
{"id":19681,"date":"2012-10-15T22:04:46","date_gmt":"2012-10-16T01:04:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=19681"},"modified":"2012-10-15T22:04:46","modified_gmt":"2012-10-16T01:04:46","slug":"do-mensalao-aos-mensalinhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/do-mensalao-aos-mensalinhos\/","title":{"rendered":"Do mensal\u00e3o aos mensalinhos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>Pe. Alfredo J. Gon\u00e7alves, CS<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por um largo per\u00edodo, as aten\u00e7\u00f5es da grande m\u00eddia, da pol\u00edtica, das ruas e de cada um de n\u00f3s estiveram concentradas no julgamento do chamado \u201cMensal\u00e3o\u201d. Poucas vezes uma express\u00e3o ocupou tanto espa\u00e7o por tanto tempo. O Supremo Tribunal Federal (STF) passou longas sess\u00f5es sob a mira dos holofotes, dos microfones e das c\u00e2meras. Um prato cheio para quem vive, estuda e trabalha na \u00e1rea do Direito. Mas tamb\u00e9m um momento inusitado para uma pol\u00eamica exaustiva e inconclusa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Praticamente ao final do espet\u00e1culo, e jogando um pouco com as palavras, talvez seja a hora de passar do Mensal\u00e3o aos mensalinhos. \u00c9 conhecida e not\u00f3ria a pr\u00e1tica do uso indevido do dinheiro p\u00fablico em todo o territ\u00f3rio nacional. Pr\u00e1tica amplamente disseminada tanto ao longo de nossa trajet\u00f3ria hist\u00f3rica quando no organismo vivo da sociedade brasileira. E conv\u00e9m n\u00e3o esquecer que o campo da pol\u00edtica est\u00e1 longe de ter o monop\u00f3lio desse comportamento. Ele contagia e estende-se a outros membros e c\u00e9lulas do organismo social como um todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas o uso incorreto da\u00a0<em>rex publica<\/em> n\u00e3o se esgota na obscura manipula\u00e7\u00e3o do dinheiro. A isso \u00e9 preciso acrescentar a utiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a real e simb\u00f3lica do poder para o tr\u00e1fico de influ\u00eancia; o apadrinhamento de amigos e parentes, na consolida\u00e7\u00e3o de oligarquias ainda vivas e ativas, embora em decad\u00eancia; a manuten\u00e7\u00e3o das benesses e privil\u00e9gios das classes dominantes, em detrimento de quem mora no primeiro piso da pir\u00e2mide social; a compra e venda de votos, cargos p\u00fablicos ou de apoio pol\u00edtico; a dilapida\u00e7\u00e3o irrespons\u00e1vel dos cofres da Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios, em favor de interesses pessoais, familiares ou corporativistas\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui estamos no cora\u00e7\u00e3o escuro e labir\u00edntico da corrup\u00e7\u00e3o. E vale sublinhar, uma vez mais, que o sangue bombeado pelo cora\u00e7\u00e3o circula at\u00e9 o extremo pelas veias de todo o organismo. Se o sangue est\u00e1 contaminado, o veneno se espalha, irrigando o tecido social, pol\u00edtico e cultural no seu conjunto. Numa met\u00e1fora m\u00e9dica, v\u00edrus e bact\u00e9rias navegam com rapidez pela corrente sangu\u00ednea. No trato da coisa p\u00fablica, os v\u00edrus e bact\u00e9rias correspondentes percorrem la\u00e7os e amizades, alian\u00e7as e contratos, compromissos e parcerias de toda sorte. O que vale tanto para os altos escal\u00f5es quanto para o cotidiano das rela\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com frequ\u00eancia preocupante, na hist\u00f3ria remota e recente do pa\u00eds, constata-se a apropria\u00e7\u00e3o privada dos bens p\u00fablicos, sejam eles de car\u00e1ter material ou simb\u00f3lico. O poder de mando traz custos e benef\u00edcios nem sempre cont\u00e1beis, mas, em geral, socializados os primeiros e privatizados os \u00faltimos. N\u00e3o raro, o mandato pol\u00edtico serve de trampolim para novos empreendimentos particulares, nebulosamente mesclados com a busca do bem comum. Tais empreendimentos (familiares, grupais ou corporativistas), por seu turno, ajudam financeiramente a garantir a cadeira cativa na \u00e1rea p\u00fablica, com seus rendimentos nada desprez\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Disso resulta que, por vezes, o pr\u00f3prio cargo pol\u00edtico (no legislativo, executivo ou judici\u00e1rio) converte-se, ele mesmo, em um verdadeiro empreendimento de ordem privada e altamente rent\u00e1vel. Esse c\u00edrculo vicioso constitui um n\u00f3 da pr\u00e1tica pol\u00edtica em n\u00e3o poucos pa\u00edses, al\u00e9m de um entrave a um projeto\u00a0 de governo e de na\u00e7\u00e3o a largo prazo. Prevalece o curto prazo dos ganhos imediatos num evidente projeto de poder e sua perpetuidade. A forma\u00e7\u00e3o das oligarquias, dos currais eleitorais e do fatiamento da popula\u00e7\u00e3o eleitoral mergulha suas ra\u00edzes nesse terreno amb\u00edguo da confus\u00e3o entre patrim\u00f4nio p\u00fablico e privado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rompe-se a fronteira um e outro, diluem-se os contornos entre o bem comum e os interesses de grupos, associa\u00e7\u00f5es, partidos e corpora\u00e7\u00f5es privadas. No fim da linha, chega-se ao ponto extremo em que as obras constru\u00eddas com os cofres do Estado (arrecada\u00e7\u00e3o de impostos, taxas, etc.) acabam sendo inauguradas e apresentadas como se fossem um benef\u00edcio ou um presente do Dr. Fulano de Tal. De prefer\u00eancia \u00e0s v\u00e9speras de algum pleito! Semelhante indetermina\u00e7\u00e3o entre o que \u00e9 p\u00fablico e o que \u00e9 privado n\u00e3o est\u00e1 somente na pr\u00e1tica de muitos pol\u00edticos de carreira. Est\u00e1 tamb\u00e9m (e isso \u00e9 mais grave!) na consci\u00eancia de muitos eleitores que, ludibriados pelos discursos populistas, demag\u00f3gicos ou paternalistas, terminam por concentrar no Dr. Fulano os aplausos que se devem \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o deles mesmos e da sociedade atrav\u00e9s de uma das maiores carga de impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O dever do bem comum,\u00a0<em>conditio sine qua non<\/em> de todo homem p\u00fablico converte-se, assim, num favor \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. A obriga\u00e7\u00e3o do cargo p\u00fablico transfigura-se em presente de amigo e muitas obras adquirem o nome de figuras ainda vivas e influentes no meio pol\u00edtico. O jogo se acentua, evidentemente, quando semelhantes figuras s\u00e3o oriundas do topo da pir\u00e2mide ou ali se instalaram. \u00c9 ent\u00e3o que a riqueza abre portas para a entrada no mundo da pol\u00edtica e esta pavimenta a estrada para novos neg\u00f3cios privados. De novo trope\u00e7amos com o c\u00edrculo de a\u00e7o que tende a favorecer uma minoria privilegiada, em detrimento da massa an\u00f4nima, muda e mutilada, dos cidad\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se esse esquema ocupa a o c\u00e9rebro, a alma e o cora\u00e7\u00e3o do corpo social, com mais facilidade ser\u00e1 transmitida a outros \u00f3rg\u00e3os, institui\u00e7\u00f5es, movimentos, entidades, associa\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00f5es. Muda o grau de envolvimento e de consequ\u00eancias nocivas, de acordo com o degrau sociopol\u00edtico que se ocupa, mas a natureza perniciosa \u00e9 a mesma. O l\u00edquido viscoso e invis\u00edvel da corrup\u00e7\u00e3o escorre sorrateiramente pelos vasos sangu\u00edneos de todo o organismo. Felizmente, j\u00e1 conhecemos alguns ant\u00eddotos a semelhante epidemia hist\u00f3rica e estrutural, tais como as Leis 9840 e da Ficha Limpa, a participa\u00e7\u00e3o nos Conselhos Populares, bem como a cria\u00e7\u00e3o de novos canais, mecanismos e instrumentos de controle da a\u00e7\u00e3o dos pol\u00edticos e do or\u00e7amento de munic\u00edpios, estados e Uni\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-19681\" data-postid=\"19681\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-19681 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pe. Alfredo J. Gon\u00e7alves, CS Por um largo per\u00edodo, as aten\u00e7\u00f5es da grande m\u00eddia, da pol\u00edtica, das ruas e de cada um de n\u00f3s estiveram concentradas no julgamento do chamado \u201cMensal\u00e3o\u201d. Poucas vezes uma express\u00e3o ocupou tanto espa\u00e7o por tanto tempo. 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