
{"id":18718,"date":"2012-07-12T16:50:43","date_gmt":"2012-07-12T19:50:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=18718"},"modified":"2012-07-12T16:52:06","modified_gmt":"2012-07-12T19:52:06","slug":"charles-eugene-de-foucauld","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/charles-eugene-de-foucauld\/","title":{"rendered":"Charles Eug\u00e8ne de Foucauld"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>A sepultura de Carlos de Foucauld encontra-se em El-Gol\u00e9a, no deserto sul da Arg\u00e9lia<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-3WOPO93QrkI\/T6FstGhuV-I\/AAAAAAAACuQ\/I3Ts3yYgjG0\/s1600\/sepultura.jpg\"><\/a><strong> <\/strong><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/sepultura.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-18719\" src=\"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/sepultura.jpg\" alt=\"\" width=\"120\" height=\"90\" \/><\/a>* 15 de Setembro de 1858 em Estraburgo, na Fran\u00e7a<\/div>\n<div>\u2020 01 de Dezembro de 1916, em Tamanrasset, na Arg\u00e9lia<\/div>\n<div><strong>Ora\u00e7\u00e3o do Abandono<\/strong><\/div>\n<div>De Carlos de Foucauld, rezada diariamente pelos seguidores da sua espiritualidade<\/div>\n<div><em>Meu Pai, a v\u00f3s me abandono. Fazei de mim o que quiserdes. O que de mim fizerdes, eu vos agrade\u00e7o. Estou pronto para tudo, aceito tudo, contanto que a vossa vontade se fa\u00e7a em mim e em todas as vossas criaturas, n\u00e3o quero outra coisa, meu Deus.<\/em><\/div>\n<div><em>Entrego minha alma em vossas m\u00e3os, eu vo-la dou, meu Deus, com todo o amor do meu cora\u00e7\u00e3o, porque eu vos amo e \u00e9 para mim uma necessidade de amor dar-me, entregar-me em vossas m\u00e3os sem medida, com infinita confian\u00e7a de que sois o meu Pai.<\/em><\/div>\n<div>O\u00a0<strong>Beato Charles Eug\u00e8ne de Foucauld<\/strong> nasceu em\u00a0<a title=\"15 de Setembro\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/15_de_Setembro\">15 de Setembro<\/a> de\u00a0<a title=\"1858\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1858\">1858<\/a> em<a title=\"Estrasburgo\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estrasburgo\">Estrasburgo<\/a>, (<a title=\"Fran\u00e7a\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Fran%C3%A7a\">Fran\u00e7a<\/a>). De meio familiar aristocr\u00e1tico, fica \u00f3rf\u00e3o de pai e m\u00e3e em\u00a0<a title=\"1864\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1864\">1864<\/a>. Freq\u00fcenta a Escola Especial Militar de Saint-Cyr. \u00c9 herdeiro de uma enorme fortuna, que rapidamente delapida em jogo, indisciplina e excentricidades. Retrata-se e, j\u00e1 oficial do ex\u00e9rcito franc\u00eas, \u00e9 colocado na\u00a0<a title=\"Arg\u00e9lia\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Arg%C3%A9lia\">Arg\u00e9lia<\/a>. Deixa a vida militar e torna-se explorador\u00a0em\u00a0<a title=\"Marrocos\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Marrocos\">Marrocos<\/a>. Chega\u00a0a receber uma medalha da Sociedade Francesa de Geografia em reconhecimento do trabalho de investiga\u00e7\u00e3o no Norte de \u00c1frica. Mais tarde, uma prolongada reflex\u00e3o sobre a vida espiritual vai conduzi-lo a uma convers\u00e3o s\u00fabita e leva-o a ingressar na\u00a0<a title=\"Ordem Trapista\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ordem_Trapista\">Ordem Trapista<\/a>. Nesta Ordem estabelece-se em Fran\u00e7a, e depois na\u00a0<a title=\"S\u00edria\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/S%C3%ADria\">s\u00edria<\/a>. Deixa os Trapistas em\u00a0<a title=\"1897\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1897\">1897<\/a> em busca de uma voca\u00e7\u00e3o religiosa aut\u00f3noma e ainda n\u00e3o definida. \u00c9 ordenado<a title=\"Sacerdote\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sacerdote\">sacerdote<\/a> em\u00a0<a title=\"1901\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1901\">1901<\/a>. Regressa \u00e0 Arg\u00e9lia e leva uma vida isolada do mundo numa zona dos\u00a0<a title=\"Tuaregues\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tuaregues\">Tuaregues<\/a>, mas interventiva junto da popula\u00e7\u00e3o. Aprende a l\u00edngua Tuaregue e estuda o l\u00e9xico e gram\u00e1tica, os cantos e tradi\u00e7\u00f5es dos povos do\u00a0<a title=\"Deserto do Saara\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Deserto_do_Saara\">Deserto do Saara<\/a>. Tem a inten\u00e7\u00e3o de criar uma nova ordem religiosa, o que sucede apenas depois da sua morte: os\u00a0<a title=\"Irm\u00e3ozinhos de Jesus\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/w\/index.php?title=Irm%C3%A3ozinhos_de_Jesus&amp;action=edit\">Irm\u00e3ozinhos de Jesus<\/a>. \u00c9 assassinado por assaltantes de passagem em\u00a0<a title=\"1 de Dezembro\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1_de_Dezembro\">1 de Dezembro<\/a> de\u00a0<a title=\"1916\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1916\">1916<\/a>. Foi\u00a0<a title=\"Beatifica\u00e7\u00e3o\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Beatifica%C3%A7%C3%A3o\">beatificado<\/a> pelo\u00a0<a title=\"Papa Bento XVI\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Papa_Bento_XVI\">Papa Bento XVI<\/a> em\u00a0<a title=\"13 de Novembro\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/13_de_Novembro\">13 de Novembro<\/a> de\u00a0<a title=\"2005\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/2005\">2005<\/a>. (<em>Fonte Enciclop\u00e9dia Wikip\u00e9dia<\/em><em>, na Internet<\/em>)<\/div>\n<div>A Espiritualidade do Irm\u00e3o Carlos de Foucauld<\/div>\n<div><span style=\"text-decoration: underline\">Por Ren\u00e9 Voillaume<a href=\"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/charles-de-foucauld-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-18720\" src=\"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/charles-de-foucauld-1-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><\/span><\/div>\n<div>\n<div><a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-SR0UhddGvgU\/T6FuIiJ29NI\/AAAAAAAACuY\/lEwAtFQ136A\/s1600\/charles-de-foucauld.jpg\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<div>COM JESUS,\u00a0EM NAZAR\u00c9, NO DESERTO\u00a0E NOS CAMINHOS DOS HOMENS<\/div>\n<div><em>\u201cO Padre Carlos de Foucauld, por sua parte, sempre concebeu a sua vida religiosa consagrada como uma participa\u00e7\u00e3o da forma de vida de Cristo (&#8230;). Ele deixa tudo para entrar na vida mon\u00e1stica, porque n\u00e3o pode con\u00adceber o amor sem uma imperiosa necessidade de viver unicamente para Aquele que ama, de imi\u00adt\u00e1-lo em tudo e de partilhar a sua condi\u00e7\u00e3o de vida. A regra de vida do irm\u00e3o Carlos pode resumir-se na sua decis\u00e3o de imitar Jesus tal como o Evangelho lho revela. \u00c9 ent\u00e3o que desco\u00adbre no desenrolar da exist\u00eancia terrestre de Cristo como que tr\u00eas maneiras de viver: <\/em><strong>em Nazar\u00e9<\/strong><em>,<\/em><strong>no deserto<\/strong><em>, <\/em><em>e <\/em><strong>pelos caminhos como oper\u00e1rio evang\u00e9lico<\/strong><em>. <\/em><em>Esta intui\u00e7\u00e3o t\u00e3o simples revelou-se nele extraordinariamente fecunda e dominou sua mar\u00adcha espiritual. O Irm\u00e3o Carlos esteve constantemente atento para fazer de sua vida uma imi\u00adta\u00e7\u00e3o sempre mais fiel daquela de seu bem-amado irm\u00e3o e Senhor Jesus.<\/em><em> <\/em>&nbsp;<\/p>\n<div><strong>Charles Eug\u00e8ne de Foucauld<\/strong><\/div>\n<div>A sepultura de Carlos de Foucauld encontra-se em El-Gol\u00e9a, no deserto sul da Arg\u00e9lia<\/div>\n<div>* 15 de Setembro de 1858 em Estraburgo, na Fran\u00e7a<\/div>\n<div>\u2020 01 de Dezembro de 1916, em Tamanrasset, na Arg\u00e9lia<\/div>\n<div><strong>Ora\u00e7\u00e3o do Abandono<\/strong><\/div>\n<div>De Carlos de Foucauld, rezada diariamente pelos seguidores da sua espiritualidade<\/div>\n<div><em>Meu Pai, a v\u00f3s me abandono. Fazei de mim o que quiserdes. O que de mim fizerdes, eu vos agrade\u00e7o. Estou pronto para tudo, aceito tudo, contanto que a vossa vontade se fa\u00e7a em mim e em todas as vossas criaturas, n\u00e3o quero outra coisa, meu Deus.<\/em><\/div>\n<div><em>Entrego minha alma em vossas m\u00e3os, eu vo-la dou, meu Deus, com todo o amor do meu cora\u00e7\u00e3o, porque eu vos amo e \u00e9 para mim uma necessidade de amor dar-me, entregar-me em vossas m\u00e3os sem medida, com infinita confian\u00e7a de que sois o meu Pai.<\/em><\/div>\n<div>O\u00a0<strong>Beato Charles Eug\u00e8ne de Foucauld<\/strong> nasceu em\u00a0<a title=\"15 de Setembro\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/15_de_Setembro\">15 de Setembro<\/a> de\u00a0<a title=\"1858\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1858\">1858<\/a> em<a title=\"Estrasburgo\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estrasburgo\">Estrasburgo<\/a>, (<a title=\"Fran\u00e7a\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Fran%C3%A7a\">Fran\u00e7a<\/a>). De meio familiar aristocr\u00e1tico, fica \u00f3rf\u00e3o de pai e m\u00e3e em\u00a0<a title=\"1864\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1864\">1864<\/a>. Freq\u00fcenta a Escola Especial Militar de Saint-Cyr. \u00c9 herdeiro de uma enorme fortuna, que rapidamente delapida em jogo, indisciplina e excentricidades. Retrata-se e, j\u00e1 oficial do ex\u00e9rcito franc\u00eas, \u00e9 colocado na\u00a0<a title=\"Arg\u00e9lia\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Arg%C3%A9lia\">Arg\u00e9lia<\/a>. Deixa a vida militar e torna-se explorador em\u00a0<a title=\"Marrocos\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Marrocos\">Marrocos<\/a>. Chega a receber uma medalha da Sociedade Francesa de Geografia em reconhecimento do trabalho de investiga\u00e7\u00e3o no Norte de \u00c1frica. Mais tarde, uma prolongada reflex\u00e3o sobre a vida espiritual vai conduzi-lo a uma convers\u00e3o s\u00fabita e leva-o a ingressar na\u00a0<a title=\"Ordem Trapista\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ordem_Trapista\">Ordem Trapista<\/a>. Nesta Ordem estabelece-se em Fran\u00e7a, e depois na\u00a0<a title=\"S\u00edria\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/S%C3%ADria\">s\u00edria<\/a>. Deixa os Trapistas em\u00a0<a title=\"1897\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1897\">1897<\/a> em busca de uma voca\u00e7\u00e3o religiosa aut\u00f3noma e ainda n\u00e3o definida. \u00c9 ordenado<a title=\"Sacerdote\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sacerdote\">sacerdote<\/a> em\u00a0<a title=\"1901\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1901\">1901<\/a>. Regressa \u00e0 Arg\u00e9lia e leva uma vida isolada do mundo numa zona dos\u00a0<a title=\"Tuaregues\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tuaregues\">Tuaregues<\/a>, mas interventiva junto da popula\u00e7\u00e3o. Aprende a l\u00edngua Tuaregue e estuda o l\u00e9xico e gram\u00e1tica, os cantos e tradi\u00e7\u00f5es dos povos do\u00a0<a title=\"Deserto do Saara\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Deserto_do_Saara\">Deserto do Saara<\/a>. Tem a inten\u00e7\u00e3o de criar uma nova ordem religiosa, o que sucede apenas depois da sua morte: os\u00a0<a title=\"Irm\u00e3ozinhos de Jesus\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/w\/index.php?title=Irm%C3%A3ozinhos_de_Jesus&amp;action=edit\">Irm\u00e3ozinhos de Jesus<\/a>. \u00c9 assassinado por assaltantes de passagem em\u00a0<a title=\"1 de Dezembro\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1_de_Dezembro\">1 de Dezembro<\/a> de\u00a0<a title=\"1916\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1916\">1916<\/a>. Foi\u00a0<a title=\"Beatifica\u00e7\u00e3o\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Beatifica%C3%A7%C3%A3o\">beatificado<\/a> pelo\u00a0<a title=\"Papa Bento XVI\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Papa_Bento_XVI\">Papa Bento XVI<\/a> em\u00a0<a title=\"13 de Novembro\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/13_de_Novembro\">13 de Novembro<\/a> de\u00a0<a title=\"2005\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/2005\">2005<\/a>. (<em>Fonte Enciclop\u00e9dia Wikip\u00e9dia<\/em><em>, na Internet<\/em>)<\/div>\n<div>A Espiritualidade do Irm\u00e3o Carlos de Foucauld<\/div>\n<div><span style=\"text-decoration: underline\">Por Ren\u00e9 Voillaume<\/span><\/div>\n<div>COM JESUS, EM NAZAR\u00c9, NO DESERTO E NOS CAMINHOS DOS HOMENS<\/div>\n<div><em>\u201cO Padre Carlos de Foucauld, por sua parte, sempre concebeu a sua vida religiosa consagrada como uma participa\u00e7\u00e3o da forma de vida de Cristo (&#8230;). Ele deixa tudo para entrar na vida mon\u00e1stica, porque n\u00e3o pode con\u00adceber o amor sem uma imperiosa necessidade de viver unicamente para Aquele que ama, de imi\u00adt\u00e1-lo em tudo e de partilhar a sua condi\u00e7\u00e3o de vida. A regra de vida do irm\u00e3o Carlos pode resumir-se na sua decis\u00e3o de imitar Jesus tal como o Evangelho lho revela. \u00c9 ent\u00e3o que desco\u00adbre no desenrolar da exist\u00eancia terrestre de Cristo como que tr\u00eas maneiras de viver: <\/em><strong>em Nazar\u00e9<\/strong><em>,<\/em><strong>no deserto<\/strong><em>, e <\/em><strong>pelos caminhos como oper\u00e1rio evang\u00e9lico<\/strong><em>. Esta intui\u00e7\u00e3o t\u00e3o simples revelou-se nele extraordinariamente fecunda e dominou sua mar\u00adcha espiritual. O Irm\u00e3o Carlos esteve constantemente atento para fazer de sua vida uma imi\u00adta\u00e7\u00e3o sempre mais fiel daquela de seu bem-amado irm\u00e3o e Senhor Jesus.<\/em><em> <\/em><\/div>\n<div><em>Entre estas tr\u00eas maneiras de viver de Cristo, escolheu imitar particularmente a primeira, em Nazar\u00e9. Todavia esta escolha n\u00e3o o impede de seguir Jesus tamb\u00e9m no deserto e nos caminhos da evangeli\u00adza\u00e7\u00e3o dos homens. Como poderia ser de outra forma para quem escolheu dar-se a Cristo Jesus cuja vida e miss\u00e3o n\u00e3o poderiam ser perfeitamente compreendidas nem participadas atrav\u00e9s de um \u00fanico modo de vida, concebido como excluindo os outros?<\/em><em> <\/em><\/div>\n<div><em>Quanto mais voc\u00ea freq\u00fcentar o irm\u00e3o Carlos esfor\u00e7ando-se para melhor compreender o fundo de sua alma, mais compreender\u00e1 como nele esta intui\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas modos de vida de Cristo \u00e9 caracter\u00edstica. Efetivamente, \u00e9 um dos tra\u00e7os essenciais de sua mensagem.\u201d<\/em><\/div>\n<div><strong>[Mensagem extra\u00edda do livro \u201cSentinelas de Deus na Cidade\u201d, de Ren\u00e9 Voillaume, Ed. Paulinas, SP, 1976]<\/strong><\/div>\n<div><strong>Ensinamentos espirituais de Carlos de Foucauld, o Irm\u00e3o Universal<\/strong><\/div>\n<div><strong><br \/>\n<\/strong>\u201cQuanta do\u00e7ura soube ter Jesus com quem dele se aproximava\u201d<\/div>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\"><\/td>\n<td>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"100%\">\n<div><strong>Charles de Foucauld e o eremit\u00e9rio no deserto de Tamanrasset<\/strong><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><strong> H\u00c1\u00a0 UMA\u00a0 DIFEREN\u00c7A\u00a0 T\u00c3O\u00a0 GRANDE\u00a0 ENTRE\u00a0 DEUS\u00a0 E TUDO\u00a0 O\u00a0 QUE\u00a0 N\u00c3O\u00a0 \u00c9\u00a0 ELE<\/strong><\/div>\n<div>\u201cA minha voca\u00e7\u00e3o religiosa nasceu no mesmo momento da minha f\u00e9: Deus \u00e9 t\u00e3o grande! H\u00e1 uma diferen\u00e7a t\u00e3o grande entre Deus e tudo o que n\u00e3o \u00e9 ele&#8230;\u201d (Carta a Henry de Castries, 14 de agosto de 1901)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>QUIBUS\u00a0 AUXILIIS?<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cMediante a tua gra\u00e7a, e que gra\u00e7a! Com a tua miseric\u00f3rdia, uma infinidade de miseric\u00f3rdias!&#8230; Gra\u00e7as \u00e0 intercess\u00e3o da Santa Virgem, de S\u00e3o Jos\u00e9, de Santa Madalena, de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, de meu anjo da guarda, de todos os santos e de todas as santas, de tantas pessoas que me amam e que n\u00e3o est\u00e3o mais neste mundo; [&#8230;] com a ajuda de S\u00e3o Paulo Eremita e de Santo Ant\u00f4nio, cuja mem\u00f3ria celebramos nestes dias.\u201d (Anota\u00e7\u00e3o de 15 de janeiro de 1895)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JESUS\u00a0 DERRAMAR\u00c1\u00a0 GRA\u00c7AS\u00a0 ABUNDANTES\u00a0 E\u00a0 ELES\u00a0 COMPREENDER\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cOs nativos nos acolhem bem; n\u00e3o s\u00e3o sinceros: cedem \u00e0 necessidade. Quanto ser\u00e1 preciso para que adquiram realmente os sentimentos que hoje fingem ter? Talvez isso nunca aconte\u00e7a&#8230; Saber\u00e3o distinguir os soldados dos padres e ver em n\u00f3s servos de Deus, ministros de paz e de caridade, irm\u00e3os universais? N\u00e3o sei. Se eu fizer o meu dever, Jesus derramar\u00e1 gra\u00e7as abundantes e eles compreender\u00e3o.\u201d (Carta a madame De Bondy, do sul de Beni Abb\u00e9s, 3 de julho de 1904)&nbsp;<\/p>\n<p><strong> FONTE E\u00a0 B\u00c1LSAMO\u00a0 DE\u00a0 CONSOLA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cN\u00f3s nos esfor\u00e7amos para ter uma infinita delicadeza em nossa caridade; n\u00e3o nos limitamos aos grandes servi\u00e7os, mas cultivamos aquela terna delicadeza capaz de cuidar dos detalhes e que sabe derramar, com gestos de nada, uma montanha de b\u00e1lsamo nos cora\u00e7\u00f5es. \u2018Dai-lhes de comer\u2019, diz Jesus. Da mesma forma n\u00f3s, com aqueles que vivem ao nosso lado, entramos nos pequenos detalhes de sua sa\u00fade, de sua consola\u00e7\u00e3o, de suas ora\u00e7\u00f5es, de suas necessidades: consolamos, damos al\u00edvio com as aten\u00e7\u00f5es mais diminutas; para com aqueles que Deus p\u00f5e ao nosso lado esfor\u00e7amo-nos por ter aquelas ternas, delicadas, pequenas aten\u00e7\u00f5es que teriam entre si dois irm\u00e3os cheios de delicadeza, e m\u00e3es cheias de ternura por seus filhos, com a finalidade de consolar, o quanto poss\u00edvel, todos aqueles que nos cercam, e ser para eles fonte e b\u00e1lsamo de consola\u00e7\u00e3o, como o foi sempre nosso Senhor para todos aqueles que se aproximavam dele: para a santa Virgem e S\u00e3o Jos\u00e9, mas tamb\u00e9m para os ap\u00f3stolos, para Madalena e para todos os outros&#8230; Quanta consola\u00e7\u00e3o, quanta do\u00e7ura soube dar a todos aqueles que se aproximavam dele.\u201d (de La bont\u00e9 de Dieu)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A\u00a0 ORA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cN\u00e3o procura organizar, preparar a funda\u00e7\u00e3o dos Pequenos Irm\u00e3os do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus: apenas vive como se tivesses de ficar sempre sozinho. Se estais em dois, em tr\u00eas, num pequeno n\u00famero, vivai como se nunca tiv\u00e9sseis de se tornar mais numerosos. Reza como Jesus, tanto quanto Jesus, reservando como ele um lugar sempre muito grande para a ora\u00e7\u00e3o&#8230; Sempre \u00e0 imagem dele, deixa muito espa\u00e7o para o trabalho manual, que n\u00e3o \u00e9 um tempo subtra\u00eddo da ora\u00e7\u00e3o, mas doado \u00e0 ora\u00e7\u00e3o; o tempo de teu trabalho manual \u00e9 um tempo de ora\u00e7\u00e3o. Reza fielmente todos os dias o brevi\u00e1rio e o ros\u00e1rio. Ama Jesus de todo o teu cora\u00e7\u00e3o (dilexit multum), e a teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo por amor dele&#8230; A tua vida de Nazar\u00e9 pode-se fazer em qualquer parte, viva-a no lugar mais \u00fatil ao pr\u00f3ximo.\u201d<br \/>\n(Medita\u00e7\u00e3o de 22 de julho de 1905)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A\u00a0 FRAQUEZA\u00a0 DOS\u00a0 MEIOS\u00a0 HUMANOS\u00a0 \u00c9\u00a0 CAUSA\u00a0 DE FOR\u00c7A<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div><strong><br \/>\n<\/strong> \u201cEis nossas armas, as do nosso Esposo divino que nos pede que deixemos continuar a viver em n\u00f3s a vida dele, ele mesmo, o \u00fanico Amante&#8230; a \u00fanica Verdade&#8230; N\u00e3o encontraremos melhor do que ele e ele n\u00e3o envelhece&#8230; Sigamos esse modelo \u00fanico e estaremos seguros de fazer muito bem, pois dessa forma n\u00e3o seremos mais n\u00f3s a viver, mas ser\u00e1 ele a viver em n\u00f3s; nossas a\u00e7\u00f5es n\u00e3o pertencer\u00e3o mais a n\u00f3s, humanos e miser\u00e1veis, mas a ele, e ser\u00e3o por isso divinamente eficazes.\u201d (Carta ao padre Charles Gu\u00e9rin, 15 de janeiro de 1908)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OS\u00a0 POBRES<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cAmamos os ricos, pois s\u00e3o filhos de Deus; mas n\u00e3o nos ocupamos deles, j\u00e1 que n\u00e3o precisam disso; ocupamo-nos dos pobres, j\u00e1 que precisam de tudo e porque Jesus os deixou para n\u00f3s como irm\u00e3os, mas como Ele mesmo para serem cuidados, nutridos, vestidos, consolados, santificados, salvos, enfim, amados. Eles s\u00e3o \u2018os seus irm\u00e3os\u2019, s\u00e3o a fam\u00edlia que ele adotou; a que deixa a n\u00f3s.\u201d (Medita\u00e7\u00e3o sobre o Salmo 81)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CABE A ELE CHAMAR-NOS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cDeus nos dar\u00e1 a todo instante o que \u00e9 necess\u00e1rio para cumprir qualquer miss\u00e3o que lhe aprouver dar-nos&#8230; Ele no-lo dar\u00e1 sobrenaturalmente, sem nenhuma prepara\u00e7\u00e3o de nossa parte, se isso lhe agradar, como fez com seus grandes ap\u00f3stolos Pedro e Paulo [&#8230;]. Ou ent\u00e3o no-lo dar\u00e1 fazendo-nos cooperar com sua gra\u00e7a por meio de nosso trabalho, e ent\u00e3o nos dir\u00e1 Ele mesmo de que forma devemos realizar esses trabalhos preparat\u00f3rios&#8230; Cabe a ele chamar-nos na hora em que quiser que nos dediquemos a eles.\u201d<br \/>\n(Medita\u00e7\u00f5es sobre os Santos Evangelhos, 234\u00aa)&nbsp;<\/p>\n<p><strong> TU\u00a0 D\u00c1S\u00a0 A\u00a0 SA\u00daDE\u00a0 \u00c0S\u00a0 ALMAS\u00a0 POR\u00a0 PURA\u00a0 COMPAIX\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cTu d\u00e1s a sa\u00fade \u00e0s almas, mesmo quando elas n\u00e3o te pedem, \u00f3 meu Deus, por pura compaix\u00e3o, por puro amor pela obra de tuas m\u00e3os, por tuas ovelhas, \u00f3 bom Pastor! Que assim seja! Tu n\u00e3o esperas que a ovelha perdida, agredida pelo lobo e j\u00e1 quase morta sob os seus dentes, chame por Tua ajuda; de longe, sempre a v\u00ea e sempre lhe d\u00e1, at\u00e9 o \u00faltimo momento, tudo o que lhe \u00e9 necess\u00e1rio para escapar do inimigo. Que assim seja.\u201d (Medita\u00e7\u00e3o sobre as passagens dos Santos Evangelhos relativas \u00e0s quinze virtudes, 106\u00aa)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>UM\u00a0 REL\u00c2MPAGO\u00a0 QUE\u00a0 ILUMINA\u00a0 POR\u00a0 UM\u00a0 INSTANTE A\u00a0 NOITE\u00a0 DA\u00a0 TERRA<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cTu poderias, meu Deus, guiar Jos\u00e9 usando de meios bem diferentes, em vez das apari\u00e7\u00f5es: temos a impress\u00e3o de que tenhas como objetivo tornar, desde as primeiras p\u00e1ginas do Evange\u00adlho, evidente aos nossos olhos essa verdade da esperan\u00e7a que \u00e9 preciso ter na tua gra\u00e7a (que tu nos d\u00e1s para nos conduzir para a gl\u00f3ria), que nos mostras assim, j\u00e1 no in\u00edcio do Novo Testamento, esses anjos, essas estrelas que se elevam ao teu chamado para guiar os homens&#8230; \u00c9 como um rel\u00e2mpago que ilumina por um instante a noite da terra e nela faz vis\u00edvel, aos nossos olhos estupefatos, qual \u00e9 a tua maneira de dirigir as almas.\u201d (Medita\u00e7\u00f5es sobre as passagens dos Santos Evangelhos relativas \u00e0s quinze virtudes, 8\u00aa)<\/div>\n<div>******<\/div>\n<div><strong>Para Bento XVI, Charles de Foucauld, exemplo de fraternidade universal, testemunhou o Evangelho respeitando as outras religi\u00f5es.<\/strong><\/div>\n<div>Como \u00e9 tradi\u00e7\u00e3o neste pontificado, no final da celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica e do rito da beatifica\u00e7\u00e3o, Bento XVI desceu do Pal\u00e1cio Apost\u00f3lico at\u00e9 \u00e1 Bas\u00edlica de S. Pedro para venerar as rel\u00edquias dos novos bem-aventurados e saudar os fi\u00e9is. O Papa salientou que Charles de Foucauld nos convida \u00e0 fraternidade universal que viveu no Sahara, no meio dos tuareg, convida-nos ao amor do qual Cristo nos deu o exemplo.<\/div>\n<div>\u201cDemos gra\u00e7as a Deus pelo testemunho oferecido por Charles de Foucauld, disse o Papa, recordando que durante a sua vida contemplativa e escondida em Nazar\u00e9 encontrou a verdade da humanidade de Jesus, convidando-nos a contemplar o mist\u00e9rio da Incarna\u00e7\u00e3o; naquele lugar ele aprendeu muito sobre o Senhor que queria viver com humildade e pobreza. (R\u00e1dio Vaticano, 13.11.2006)<\/div>\n<\/div>\n<div><em>Entre estas tr\u00eas maneiras de viver de Cristo, escolheu imitar particularmente a primeira, em Nazar\u00e9. Todavia esta escolha n\u00e3o o impede de seguir Jesus tamb\u00e9m no deserto e nos caminhos da evangeli\u00adza\u00e7\u00e3o dos homens. Como poderia ser de outra forma para quem escolheu dar-se a Cristo Jesus cuja vida e miss\u00e3o n\u00e3o poderiam ser perfeitamente compreendidas nem participadas atrav\u00e9s de um \u00fanico modo de vida, concebido como excluindo os outros?<\/em><em> <\/em><\/div>\n<div><em>Quanto mais voc\u00ea freq\u00fcentar o irm\u00e3o Carlos esfor\u00e7ando-se para melhor compreender o fundo de sua alma, mais compreender\u00e1 como nele esta intui\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas modos de vida de Cristo \u00e9 caracter\u00edstica. Efetivamente, \u00e9 um dos tra\u00e7os essenciais de sua mensagem.\u201d<\/em><\/div>\n<div><strong>[Mensagem extra\u00edda do livro \u201cSentinelas de Deus na Cidade\u201d, de Ren\u00e9 Voillaume, Ed. Paulinas, SP, 1976]<\/strong><\/div>\n<div><strong>Ensinamentos espirituais de Carlos de Foucauld, o Irm\u00e3o Universal<\/strong><\/div>\n<div><strong><br \/>\n<\/strong>\u201cQuanta do\u00e7ura soube ter Jesus com quem dele se aproximava\u201d<\/div>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\"><\/td>\n<td>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"100%\">\n<div><strong>Charles de Foucauld e o eremit\u00e9rio no deserto de Tamanrasset<\/strong><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><strong> H\u00c1 \u00a0UMA \u00a0DIFEREN\u00c7A \u00a0T\u00c3O \u00a0GRANDE \u00a0ENTRE \u00a0DEUS \u00a0E TUDO \u00a0O \u00a0QUE \u00a0N\u00c3O \u00a0\u00c9 \u00a0ELE<\/strong><\/div>\n<div>\u201cA minha voca\u00e7\u00e3o religiosa nasceu no mesmo momento da minha f\u00e9: Deus \u00e9 t\u00e3o grande! H\u00e1 uma diferen\u00e7a t\u00e3o grande entre Deus e tudo o que n\u00e3o \u00e9 ele&#8230;\u201d (Carta a Henry de Castries, 14 de agosto de 1901)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>QUIBUS\u00a0 AUXILIIS?<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cMediante a tua gra\u00e7a, e que gra\u00e7a! Com a tua miseric\u00f3rdia, uma infinidade de miseric\u00f3rdias!&#8230; Gra\u00e7as \u00e0 intercess\u00e3o da Santa Virgem, de S\u00e3o Jos\u00e9, de Santa Madalena, de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, de meu anjo da guarda, de todos os santos e de todas as santas, de tantas pessoas que me amam e que n\u00e3o est\u00e3o mais neste mundo; [&#8230;] com a ajuda de S\u00e3o Paulo Eremita e de Santo Ant\u00f4nio, cuja mem\u00f3ria celebramos nestes dias.\u201d (Anota\u00e7\u00e3o de 15 de janeiro de 1895)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JESUS \u00a0DERRAMAR\u00c1 \u00a0GRA\u00c7AS \u00a0ABUNDANTES \u00a0E \u00a0ELES \u00a0COMPREENDER\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cOs nativos nos acolhem bem; n\u00e3o s\u00e3o sinceros: cedem \u00e0 necessidade. Quanto ser\u00e1 preciso para que adquiram realmente os sentimentos que hoje fingem ter? Talvez isso nunca aconte\u00e7a&#8230; Saber\u00e3o distinguir os soldados dos padres e ver em n\u00f3s servos de Deus, ministros de paz e de caridade, irm\u00e3os universais? N\u00e3o sei. Se eu fizer o meu dever, Jesus derramar\u00e1 gra\u00e7as abundantes e eles compreender\u00e3o.\u201d (Carta a madame De Bondy, do sul de Beni Abb\u00e9s, 3 de julho de 1904)&nbsp;<\/p>\n<p><strong> FONTE E\u00a0 B\u00c1LSAMO \u00a0DE \u00a0CONSOLA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cN\u00f3s nos esfor\u00e7amos para ter uma infinita delicadeza em nossa caridade; n\u00e3o nos limitamos aos grandes servi\u00e7os, mas cultivamos aquela terna delicadeza capaz de cuidar dos detalhes e que sabe derramar, com gestos de nada, uma montanha de b\u00e1lsamo nos cora\u00e7\u00f5es. \u2018Dai-lhes de comer\u2019, diz Jesus. Da mesma forma n\u00f3s, com aqueles que vivem ao nosso lado, entramos nos pequenos detalhes de sua sa\u00fade, de sua consola\u00e7\u00e3o, de suas ora\u00e7\u00f5es, de suas necessidades: consolamos, damos al\u00edvio com as aten\u00e7\u00f5es mais diminutas; para com aqueles que Deus p\u00f5e ao nosso lado esfor\u00e7amo-nos por ter aquelas ternas, delicadas, pequenas aten\u00e7\u00f5es que teriam entre si dois irm\u00e3os cheios de delicadeza, e m\u00e3es cheias de ternura por seus filhos, com a finalidade de consolar, o quanto poss\u00edvel, todos aqueles que nos cercam, e ser para eles fonte e b\u00e1lsamo de consola\u00e7\u00e3o, como o foi sempre nosso Senhor para todos aqueles que se aproximavam dele: para a santa Virgem e S\u00e3o Jos\u00e9, mas tamb\u00e9m para os ap\u00f3stolos, para Madalena e para todos os outros&#8230; Quanta consola\u00e7\u00e3o, quanta do\u00e7ura soube dar a todos aqueles que se aproximavam dele.\u201d (de La bont\u00e9 de Dieu)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A\u00a0 ORA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cN\u00e3o procura organizar, preparar a funda\u00e7\u00e3o dos Pequenos Irm\u00e3os do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus: apenas vive como se tivesses de ficar sempre sozinho. Se estais em dois, em tr\u00eas, num pequeno n\u00famero, vivai como se nunca tiv\u00e9sseis de se tornar mais numerosos. Reza como Jesus, tanto quanto Jesus, reservando como ele um lugar sempre muito grande para a ora\u00e7\u00e3o&#8230; Sempre \u00e0 imagem dele, deixa muito espa\u00e7o para o trabalho manual, que n\u00e3o \u00e9 um tempo subtra\u00eddo da ora\u00e7\u00e3o, mas doado \u00e0 ora\u00e7\u00e3o; o tempo de teu trabalho manual \u00e9 um tempo de ora\u00e7\u00e3o. Reza fielmente todos os dias o brevi\u00e1rio e o ros\u00e1rio. Ama Jesus de todo o teu cora\u00e7\u00e3o (dilexit multum), e a teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo por amor dele&#8230; A tua vida de Nazar\u00e9 pode-se fazer em qualquer parte, viva-a no lugar mais \u00fatil ao pr\u00f3ximo.\u201d<br \/>\n(Medita\u00e7\u00e3o de 22 de julho de 1905)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A\u00a0 FRAQUEZA\u00a0 DOS\u00a0 MEIOS\u00a0 HUMANOS\u00a0 \u00c9\u00a0 CAUSA\u00a0 DE FOR\u00c7A<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div><strong><br \/>\n<\/strong> \u201cEis nossas armas, as do nosso Esposo divino que nos pede que deixemos continuar a viver em n\u00f3s a vida dele, ele mesmo, o \u00fanico Amante&#8230; a \u00fanica Verdade&#8230; N\u00e3o encontraremos melhor do que ele e ele n\u00e3o envelhece&#8230; Sigamos esse modelo \u00fanico e estaremos seguros de fazer muito bem, pois dessa forma n\u00e3o seremos mais n\u00f3s a viver, mas ser\u00e1 ele a viver em n\u00f3s; nossas a\u00e7\u00f5es n\u00e3o pertencer\u00e3o mais a n\u00f3s, humanos e miser\u00e1veis, mas a ele, e ser\u00e3o por isso divinamente eficazes.\u201d (Carta ao padre Charles Gu\u00e9rin, 15 de janeiro de 1908)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OS\u00a0 POBRES<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cAmamos os ricos, pois s\u00e3o filhos de Deus; mas n\u00e3o nos ocupamos deles, j\u00e1 que n\u00e3o precisam disso; ocupamo-nos dos pobres, j\u00e1 que precisam de tudo e porque Jesus os deixou para n\u00f3s como irm\u00e3os, mas como Ele mesmo para serem cuidados, nutridos, vestidos, consolados, santificados, salvos, enfim, amados. Eles s\u00e3o \u2018os seus irm\u00e3os\u2019, s\u00e3o a fam\u00edlia que ele adotou; a que deixa a n\u00f3s.\u201d (Medita\u00e7\u00e3o sobre o Salmo 81)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CABE A ELE CHAMAR-NOS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cDeus nos dar\u00e1 a todo instante o que \u00e9 necess\u00e1rio para cumprir qualquer miss\u00e3o que lhe aprouver dar-nos&#8230; Ele no-lo dar\u00e1 sobrenaturalmente, sem nenhuma prepara\u00e7\u00e3o de nossa parte, se isso lhe agradar, como fez com seus grandes ap\u00f3stolos Pedro e Paulo [&#8230;]. Ou ent\u00e3o no-lo dar\u00e1 fazendo-nos cooperar com sua gra\u00e7a por meio de nosso trabalho, e ent\u00e3o nos dir\u00e1 Ele mesmo de que forma devemos realizar esses trabalhos preparat\u00f3rios&#8230; Cabe a ele chamar-nos na hora em que quiser que nos dediquemos a eles.\u201d<br \/>\n(Medita\u00e7\u00f5es sobre os Santos Evangelhos, 234\u00aa)&nbsp;<\/p>\n<p><strong> TU\u00a0 D\u00c1S\u00a0 A\u00a0 SA\u00daDE\u00a0 \u00c0S\u00a0 ALMAS\u00a0 POR\u00a0 PURA\u00a0 COMPAIX\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cTu d\u00e1s a sa\u00fade \u00e0s almas, mesmo quando elas n\u00e3o te pedem, \u00f3 meu Deus, por pura compaix\u00e3o, por puro amor pela obra de tuas m\u00e3os, por tuas ovelhas, \u00f3 bom Pastor! Que assim seja! Tu n\u00e3o esperas que a ovelha perdida, agredida pelo lobo e j\u00e1 quase morta sob os seus dentes, chame por Tua ajuda; de longe, sempre a v\u00ea e sempre lhe d\u00e1, at\u00e9 o \u00faltimo momento, tudo o que lhe \u00e9 necess\u00e1rio para escapar do inimigo. Que assim seja.\u201d (Medita\u00e7\u00e3o sobre as passagens dos Santos Evangelhos relativas \u00e0s quinze virtudes, 106\u00aa)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>UM\u00a0 REL\u00c2MPAGO\u00a0 QUE\u00a0 ILUMINA\u00a0 POR\u00a0 UM\u00a0 INSTANTE A\u00a0 NOITE\u00a0 DA\u00a0 TERRA<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\u201cTu poderias, meu Deus, guiar Jos\u00e9 usando de meios bem diferentes, em vez das apari\u00e7\u00f5es: temos a impress\u00e3o de que tenhas como objetivo tornar, desde as primeiras p\u00e1ginas do Evange\u00adlho, evidente aos nossos olhos essa verdade da esperan\u00e7a que \u00e9 preciso ter na tua gra\u00e7a (que tu nos d\u00e1s para nos conduzir para a gl\u00f3ria), que nos mostras assim, j\u00e1 no in\u00edcio do Novo Testamento, esses anjos, essas estrelas que se elevam ao teu chamado para guiar os homens&#8230; \u00c9 como um rel\u00e2mpago que ilumina por um instante a noite da terra e nela faz vis\u00edvel, aos nossos olhos estupefatos, qual \u00e9 a tua maneira de dirigir as almas.\u201d (Medita\u00e7\u00f5es sobre as passagens dos Santos Evangelhos relativas \u00e0s quinze virtudes, 8\u00aa)<\/div>\n<div>******<\/div>\n<div><strong>Para Bento XVI, Charles de Foucauld, exemplo de fraternidade universal, testemunhou o Evangelho respeitando as outras religi\u00f5es.<\/strong><\/div>\n<div>Como \u00e9 tradi\u00e7\u00e3o neste pontificado, no final da celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica e do rito da beatifica\u00e7\u00e3o, Bento XVI desceu do Pal\u00e1cio Apost\u00f3lico at\u00e9 \u00e1 Bas\u00edlica de S. Pedro para venerar as rel\u00edquias dos novos bem-aventurados e saudar os fi\u00e9is. O Papa salientou que Charles de Foucauld nos convida \u00e0 fraternidade universal que viveu no Sahara, no meio dos tuareg, convida-nos ao amor do qual Cristo nos deu o exemplo.<\/div>\n<div>\u201cDemos gra\u00e7as a Deus pelo testemunho oferecido por Charles de Foucauld, disse o Papa, recordando que durante a sua vida contemplativa e escondida em Nazar\u00e9 encontrou a verdade da humanidade de Jesus, convidando-nos a contemplar o mist\u00e9rio da Incarna\u00e7\u00e3o; naquele lugar ele aprendeu muito sobre o Senhor que queria viver com humildade e pobreza. (R\u00e1dio Vaticano, 13.11.2006)<\/div>\n<div>******<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>Postado por\u00a0<a title=\"author profile\" rel=\"author\" href=\"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/12037961757835243213\">Par\u00f3quia de Santo Afonso<\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-18718\" data-postid=\"18718\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-18718 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A sepultura de Carlos de Foucauld encontra-se em El-Gol\u00e9a, no deserto sul da Arg\u00e9lia * 15 de Setembro de 1858 em Estraburgo, na Fran\u00e7a \u2020 01 de Dezembro de 1916, em Tamanrasset, na Arg\u00e9lia Ora\u00e7\u00e3o do Abandono De Carlos de Foucauld, rezada diariamente pelos seguidores da sua espiritualidade Meu Pai, a v\u00f3s me abandono. 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