
{"id":1929,"date":"2009-02-24T11:19:20","date_gmt":"2009-02-24T14:19:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=1929"},"modified":"2009-02-24T11:19:20","modified_gmt":"2009-02-24T14:19:20","slug":"o-carnaval-e-minas-colonial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/o-carnaval-e-minas-colonial\/","title":{"rendered":"O carnaval e Minas colonial"},"content":{"rendered":"<p>Frei Betto<\/p>\n<p>Em sua origem o Carnaval era festa religiosa. Proibidos de comer carne e manter rela\u00e7\u00f5es sexuais durante o per\u00edodo da Quaresma, os crist\u00e3os reservavam os tr\u00eas dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas para se fartarem. Aos excessos da mesa e da cama se acresceram bailes a fantasia, marchas e desfiles. Com o tempo, o Carnaval paganizou-se e, hoje, sob outro prisma, continua a corresponder \u00e0 sua etimologia: festa da carne&#8230;<\/p>\n<p>Brasileiros e estrangeiros contemplam, embevecidos, os desfiles de escolas de samba. Causam admira\u00e7\u00e3o a suntuosidade dos carros aleg\u00f3ricos, os ricos detalhes das fantasias, os enredos, a m\u00fasica, o requebro das mulatas e o gingado dos passistas.<\/p>\n<p>Ora, o primeiro desfile que, sem exagero, pode ser considerados prim\u00f3rdio do Carnaval no Brasil ocorreu em Vila Rica, atual Ouro Preto, em 1733, e foi descrito em detalhes pelo portugu\u00eas Sim\u00e3o Ferreira Machado, que a tudo assistiu. Trata-se do Triunfo Eucar\u00edstico, prociss\u00e3o que transladou a eucaristia da igreja do Ros\u00e1rio \u00e0 inaugura\u00e7\u00e3o da igreja do Pilar.<\/p>\n<p>Cinco elevados arcos, a boa dist\u00e2ncia um do outro, assinalavam o trajeto do cortejo.<br \/>\nAs ruas atapetavam-se de cenas b\u00edblicas modeladas com serragem colorida, borra de caf\u00e9, farinha, areia, sal, vidro mo\u00eddo, folhas e flores. Aqui um desenho evocava a primavera; ali, os mist\u00e9rios da distante Ar\u00e1bia. Crian\u00e7as negras se vestiam como pr\u00edncipes, mucamas como rainhas, mendigos como doutos cardeais.<\/p>\n<p>\u00c0 frente da prociss\u00e3o, figuras em trajes militares representavam mouros e crist\u00e3os. A cada esquina o cortejo fazia pausa para encenar o conflito atrav\u00e9s de animada dan\u00e7a. Do alto de carros aleg\u00f3ricos, primorosamente pintados, a tudo assistiam o Imperador e o Alferes, interpretados por renomados atores. O carro maior, em forma de ab\u00f3bada, ocultava um cavaleiro que, sa\u00eddo de dentro, montava a cabe\u00e7a da serpente, s\u00edmbolo da vit\u00f3ria do bem sobre o mal.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s, quatro figuras a cavalo representavam os ventos Norte, Sul, Leste e Oeste. O Oeste, soprado na estrid\u00eancia de uma trombeta revestida de fitas multicores, trazia \u00e0 cabe\u00e7a uma caraminhola de tisso branco. Na fronte, um la\u00e7o de fita de prata, cor de rosa, exibia ao centro um broche pontilhado de diamantes. O Vento Leste cobria-se com um cocar de plumas brancas cingido de arminhos. O capilar de seda branca do Vento Norte, guarnecido de gal\u00f5es de prata, estampava flores verdes. O Vento Sul trazia borzeguins cobertos de penas e, nas costas, duas asas; na m\u00e3o esquerda, uma trombeta, da qual pendia um estandarte de cambraia transparente, bordada a m\u00e3o, com aplica\u00e7\u00f5es de la\u00e7os de fita de prata em cores rosa e vermelho.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s dos ventos vinham as ninfas com os cabelos semi-encobertos com turbantes bordados de prata e muitas p\u00e9rolas. Vestiam seda com franjas de prata. Do ombro esquerdo de cada uma pendia, por cord\u00e3o de ouro, a aljava; no bra\u00e7o direito, o arco; na m\u00e3o, a seta. A m\u00e3o esquerda conduzia um c\u00e3o perdigueiro preto, de cujo dorso pendiam fitas azuis; tinham o pesco\u00e7o enroscado por cascav\u00e9is de prata.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s despontava a Fama montada a cavalo, coroada por um toucado de diamantes em forma de flores. O peito recobria-se de renda em ouro e pedrarias e, nas costas, abriam-se duas asas marchetadas. A m\u00e3o direita empunhava um estandarte com a pintura, numa face, da Arca da Alian\u00e7a e, na outra, uma cust\u00f3dia. Acolitavam-na dois pajens de fraldins rubros e corpetes holandeses, e com asas nos chap\u00e9us, nas costas e nos p\u00e9s.<\/p>\n<p>Surgia em seguida a Lua, montada em formoso cavalo branco coberto com manta ajaezada toda bordada em prata. Revestia-lhe a cabe\u00e7a um turbante azul bordado com p\u00e9rolas.<br \/>\nAtr\u00e1s vinha Marte cercado por tr\u00eas figuras com toucas mouriscas de carmesim de prata e fitas verdes derramadas sobre os ombros. A figura do meio tocava caixa de guerra; a da esquerda, p\u00edfano; a da direita, trombeta.<\/p>\n<p>Rodeado por um colar de anjos, despontava o Sol, a cabe\u00e7a coroada de luzes, a cabeleira em fios de ouro. Vestia tisso cor de fogo, o peito coberto de diamantes unidos por costura em ouro. Dali erguia-se um c\u00edrculo de raios em ouro e pedras preciosas. Nas m\u00e3os, uma harpa dourada.<\/p>\n<p>Os negros faziam soar charamelas, p\u00edfanos, tambores e trombetas, dan\u00e7ando em roda no centro da qual se erguia um alem\u00e3o a soprar um estridente clarim. Os fi\u00e9is das irmandades fechavam o desfile, ou melhor, a prociss\u00e3o, trajando damasco carmesim franjado de ouro, opas de seda branca e chamalote verde. Encobriam o cabelo com chap\u00e9us de plumas.<\/p>\n<p>Num dos carros triunfais, puxado por duas \u00e1guias coroadas de ouro, J\u00fapiter se destacava. V\u00eanus se projetava em outro carro em forma de concha que, por engenhoso artif\u00edcio, movia-se como que tocada pelo balan\u00e7o das \u00e1guas do mar.<\/p>\n<p>Nunca se soube quem bancou tamanho esplendor que, segundo o an\u00f4nimo mecenas, deveria refletir a magnific\u00eancia digna das gl\u00f3rias celestiais.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-1929\" data-postid=\"1929\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-1929 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frei Betto Em sua origem o Carnaval era festa religiosa. Proibidos de comer carne e manter rela\u00e7\u00f5es sexuais durante o per\u00edodo da Quaresma, os crist\u00e3os reservavam os tr\u00eas dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas para se fartarem. Aos excessos da mesa e da cama se acresceram bailes a fantasia, marchas e desfiles. 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