
{"id":2412,"date":"2009-03-16T13:06:00","date_gmt":"2009-03-16T16:06:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=2412"},"modified":"2009-03-16T13:06:00","modified_gmt":"2009-03-16T16:06:00","slug":"violencia-domestica-uma-questao-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/violencia-domestica-uma-questao-nacional\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia dom\u00e9stica: uma quest\u00e3o nacional"},"content":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer<\/p>\n<p>Antigamente o m\u00eas da mulher era maio.  N\u00e3o tinha esse nome, mas era (e ainda \u00e9) em maio que a sociedade civil comemora o Dia das M\u00e3es e a Igreja Cat\u00f3lica celebra mais intensamente Nossa Senhora, m\u00e3e de Jesus e modelo de mulher.  S\u00f3 mais recentemente, 8 de mar\u00e7o foi institu\u00eddo como Dia Internacional da Mulher, celebrando as conquistas das mulheres modernas que disputaram com o homem o espa\u00e7o p\u00fablico e tiveram avan\u00e7os significativos.<\/p>\n<p>A ideia da exist\u00eancia de um Dia Internacional da Mulher foi inicialmente proposta na virada do s\u00e9culo XX, durante o r\u00e1pido processo de industrializa\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o econ\u00f4mica que levou aos protestos sobre as condi\u00e7\u00f5es de trabalho. As mulheres empregadas em f\u00e1bricas de vestu\u00e1rio e ind\u00fastria t\u00eaxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Mar\u00e7o de 1857, em Nova York, quando se manifestavam sobre as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de trabalho e reduzidos sal\u00e1rios. No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as d\u00e9cadas de 1910 e 1920, mas depois esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na d\u00e9cada de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas come\u00e7ou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.<\/p>\n<p>As conquistas da mulher nas \u00faltimas d\u00e9cadas s\u00e3o muitas  e ineg\u00e1veis. A entrada no mercado de trabalho, os sal\u00e1rios, a notoriedade em profiss\u00f5es antes apenas masculinas colocaram a mulher em um patamar de visibilidade que antes n\u00e3o tinha, restrita ao papel de esposa e m\u00e3e. Testemunha disso \u00e9 a cren\u00e7a estabelecida e legitimada de que a mulher que n\u00e3o se casava era \u201cencalhada\u201d, \u201csolteirona\u201d etc.  E a que se casava dependia quase que totalmente do marido.<\/p>\n<p>No entanto, ao lado desses avan\u00e7os e progressos, est\u00e3o outros sinais que parecem nos dizer o quanto ainda falta para que a mulher seja realmente livre e emancipada.  A viol\u00eancia dom\u00e9stica talvez seja o mais triste e preocupante de todos.  Recentemente trazido ao prosc\u00eanio da m\u00eddia, o caso da menina de Recife que engravidou de g\u00eameos do pr\u00f3prio padrasto, reacendeu a discuss\u00e3o e fez vir \u00e0 tona diversos outros casos que foram acontecendo pouco antes ou pouco depois.<\/p>\n<p>Em diversos pontos do pa\u00eds aconteciam coisas parecidas com mulheres muito jovens, algumas meninas imp\u00faberes, violentadas por homens tarados dos mais diversos tipos, desde desconhecidos que invadiram suas casas ou interceptaram seu caminho na volta da escola at\u00e9 o inimigo que dormia em sua pr\u00f3pria casa, disfar\u00e7ado no papel de pai, padrasto, irm\u00e3o, tio etc.<\/p>\n<p>Todos esses aterrorizantes epis\u00f3dios nos interpelam e nos pedem que voltemos nosso olhar e nossa aten\u00e7\u00e3o para as v\u00edtimas. Ou seja, para aquelas mulheres, em muitos casos meninas, que ainda n\u00e3o est\u00e3o emancipadas nem libertas, mas pelo contr\u00e1rio, amargam dura escravid\u00e3o e opress\u00e3o nas m\u00e3os de homens irrespons\u00e1veis e violentos que muitas vezes moram em sua pr\u00f3pria casa.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que enquanto nos orgulhamos de frivolidades tais como ter \u201cinvestment grade\u201d e havermos sido agregados ao grupo dos pa\u00edses respeit\u00e1veis internacionalmente, ainda admitamos em nosso meio atos de barb\u00e1rie em t\u00e3o larga escala. O caso da menina de Recife apenas engrossa estat\u00edsticas que j\u00e1 t\u00eam dimens\u00f5es simplesmente terr\u00edveis. Tanto \u00e9 assim que a m\u00eddia parecia n\u00e3o se interessar muito por sua pessoa. Estava mais preocupada em confrontar os m\u00e9dicos, o bispo, a pol\u00edcia etc. Estava mais preocupada com a discuss\u00e3o que o caso ia gerar e que certamente ajudaria a vender jornal e aumentar a audi\u00eancia.<\/p>\n<p>Por isso, enquanto a viol\u00eancia contra a mulher, sobretudo aquela que \u00e9 menor de idade, for uma realidade t\u00e3o constante em nosso pa\u00eds, n\u00e3o faz o menor sentido comemorarmos estat\u00edsticas que falam de liberta\u00e7\u00e3o da mulher. As v\u00edtimas nos interpelam e a nossos discursos triunfalistas. Voltemo-nos para as prioridades que ainda n\u00e3o est\u00e3o atendidas. E quando se virem os frutos desse esfor\u00e7o que deve ser de todos, a\u00ed sim, poderemos celebrar.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-2412\" data-postid=\"2412\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-2412 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer Antigamente o m\u00eas da mulher era maio. N\u00e3o tinha esse nome, mas era (e ainda \u00e9) em maio que a sociedade civil comemora o Dia das M\u00e3es e a Igreja Cat\u00f3lica celebra mais intensamente Nossa Senhora, m\u00e3e de Jesus e modelo de mulher. 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