
{"id":18179,"date":"2012-06-11T10:32:36","date_gmt":"2012-06-11T13:32:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=18179"},"modified":"2012-06-11T10:32:36","modified_gmt":"2012-06-11T13:32:36","slug":"sempre-o-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/sempre-o-amor\/","title":{"rendered":"Sempre o amor"},"content":{"rendered":"<p>Maria Clara Bingemer<\/p>\n<p>Com a proximidade do Dia dos Namorados, \u00e9 irresist\u00edvel a tenta\u00e7\u00e3o de falar sobre o amor.  Tema t\u00e3o eterno quanto desgastado; t\u00e3o desafiante quanto banalizado; t\u00e3o indispens\u00e1vel quanto tantas vezes sentido como sup\u00e9rfluo.<\/p>\n<p>No entanto, o amor, mais que qualquer outra palavra ou conceito, sempre est\u00e1 de volta.  E o que o faz t\u00e3o fascinante e capaz de atrair nossa aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de que sempre nos escapa.  N\u00e3o conseguimos circunscrev\u00ea-lo nem tampouco esgot\u00e1-lo, cerce\u00e1-lo em uma defini\u00e7\u00e3o qualquer. E isso porque o amor \u00e9 maior do que n\u00f3s.<\/p>\n<p>O amor n\u00e3o \u00e9 algo que possamos produzir, provocar ou instituir.  Acontece para al\u00e9m de n\u00f3s, antes de n\u00f3s, sem nosso concurso e mesmo apesar de n\u00f3s. E tudo transforma: nossa maneira de ver o mundo, de perceber as coisas e as pessoas, de conhecer. De qualquer \u00e2ngulo a partir do qual olhamos uma coisa ou um evento ou uma pessoa, estamos sempre no centro.  Tudo \u00e9 visto e percebido sob o meu ponto de vista.<\/p>\n<p>No entanto, quando o amor acontece em nossa vida, o \u201ceu\u201d n\u00e3o est\u00e1 mais no centro.  O centro \u00e9 o outro, o bem amado ou bem amada.  E o centro nunca mais serei eu, mas sempre ele, ou ela.  Na verdade, o amor faz com que de repente nos percebamos no lugar de outro, sentindo com e por ele ou ela.  \u00c9 uma experi\u00eancia que nos faz sentir-nos habitados por uma presen\u00e7a, como dizia Santo Agostinho, \u201cmais \u00edntima a mim do que eu mesmo\u201d.<\/p>\n<p>A tal ponto isto \u00e9 verdade que, quando ama, o \u201ceu\u201d, ao querer estar consigo, tem que estar onde o outro bem amado est\u00e1.  Est\u00e1 totalmente descentrado.  E neste momento n\u00e3o s\u00e3o apenas seus sentidos, ou sua raz\u00e3o que o ajudam.  O \u201ceu\u201d se sente totalmente desamparado justamente porque percebe que nem os sentidos nem a raz\u00e3o o ajudam.<\/p>\n<p>Pensar ou sentir sensorialmente n\u00e3o o ajudam mais nem lhe d\u00e3o seguran\u00e7a sobre si mesmo.  Ao inv\u00e9s, para sentir-se vivo, humano, pleno, o \u201ceu\u201d necessita n\u00e3o exercitar sua capacidade de pensar, mas sentir-se pensado por outro.  E tamb\u00e9m querido, amado por outro.  A partir do momento em que experimenta essa alteridade que o constitui como pessoa, percebe-se total e radicalmente modificado em sua percep\u00e7\u00e3o do mundo inteiro, de si mesmo e da vida em geral.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o aut\u00f4nomo (ou seja, dono de si mesmo), o \u201ceu \u201cpassa a ser heter\u00f4nomo (ou seja, perdido a si mesmo, regido e guiado e determinado pelo outro. \u00c9 ent\u00e3o que os par\u00e2metros se rompem: o da igualdade, o da simetria.  A l\u00f3gica da troca, dos direitos e deveres est\u00e1 estilha\u00e7ada, pois o amor tem o poder de inaugurar outra l\u00f3gica: a l\u00f3gica da gra\u00e7a e da gratuidade.  \u00c9, em suma, a l\u00f3gica do dom.<\/p>\n<p>\u00c9 apenas quando entra nesta l\u00f3gica que o ser humano aproxima-se do ponto a partir do qual poder\u00e1 ser digno deste nome.  Pois enquanto o que impera \u00e9 a l\u00f3gica da troca, do m\u00e9rito, dos sentidos despertos, ainda n\u00e3o se entrou naquilo que traz o selo da originalidade e que faz a criatura humana imagem e semelhan\u00e7a do Criador.<\/p>\n<p>Pois o que distingue o Criador sen\u00e3o o fato de que amou primeiro?  Quem \u00e9 Deus sen\u00e3o Aquele que decidiu amar sem raz\u00e3o e em primeiro lugar, antes de qualquer sinal do bem amado de que responderia ou corresponderia a seu infinito amor? Deus ama aquilo que ainda n\u00e3o existe.  E o amor cria, faz do nada vida, faz existir.  Assim tamb\u00e9m pelo amor o ser humano de certa forma \u201ccria\u201d, traz o outro \u00e0 exist\u00eancia.  A mais insignificante das criaturas \u00e9 infinitamente valiosa e \u00fanica aos olhos do amante, que a faz existir como bem amada, querida e desejada.<\/p>\n<p>Entrar nesta l\u00f3gica de desequil\u00edbrio e gratuidade \u00e9 uma ousada aventura.  Por\u00e9m \u00e9 a \u00fanica coisa que nos faz verdadeiramente humanos.  Pois s\u00f3 a\u00ed estaremos refletindo, como um espelho, o Amor infinito que nos amou primeiro e que nos fez existir.  Porque existimos, podemos amar, desde que consintamos em entrar na l\u00f3gica inenarr\u00e1vel e fascinante do amor.<\/p>\n<p>O namoro pode ser, portanto, poderoso e fecundo aprendizado para o verdadeiro amor. Se souber resguardar-se da \u201cliquefa\u00e7\u00e3o\u201c viscosa que infecta todas as rela\u00e7\u00f5es hoje em dia, poder\u00e1 ser um sadio e amplo laborat\u00f3rio para o exerc\u00edcio do dom, da gratuidade, da entrega, do perd\u00e3o, do servi\u00e7o e de todas as formas que a humanidade inventou ao longo de sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Pois o maior dom \u00e9 o pr\u00f3prio amor.  E quando este dom acontece, doador e receptor passam a segundo plano.  S\u00f3 fica, resplandecente, o pr\u00f3prio amor que a cada minuto se reinventa e por isso reafirma em alto e bom som que a vida tem a \u00faltima palavra.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-18179\" data-postid=\"18179\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-18179 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Clara Bingemer Com a proximidade do Dia dos Namorados, \u00e9 irresist\u00edvel a tenta\u00e7\u00e3o de falar sobre o amor. Tema t\u00e3o eterno quanto desgastado; t\u00e3o desafiante quanto banalizado; t\u00e3o indispens\u00e1vel quanto tantas vezes sentido como sup\u00e9rfluo. No entanto, o amor, mais que qualquer outra palavra ou conceito, sempre est\u00e1 de volta. 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