duas crian\u00e7as: uma filhinha de alguns anos e um beb\u00ea de alguns meses. Logo surgiu um pequeno impasse. Dois ou tr\u00eas passageiros resmungaram sobre a luz acesa nas poltronas ocupadas pela m\u00e3e e filhos. Era evidente, por\u00e9m, que ela n\u00e3o apagava a l\u00e2mpada individual para evitar o choro da crian\u00e7a de colo. Tinha perfeita consci\u00eancia que seu beb\u00ea temia o escuro e devia esperar que ele dormisse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto isso, a jovem m\u00e3e oferecia o peito e \u201cfalava\u201d com o beb\u00ea. Falava entre aspas, porque se tratava de um mon\u00f3logo de palavras e frases entrecortadas, um murm\u00fario de sons e afagos, incompreens\u00edvel e ao mesmo tempo cheio de significado; um sussurro inarticulado de mimimi-mumumu, como diria um comentarista esportivo; a magia da \u00e1gua que, mansa e borbulhante, brota da fonte. Fonte cristalina e transparente, onde tudo \u00e9 l\u00edmpido e refrescante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num relance, pude observar os dois rostos praticamente colados um ao outro. O nariz da m\u00e3e entrecruzava-se com o do filho, num jogo de comunica\u00e7\u00e3o bem conhecido de quem costuma lidar com a inf\u00e2ncia. Mais expressivo ainda era o olhar dela fascinado pelos olhinhos da crian\u00e7a, abertos e fixos naquele rosto familiar e amado. Podia-se adivinhar o esbo\u00e7o de um sorriso divino de ambos os lados, num enternecimento inexprim\u00edvel. A imagem transbordava de ternura e afeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste caso, pouco ou nada importavam a l\u00f3gica e o sentido das palavras. O amor, a dedica\u00e7\u00e3o e o carinho expressavam-se, antes, pela entona\u00e7\u00e3o da voz, pelo calor do corpo, pelos bra\u00e7os acolhedores, pelo balan\u00e7o ritmado dos embalos, pela profus\u00e3o de car\u00edcias e beijos. A linguagem do amor, na express\u00e3o animal e humana, n\u00e3o \u00e9 constru\u00edda com um edif\u00edcio de palavras, frases, discursos, e sim com balbucios, gestos, olhares, sorrisos, toques, can\u00e7\u00f5es, presen\u00e7a&#8230; \u00c9 a arte daquela que, al\u00e9m de carregar a sua \u201ccria\u201d por nove meses no aconchego de seu ventre e amament\u00e1-la depois de nascida, ensina-lhe em seguida as primeiras palavras, as primeiras preces e os primeiros passos. Aquela que, no ber\u00e7o e na casa, vela pela vida que cresce e amadurece: primeira a levantar-se, \u00faltima a deitar-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Semelhante cena, t\u00e3o simples e singela, levou-me \u00e0s palavras do salmo: \u201ceu fiz calar e repousar a minha alma, como uma crian\u00e7a rec\u00e9m-amamentada no colo da m\u00e3e\u201d (Sl 131,2). Tanto a linguagem do amor quanto a linguagem da ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o feitas como narrativas articuladas, gramaticamente corretas em seus conceitos e argumenta\u00e7\u00f5es. Ao contr\u00e1rio, ela constitui uma mistura de sons e sil\u00eancios, comunica\u00e7\u00e3o de fala e escuta, onde prevalece uma tonalidade de voz que \u00e9 \u00fanica e irrepet\u00edvel em cada pessoa e em cada rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A raz\u00e3o, com sua lucidez fria e cortante, apaga muitas vezes o encanto de uma rela\u00e7\u00e3o amorosa, quer em termos espirituais quer em termos afetivos. Aqui a alma, o cora\u00e7\u00e3o e o corpo falam mais alto, mesmo sem nada dizer de intelig\u00edvel ou traduz\u00edvel. Isso explica o encantamento da m\u00fasica, do afago amoroso, do olhar banhado de luz, da express\u00e3o facial que se abre em flor. Ali\u00e1s, explica tamb\u00e9m a gratuidade da pr\u00f3pria flor que se oferece inteira e bela, para logo murchar e morrer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Amor e ora\u00e7\u00e3o, medita\u00e7\u00e3o e contempla\u00e7\u00e3o nascem e crescem num terreno distinto da racionalidade. Podem e devem contar com ela, evidentemente, mas se guiam por outra b\u00fassola e rumam em dire\u00e7\u00e3o a outro porto. Tampouco seguem a l\u00f3gica estreita e taxativa da matem\u00e1tica, embora sem esquec\u00ea-la. Obla\u00e7\u00e3o e gratuidade jamais se esgotam nos n\u00fameros e nos conceitos. Seu mist\u00e9rio secreto, sem deixar de ser humano, encontra-se muito al\u00e9m (ou acima) da compreens\u00e3o humana. Finitude e infinitude se entrela\u00e7am: numa trajet\u00f3ria de vida finita habita um esp\u00edrito infinito, inquieto e irrequieto, que sempre busca superar-se a si mesmo, somente repousando na Casa de Deus, como lembra Santo Agostinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O amor da mulher\/m\u00e3e\/trabalhadora, na vida de cada um de n\u00f3s, \u00e9 ao mesmo tempo um lugar de chegada e de partida, que nos acompanha em toda a trajet\u00f3ria, desde o ber\u00e7o ao t\u00famulo, do nascimento \u00e0 morte. Ponto de refer\u00eancia onde o humano e o divino se cruzam, deixando marcas indel\u00e9veis gravadas na pedra viva da hist\u00f3ria. A mulher em sua entrega materna e em sua contribui\u00e7\u00e3o na sociedade, a exemplo do poeta e do artista, carrega em si algo de profundamente humano-divino, revelando na face da terra um pouco do oxig\u00eanio que se respira nos c\u00e9us! Em cada mulher esconde-se uma ora\u00e7\u00e3o, \u00e0s vezes n\u00e3o recitada, mas potencialmente presente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-17422\" data-postid=\"17422\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-17422 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MULHER, m\u00e3e e trabalhadora A linguagem de amor Pe. Alfredo J. Gon\u00e7alves, CS [www.provinciasaopaulo.com] De retorno a S\u00e3o Paulo, ao meu lado no \u00f4nibus viajava uma senhora ainda jovem com duas crian\u00e7as: uma filhinha de alguns anos e um beb\u00ea de alguns meses. Logo surgiu um pequeno impasse. 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