
{"id":23770,"date":"2013-11-18T14:47:53","date_gmt":"2013-11-18T16:47:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=23770"},"modified":"2013-12-16T13:53:09","modified_gmt":"2013-12-16T15:53:09","slug":"perguntas-preparacao-ao-sinodo-extraordinaria-da-familia-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/perguntas-preparacao-ao-sinodo-extraordinaria-da-familia-2014\/","title":{"rendered":"Perguntas em prepara\u00e7\u00e3o ao S\u00ednodo Extraordin\u00e1rio da Fam\u00edlia 2014"},"content":{"rendered":"<p>O Papa Francisco convocou um S\u00ednodo Extraordin\u00e1rio para outubro de 2014 para refletir sobre temas relacionados \u00e0 fam\u00edlia. Em prepara\u00e7\u00e3o, lan\u00e7ou um question\u00e1rio para ouvir as comunidades em todo o mundo. Leia a \u00edntegra do documento.<\/p>\n<p><strong><em>\u201cOs desafios pastorais sobre a fam\u00edlia no contexto da evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>I \u2013 O S\u00ednodo: fam\u00edlia e evangeliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A miss\u00e3o de pregar o Evangelho a cada criatura foi confiada diretamente pelo Senhor aos seus disc\u00edpulos, e dela a Igreja \u00e9 portadora na hist\u00f3ria. Na \u00e9poca em que vivemos, a evidente crise social e espiritual torna-se um desafio pastoral, que interpela a miss\u00e3o evangelizadora da Igreja para a fam\u00edlia, n\u00facleo vital da sociedade e da comunidade eclesial.<\/p>\n<p>Propor o Evangelho sobre a fam\u00edlia neste contexto \u00e9 mais urgente e necess\u00e1rio do que nunca. A import\u00e2ncia deste tema sobressai do fato que o Santo Padre decidiu estabelecer para o <strong>S\u00ednodo dos Bispos <\/strong>um itiner\u00e1rio de trabalho em duas etapas: a primeira, a <strong>Assembleia Geral Extraordin\u00e1ria <\/strong>de 2014, destinada a especificar o \u201cstatus quaestionis\u201d e a recolher testemunhos e propostas dos Bispos para anunciar e viver de maneira fidedigna o Evangelho para a fam\u00edlia; a segunda, a <strong>Assembleia Geral Ordin\u00e1ria <\/strong>de 2015, em ordem a procurar linhas de a\u00e7\u00e3o para a pastoral da pessoa humana e da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Hoje perfilam-se problem\u00e1ticas at\u00e9 h\u00e1 poucos anos in\u00e9ditas, desde a difus\u00e3o dos casais de fato, que n\u00e3o acedem ao matrim\u00f4nio e \u00e0s vezes excluem esta pr\u00f3pria ideia, at\u00e9 \u00e0s uni\u00f5es entre pessoas do mesmo sexo, \u00e0s quais n\u00e3o raro \u00e9 permitida a ado\u00e7\u00e3o de filhos. Entre as numerosas novas situa\u00e7\u00f5es que exigem a aten\u00e7\u00e3o e o compromisso pastoral da Igreja, ser\u00e1 suficiente recordar: os matrim\u00f4nios mistos ou inter-religiosos; a fam\u00edlia monoparental; a poligamia; os matrim\u00f4nios combinados, com a consequente problem\u00e1tica do dote, por vezes entendido como pre\u00e7o de compra da mulher; o sistema das castas; a cultura do n\u00e3o-comprometimento e da presum\u00edvel instabilidade do v\u00ednculo; as formas de feminismo hostis \u00e0 Igreja; os fen\u00f4menos migrat\u00f3rios e reformula\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria ideia de fam\u00edlia; o pluralismo relativista na no\u00e7\u00e3o de matrim\u00f4nio; a influ\u00eancia dos meios de comunica\u00e7\u00e3o sobre a cultura popular na compreens\u00e3o do matrim\u00f4nio e da vida familiar; as tend\u00eancias de pensamento subjacentes a propostas legislativas que desvalorizam a perman\u00eancia e a fidelidade do pacto matrimonial; o difundir-se do fen\u00f4meno das m\u00e3es de substitui\u00e7\u00e3o (\u201cbarriga de aluguel\u201d); e as novas interpreta\u00e7\u00f5es dos direitos humanos. Mas sobretudo no \u00e2mbito mais estritamente eclesial, o enfraquecimento ou abandono da f\u00e9 na sacramentalidade do matrim\u00f4nio e no poder terap\u00eautico da penit\u00eancia sacramental.<\/p>\n<p>A partir de tudo isto compreende-se como \u00e9 urgente que a aten\u00e7\u00e3o do episcopado mundial, \u201ccum et sub Petro\u201d, enfrente estes desafios. Se, por exemplo, pensarmos unicamente no fato de que no contexto atual muitos adolescentes e jovens, nascidos de matrim\u00f4nios irregulares, poder\u00e3o nunca ver os seus pais aproximar-se dos sacramentos, compreenderemos como s\u00e3o urgentes os desafios apresentados \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o pela situa\u00e7\u00e3o atual, de resto difundida em todas as partes da \u201caldeia global\u201d. Esta realidade encontra uma correspond\u00eancia singular no vasto acolhimento que tem, nos nossos dias, o ensinamento sobre a miseric\u00f3rdia divina e sobre a ternura em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas feridas, nas periferias geogr\u00e1ficas e existenciais: as expectativas que disto derivam, a prop\u00f3sito das escolhas pastorais relativas \u00e0 fam\u00edlia, s\u00e3o extremamente amplas. Por isso, uma reflex\u00e3o do S\u00ednodo dos Bispos a respeito destes temas parece tanto necess\u00e1ria e urgente quanto indispens\u00e1vel, como express\u00e3o de caridade dos Pastores em rela\u00e7\u00e3o a quantos lhes s\u00e3o confiados e a toda a fam\u00edlia humana.<\/p>\n<p><strong>II \u2013 A Igreja e o Evangelho sobre a fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>A boa nova do amor divino deve ser proclamada a quantos vivem esta fundamental experi\u00eancia humana pessoal, de casal e de comunh\u00e3o aberta ao dom dos filhos, que \u00e9 a comunidade familiar. A doutrina da f\u00e9 sobre o matrim\u00f4nio deve ser apresentada de modo comunicativo e eficaz, para ser capaz de alcan\u00e7ar os cora\u00e7\u00f5es e de transform\u00e1-los segundo a vontade de Deus manifestada em Cristo Jesus.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito das fontes b\u00edblicas sobre o matrim\u00f4nio e a fam\u00edlia, nesta circunst\u00e2ncia apresentamos somente as refer\u00eancias essenciais. Tamb\u00e9m no que se refere aos documentos do Magist\u00e9rio, parece oportuno limitar-se aos documentos do Magist\u00e9rio universal da Igreja, integrando-os com alguns textos emanados pelo <strong>Pontif\u00edcio Conselho para a Fam\u00edlia<\/strong> e atribuindo aos Bispos participantes no S\u00ednodo a tarefa de dar voz aos documentos dos seus respectivos organismos episcopais.<\/p>\n<p>Em todas as \u00e9pocas e nas culturas mais diversificadas nunca faltou o ensinamento claro dos Pastores, nem o testemunho concreto dos fi\u00e9is, homens e mulheres que, em circunst\u00e2ncias muito diversas, viveram o Evangelho sobre a fam\u00edlia como uma d\u00e1diva incomensur\u00e1vel para a sua pr\u00f3pria vida e para a vida dos seus filhos. O compromisso a favor do pr\u00f3ximo <strong>S\u00ednodo Extraordin\u00e1rio <\/strong>\u00e9 assumido e sustentado pelo desejo de comunicar esta mensagem a todos, com maior incisividade, esperando assim que \u00abo tesouro da revela\u00e7\u00e3o confiado \u00e0 Igreja encha cada vez mais os cora\u00e7\u00f5es dos homens\u00bb (DV 26).<\/p>\n<p><strong>O projeto de Deus Criador e Redentor<\/strong><\/p>\n<p>A beleza da mensagem b\u00edblica sobre a fam\u00edlia tem a sua raiz na cria\u00e7\u00e3o do homem e da mulher, ambos criados \u00e0 imagem e semelhan\u00e7a de Deus (cf. Gn 1, 24-31; 2, 4b-25). Ligados por um v\u00ednculo sacramental indissol\u00favel, os esposos vivem a beleza do amor, da paternidade, da maternidade e da dignidade suprema de participar deste modo na obra criadora de Deus.<\/p>\n<p>No dom do fruto da sua uni\u00e3o, eles assumem a responsabilidade do crescimento e da educa\u00e7\u00e3o de outras pessoas, para o futuro do g\u00eanero humano. Atrav\u00e9s da procria\u00e7\u00e3o, o homem e a mulher realizam na f\u00e9 a voca\u00e7\u00e3o de ser colaboradores de Deus na preserva\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o e no desenvolvimento da fam\u00edlia humana.<\/p>\n<p>O <strong>Beato Jo\u00e3o Paulo II<\/strong> comentou este aspecto na <strong>Familiaris Consortio<\/strong>: \u00abDeus criou o homem \u00e0 sua imagem e semelhan\u00e7a (cf. Gn 1, 26 s.): chamando-o \u00e0 exist\u00eancia por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor. Deus \u00e9 amor (1 Jo 4, 8) e vive em si mesmo um mist\u00e9rio de comunh\u00e3o pessoal de amor. Criando-a \u00e0 sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a voca\u00e7\u00e3o e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunh\u00e3o (cf. <strong>Gaudium et Spes<\/strong>, 12). O amor \u00e9, portanto, a fundamental e origin\u00e1ria voca\u00e7\u00e3o de cada ser humano\u00bb (FC 11).<\/p>\n<p>Este projeto de Deus Criador, que o pecado original deturpou (cf. Gn 3, 1-24), manifestou-se na hist\u00f3ria atrav\u00e9s das vicissitudes do povo eleito, at\u00e9 \u00e0 plenitude dos tempos, pois mediante a encarna\u00e7\u00e3o o Filho de Deus n\u00e3o apenas confirmou a vontade divina de salva\u00e7\u00e3o, mas com a reden\u00e7\u00e3o ofereceu a gra\u00e7a de obedecer a esta mesma vontade.<\/p>\n<p>O Filho de Deus, Palavra que se fez carne (cf. Jo 1, 14) no seio da<strong> Virgem M\u00e3e<\/strong>, viveu e cresceu na fam\u00edlia de <strong>Nazar\u00e9<\/strong>, e participou nas bodas de <strong>Can\u00e1<\/strong>, cuja festa foi por Ele enriquecida com o primeiro dos seus \u201csinais\u201d (cf. Jo 2, 1-11). Ele aceitou com alegria o acolhimento familiar dos seus primeiros disc\u00edpulos (cf. Mc 1, 29-31; 2, 13-17) e consolou o luto da fam\u00edlia dos seus amigos em <strong>Bet\u00e2nia <\/strong>(cf. Lc 10, 38-42; Jo 11, 1-44).<\/p>\n<p>Jesus Cristo restabeleceu a beleza do matrim\u00f4nio, voltando a propor o projeto unit\u00e1rio de Deus, que tinha sido abandonado devido \u00e0 dureza do cora\u00e7\u00e3o humano, at\u00e9 mesmo no interior da tradi\u00e7\u00e3o do povo de Israel (cf. Mt 5, 31-32; 19.3-12; Mc 10, 1-12; Lc 16, 18). Voltando \u00e0 origem, Jesus ensinou a unidade e a fidelidade dos esposos, recusando o rep\u00fadio e o adult\u00e9rio.<\/p>\n<p>Precisamente atrav\u00e9s da beleza extraordin\u00e1ria do amor humano \u2013 j\u00e1 celebrada com contornos inspirados no <strong>C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos<\/strong>, e do v\u00ednculo esponsal exigido e defendido por Profetas como <strong>Oseias <\/strong>(cf. Os 1, 2-3,3) e <strong>Malaquias <\/strong>(cf. Ml 2, 13-16) \u2013 Jesus confirmou a dignidade origin\u00e1ria do amor entre o homem e a mulher.<\/p>\n<p><strong>O ensinamento da Igreja sobre a fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na comunidade crist\u00e3 primitiva a fam\u00edlia se manifestava como \u201cIgreja dom\u00e9stica\u201d (cf. <strong>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/strong>, n. 1655): nos chamados \u201cc\u00f3digos familiares\u201d das Cartas apost\u00f3licas neotestament\u00e1rias, a grande fam\u00edlia do mundo antigo \u00e9 identificada como o lugar da solidariedade mais profunda entre esposas e maridos, entre pais e filhos, entre ricos e pobres (cf. Ef 5, 21-6, 9; Cl 3, 18-4, 1; 1 Tm 2, 8-15; Tt 2, 1-10; 1 Pd 2, 13-3, 7; cf., al\u00e9m disso, tamb\u00e9m a <strong>Carta a Filemon<\/strong>). Em particular, a <strong>Carta aos Ef\u00e9sios<\/strong> identificou no amor nupcial entre o homem e a mulher \u00abo grande mist\u00e9rio\u00bb, que torna presente no mundo o amor de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 31-32).<\/p>\n<p>Ao longo dos s\u00e9culos, sobretudo na \u00e9poca moderna at\u00e9 aos nossos dias, a Igreja n\u00e3o fez faltar um seu ensinamento constante e crescente sobre a fam\u00edlia e sobre o matrim\u00f4nio que a fundamenta. Uma das express\u00f5es mais excelsas foi a proposta do <strong>Conc\u00edlio Ecum\u00eanico Vaticano II<\/strong>, na Constitui\u00e7\u00e3o pastoral <strong>Gaudium et Spes<\/strong> que, abordando algumas problem\u00e1ticas mais urgentes, dedica um cap\u00edtulo inteiro \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da dignidade do matrim\u00f4nio e da fam\u00edlia, como sobressai na descri\u00e7\u00e3o do seu valor para a constitui\u00e7\u00e3o da sociedade: \u00abA fam\u00edlia \u2013 na qual se congregam as diferentes gera\u00e7\u00f5es que reciprocamente se ajudam a alcan\u00e7ar uma sabedoria mais plena e a conciliar os direitos pessoais com as outras exig\u00eancias da vida social \u2013 constitui assim o fundamento da sociedade\u00bb (GS 52). Particularmente intenso \u00e9 o apelo a uma espiritualidade cristoc\u00eantrica dirigida aos esposos crentes: \u00abOs pr\u00f3prios esposos, feitos \u00e0 imagem de Deus e estabelecidos numa ordem verdadeiramente pessoal, estejam unidos em comunh\u00e3o de afeto e de pensamento e com m\u00fatua santidade, de modo que, seguindo a Cristo, princ\u00edpio da vida, se tornem pela fidelidade do seu amor, atrav\u00e9s das alegrias e dos sacrif\u00edcios da sua voca\u00e7\u00e3o, testemunhas daquele mist\u00e9rio de amor que Deus revelou ao mundo com a sua morte e a sua ressurrei\u00e7\u00e3o\u00bb (GS 52).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m os Sucessores de Pedro, depois do <strong>Conc\u00edlio Vaticano II<\/strong>, enriqueceram mediante o seu Magist\u00e9rio a doutrina sobre o matrim\u00f4nio e a fam\u00edlia, de modo especial <strong>Paulo VI<\/strong> com a Enc\u00edclica Humanae Vitae, que oferece ensinamentos espec\u00edficos a n\u00edveis de princ\u00edpio e de pr\u00e1tica. Sucessivamente, o Papa Jo\u00e3o Paulo II, na <strong>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica Familiaris Consortio<\/strong>, quis insistir na proposta do des\u00edgnio divino acerca da verdade origin\u00e1ria do amor esponsal e familiar: \u00abO \u201clugar\u201d \u00fanico, que torna poss\u00edvel esta doa\u00e7\u00e3o segundo a sua verdade total, \u00e9 o matrim\u00f4nio, ou seja, o pacto de amor conjugal ou escolha consciente e livre, com a qual o homem e a mulher recebem a comunidade \u00edntima de vida e de amor, querida pelo pr\u00f3prio Deus (cfr. Gaudium et Spes, 48), que s\u00f3 a esta luz manifesta o seu verdadeiro significado. A institui\u00e7\u00e3o matrimonial n\u00e3o \u00e9 uma inger\u00eancia indevida da sociedade ou da autoridade, nem a imposi\u00e7\u00e3o extr\u00ednseca de uma forma, mas uma exig\u00eancia interior do pacto de amor conjugal que publicamente se afirma como \u00fanico e exclusivo, para que seja vivida assim a plena fidelidade ao des\u00edgnio de Deus Criador. Longe de mortificar a liberdade da pessoa, esta fidelidade p\u00f5e-na em seguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao subjetivismo e relativismo, tornando-a participante da Sabedoria criadora\u00bb (FC 11).<\/p>\n<p>O <strong>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/strong> re\u00fane estes dados fundamentais: \u00abA alian\u00e7a matrimonial, pela qual um homem e uma mulher constituem entre si uma comunidade \u00edntima de vida e de amor; foi fundada e dotada das suas leis pr\u00f3prias pelo Criador: Pela sua natureza, ordena-se ao bem dos c\u00f4njuges, bem como \u00e0 procria\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o dos filhos. Entre os batizados, foi elevada por Cristo Senhor \u00e0 dignidade de sacramento [cf. <strong>Conc\u00edlio Ecum\u00eanico Vaticano II, Gaudium et Spes<\/strong>, 48; <strong>C\u00f3digo de Direito Can\u00f4nico<\/strong>, c\u00e2n. 1055 \u00a7 1]\u00bb (CCC, n. 1660).<\/p>\n<p>A doutrina exposta no <strong>Catecismo <\/strong>refere-se tanto aos princ\u00edpios teol\u00f3gicos como aos comportamentos morais, abordados sob dois t\u00edtulos distintos: O sacramento do matrim\u00f4nio (nn. 1601-1658) e O sexto mandamento (nn. 2331-2391). Uma leitura atenta destas partes do <strong>Catecismo <\/strong>oferece uma compreens\u00e3o atualizada da doutrina da f\u00e9, em benef\u00edcio da atividade da Igreja diante dos desafios contempor\u00e2neos. A sua pastoral encontra inspira\u00e7\u00e3o na verdade do matrim\u00f4nio visto no des\u00edgnio de Deus, que criou var\u00e3o e mulher, e na plenitude dos tempos revelou em Jesus tamb\u00e9m a plenitude do amor esponsal, elevado a sacramento. O matrim\u00f4nio crist\u00e3o, fundamentado sobre o consenso, \u00e9 dotado tamb\u00e9m de efeitos pr\u00f3prios, e, no entanto, a tarefa dos c\u00f4njuges n\u00e3o \u00e9 subtra\u00edda ao regime do pecado (cf. Gn 3, 1-24), que pode provocar feridas profundas e at\u00e9 ofensas contra a pr\u00f3pria dignidade do sacramento.<\/p>\n<p>\u00abO primeiro \u00e2mbito da cidade dos homens iluminado pela f\u00e9 \u00e9 a fam\u00edlia; penso, antes de mais nada, na uni\u00e3o est\u00e1vel do homem e da mulher no matrim\u00f4nio. Tal uni\u00e3o nasce do seu amor, sinal e presen\u00e7a do amor de Deus, nasce do reconhecimento e aceita\u00e7\u00e3o do bem que \u00e9 a diferen\u00e7a sexual, em virtude da qual os c\u00f4njuges se podem unir numa s\u00f3 carne (cf. Gn 2, 24) e s\u00e3o capazes de gerar uma nova vida, manifesta\u00e7\u00e3o da bondade do Criador, da sua sabedoria e do seu des\u00edgnio de amor. Fundados sobre este amor, homem e mulher podem prometer-se amor m\u00fatuo com um gesto que compromete a vida inteira e que lembra muitos tra\u00e7os da f\u00e9: prometer um amor que dure para sempre \u00e9 poss\u00edvel quando se descobre um des\u00edgnio maior que os pr\u00f3prios projetos, que nos sustenta e permite doar o futuro inteiro \u00e0 pessoa amada\u00bb (LF 52). \u00abA f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 um ref\u00fagio para gente sem coragem, mas a dilata\u00e7\u00e3o da vida: faz descobrir uma grande chamada \u2014 a voca\u00e7\u00e3o ao amor \u2014 e assegura que este amor \u00e9 fi\u00e1vel, que vale a pena entregar-se a ele, porque o seu fundamento se encontra na fidelidade de Deus, que \u00e9 mais forte do que toda a nossa fragilidade\u00bb (LF 53).<\/p>\n<p><strong>III \u2013 Question\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>As seguintes perguntas permitem \u00e0s Igrejas particulares participar ativamente na prepara\u00e7\u00e3o do <strong>S\u00ednodo Extraordin\u00e1rio<\/strong>, que tem a finalidade de anunciar o Evangelho nos atuais desafios pastorais a respeito da fam\u00edlia.<\/p>\n<p><em><strong>1 &#8211; Sobre a difus\u00e3o da Sagrada Escritura e do Magist\u00e9rio da Igreja a prop\u00f3sito da fam\u00edlia<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) Qual \u00e9 o conhecimento real dos ensinamentos da B\u00edblia, da<strong> Gaudium et Spes<\/strong>, da <strong>Familiaris Consortio<\/strong> e de outros documentos do Magist\u00e9rio p\u00f3s-conciliar sobre o valor da fam\u00edlia segundo a Igreja cat\u00f3lica? Como os nossos fi\u00e9is s\u00e3o formados para a vida familiar, em conformidade com o ensinamento da Igreja?<\/p>\n<p>b) Onde \u00e9 conhecido, o ensinamento da Igreja \u00e9 aceite integralmente. Verificam-se dificuldades na hora de o p\u00f4r em pr\u00e1tica? Se sim, quais?<\/p>\n<p>c) Como o ensinamento da Igreja \u00e9 difundido no contexto dos programas pastorais nos planos nacional, diocesano e paroquial? Que tipo de catequese sobre a fam\u00edlia \u00e9 promovida?<\/p>\n<p>d) Em que medida \u2013 e em particular sob que aspectos \u2013 este ensinamento \u00e9 realmente conhecido, aceite, rejeitado e\/ou criticado nos ambientes extra-eclesiais? Quais s\u00e3o os fatores culturais que impedem a plena aceita\u00e7\u00e3o do ensinamento da Igreja sobre a fam\u00edlia?<\/p>\n<p><em><strong>2 &#8211; Sobre o matrim\u00f4nio segundo a lei natural<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) Que lugar ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, quer nos planos institucional, educativo e acad\u00eamico, quer a n\u00edvel popular? Que vis\u00f5es da antropologia est\u00e3o subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da fam\u00edlia?<\/p>\n<p>b) O conceito de lei natural em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 uni\u00e3o entre o homem e a mulher \u00e9 geralmente aceito, enquanto tal, por parte dos batizados?<\/p>\n<p>c) Como \u00e9 contestada, na pr\u00e1tica e na teoria, a lei natural sobre a uni\u00e3o entre o homem e a mulher, em vista da forma\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia? Como \u00e9 proposta e aprofundada nos organismos civis e eclesiais?<\/p>\n<p>d) Quando a celebra\u00e7\u00e3o do matrim\u00f4nio \u00e9 pedida por batizados n\u00e3o praticantes, ou que se declaram n\u00e3o-crentes, como enfrentar os desafios pastorais que disto derivam?<\/p>\n<p><em><strong>3 \u2013 A pastoral da fam\u00edlia no contexto da evangeliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Quais foram as experi\u00eancias que surgiram nas \u00faltimas d\u00e9cadas em ordem \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f4nio? Como se procurou estimular a tarefa de evangeliza\u00e7\u00e3o dos esposos e da fam\u00edlia? De que modo promover a consci\u00eancia da fam\u00edlia como \u201cIgreja dom\u00e9stica\u201d?<\/p>\n<p>Conseguiu-se propor estilos de ora\u00e7\u00e3o em fam\u00edlia, capazes de resistir \u00e0 complexidade da vida e da cultural contempor\u00e2nea?<\/p>\n<p>Na atual situa\u00e7\u00e3o de crise entre as gera\u00e7\u00f5es, como as fam\u00edlias crist\u00e3s souberam realizar a pr\u00f3pria voca\u00e7\u00e3o de transmiss\u00e3o da f\u00e9?<\/p>\n<p>De que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares?<\/p>\n<p>Qual \u00e9 a contribui\u00e7\u00e3o espec\u00edfica que casais e fam\u00edlias conseguiram oferecer, em ordem \u00e0 difus\u00e3o de uma vis\u00e3o integral do casal e da fam\u00edlia crist\u00e3, hoje cred\u00edvel?<\/p>\n<p>Que aten\u00e7\u00e3o pastoral a Igreja mostrou para sustentar o caminho dos casais em forma\u00e7\u00e3o e dos casais em crise?<\/p>\n<p><em><strong>4 \u2013 Sobre a pastoral para enfrentar algumas situa\u00e7\u00f5es matrimoniais dif\u00edceis<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) A conviv\u00eancia <em>ad experimentum<\/em> \u00e9 uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calcul\u00e1-la numericamente?<\/p>\n<p>b) Existem uni\u00f5es livres de fato, sem o reconhecimento religioso nem civil? Disp\u00f5em-se de dados estat\u00edsticos confi\u00e1veis?<\/p>\n<p>c) Os separados e os divorciados recasados constituem uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calcul\u00e1-los numericamente? Como se enfrenta esta realidade, atrav\u00e9s de programas pastorais adequados?<\/p>\n<p>d) Em todos estes casos: como vivem os batizados a sua irregularidade? Est\u00e3o conscientes da mesma? Simplesmente manifestam indiferen\u00e7a? Sentem-se marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos?<\/p>\n<p>e) Quais s\u00e3o os pedidos que as pessoas separadas e divorciadas dirigem \u00e0 Igreja, a prop\u00f3sito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconcilia\u00e7\u00e3o? Entre as pessoas que se encontram em tais situa\u00e7\u00f5es, quantas pedem estes sacramentos?<\/p>\n<p>f) A simplifica\u00e7\u00e3o da praxe can\u00f4nica em ordem ao reconhecimento da declara\u00e7\u00e3o de nulidade do v\u00ednculo matrimonial poderia oferecer uma contribui\u00e7\u00e3o positiva real para a solu\u00e7\u00e3o das problem\u00e1ticas das pessoas interessadas? Se sim, de que forma?<\/p>\n<p>g) Existe uma pastoral para ir ao encontro destes casos? Como se realiza esta atividade pastoral? Existem programas a este prop\u00f3sito, nos planos nacional e diocesano? Como a miseric\u00f3rdia de Deus \u00e9 anunciada a separados e divorciados recasados e como se p\u00f5e em pr\u00e1tica a ajuda da Igreja para o seu caminho de f\u00e9?<\/p>\n<p><em><strong>5 &#8211; Sobre as uni\u00f5es de pessoas do mesmo sexo<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) Existe no vosso pa\u00eds uma lei civil de reconhecimento das uni\u00f5es de pessoas do mesmo sexo, equiparadas de alguma forma ao matrim\u00f4nio?<\/p>\n<p>b) Qual \u00e9 a atitude das Igrejas particulares e locais, quer diante do Estado civil promotor de uni\u00f5es civis entre pessoas do mesmo sexo, quer perante as pessoas envolvidas neste tipo de uni\u00e3o?<\/p>\n<p>c) Que aten\u00e7\u00e3o pastoral \u00e9 poss\u00edvel prestar \u00e0s pessoas que escolheram viver em conformidade com este tipo de uni\u00e3o?<\/p>\n<p>d) No caso de uni\u00f5es de pessoas do mesmo sexo que adotaram crian\u00e7as, como \u00e9 necess\u00e1rio comportar-se pastoralmente, em vista da transmiss\u00e3o da f\u00e9?<\/p>\n<p><em><strong>6 &#8211; Sobre a educa\u00e7\u00e3o dos filhos no contexto das situa\u00e7\u00f5es de matrim\u00f4nios irregulares<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) Qual \u00e9 nestes casos a propor\u00e7\u00e3o aproximativa de crian\u00e7as e adolescentes, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s crian\u00e7as nascidas e educadas em fam\u00edlias regularmente constitu\u00eddas?<\/p>\n<p>b) Com que atitude os pais se dirigem \u00e0 Igreja? O que pedem? Somente os sacramentos, ou inclusive a catequese e o ensinamento da religi\u00e3o em geral?<\/p>\n<p>c) Como as Igrejas particulares v\u00e3o ao encontro da necessidade dos pais destas crian\u00e7as, de oferecer uma educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 aos pr\u00f3prios filhos?<\/p>\n<p>d) Como se realiza a pr\u00e1tica sacramental em tais casos: a prepara\u00e7\u00e3o, a administra\u00e7\u00e3o do sacramento e o acompanhamento?<\/p>\n<p><em><strong>7 &#8211; Sobre a abertura dos esposos \u00e0 vida<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) Qual \u00e9 o conhecimento real que os crist\u00e3os t\u00eam da doutrina da <strong>Humanae Vitae<\/strong> a respeito da paternidade respons\u00e1vel? Que consci\u00eancia t\u00eam da avalia\u00e7\u00e3o moral dos diferentes m\u00e9todos de regula\u00e7\u00e3o dos nascimentos? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta mat\u00e9ria, sob o ponto de vista pastoral?<\/p>\n<p>b) Esta doutrina moral \u00e9 aceite? Quais s\u00e3o os aspectos mais problem\u00e1ticos que tornam dif\u00edcil a sua aceita\u00e7\u00e3o para a grande maioria dos casais?<\/p>\n<p>c) Que m\u00e9todos naturais s\u00e3o promovidos por parte das Igrejas particulares, para ajudar os c\u00f4njuges a p\u00f4r em pr\u00e1tica a doutrina da <strong>Humanae Vitae<\/strong>?<\/p>\n<p>d) Qual \u00e9 a experi\u00eancia relativa a este tema na pr\u00e1tica do sacramento da penit\u00eancia e na participa\u00e7\u00e3o na Eucaristia?<\/p>\n<p>e) Quais s\u00e3o, a este prop\u00f3sito, os contrastes que se salientam entre a doutrina da Igreja e a educa\u00e7\u00e3o civil?<\/p>\n<p>f) Como promover uma mentalidade mais aberta \u00e0 natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos?<\/p>\n<p><em><strong>8 &#8211; Sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a fam\u00edlia e a pessoa<\/strong><\/em><\/p>\n<p>a) Jesus Cristo revela o mist\u00e9rio e a voca\u00e7\u00e3o do homem: a fam\u00edlia \u00e9 um lugar privilegiado para que isto aconte\u00e7a?<\/p>\n<p>b) Que situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas da fam\u00edlia no mundo contempor\u00e2neo podem tornar-se um obst\u00e1culo para o encontro da pessoa com Cristo?<\/p>\n<p>c) Em que medida as crises de f\u00e9, pelas quais as pessoas podem atravessar, incidem sobre a vida familiar?<\/p>\n<p><em><strong>9 &#8211; Outros desafios e propostas<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Existem outros desafios e propostas a respeito dos temas abordados neste question\u00e1rio, sentidos como urgentes ou \u00fateis por parte dos destinat\u00e1rios?<\/p>\n<p><strong>Para onde enviar as respostas:<\/strong><\/p>\n<p>O question\u00e1rio respondido pode ser enviado para os seguintes endere\u00e7os:<\/p>\n<p><strong>Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil \u2013 CNBB<\/strong><br \/>\nSE\/Sul Quadra 801 Conjunto \u201cB\u201d<br \/>\n70.200-014<br \/>\nBRAS\u00cdLIA \u2013 DF<\/p>\n<p><strong>Nunciatura Apost\u00f3lica no Brasil<br \/>\n<\/strong>SES Avenida das Na\u00e7\u00f5es quadra 801 lote 1<br \/>\nCEP: 70.401-900 &#8211; Bras\u00edlia \/ DF<br \/>\nCaixa Postal 153 CEP: 70.359-970<br \/>\nE-mail: <a title=\"nunapost@solar.com.br\" href=\"mailto:nunapost@solar.com.br\">nunapost@solar.com.br<\/a><\/p>\n<p><strong>Secretaria da Diocese<\/strong><\/p>\n<p>O question\u00e1rio com as respostas tamb\u00e9m pode ser entregue na secretaria de sua diocese.<\/p>\n<p>Veja a vers\u00e3o do documento em <a title=\"Perguntas em prepara\u00e7\u00e3o ao S\u00ednodo Extraordin\u00e1rio Fam\u00edlia 2014\" href=\"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/Perguntas-SinodoExtraordinario-Familia2014.pdf\" target=\"_blank\">PDF para download<\/a>.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-23770\" data-postid=\"23770\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-23770 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Papa Francisco convocou um S\u00ednodo Extraordin\u00e1rio para outubro de 2014 para refletir sobre temas relacionados \u00e0 fam\u00edlia. 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