
{"id":3244,"date":"2009-05-03T20:08:30","date_gmt":"2009-05-03T23:08:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=3244"},"modified":"2009-05-03T20:08:30","modified_gmt":"2009-05-03T23:08:30","slug":"luzes-de-nova-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/luzes-de-nova-vida\/","title":{"rendered":"Luzes de nova vida"},"content":{"rendered":"<p>Humberto Palma Orellana, sacerdote da Congrega\u00e7\u00e3o dos Barnabitas<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que basta acender uma vela para romper a escurid\u00e3o, mas n\u00e3o podemos deduzir a mesma coisa quando se trata de acabar com a cegueira. Cristo \u00e9 a luz que veio ao mundo, e carrega em si mesmo o poder para vencer, mas n\u00e3o do lado de fora, \u00e0 margem da liberdade, mas sim no interior do homem, isto \u00e9, persuadindo e chamando num di\u00e1logo de liberdade que jamais termina, porque nossas sombras e cegueiras, isto \u00e9, os contextos de maldade e resist\u00eancia ao bem mudam e evoluem conosco simultaneamente. A menos que queiramos ser cegos guiando outros cegos, \u00e9 preciso reconhecer que o mal ao qual renunciamos na renova\u00e7\u00e3o das promessas batismais n\u00e3o \u00e9 um conceito sem conte\u00fado; o mal tem face concreta, estende-se e atua no mundo. Quem quiser abra\u00e7ar a luz e a nova vida em Cristo deve aprender a arte de reconhecer a escurid\u00e3o presente, pois caso contr\u00e1rio n\u00e3o s\u00f3 correr\u00e1 o risco de ser seduzido por ela, mas o que \u00e9 pior- terminar\u00e1 acomodando o mal para que at\u00e9 pare\u00e7a necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Algumas das escurid\u00f5es que atravessam o mundo e nosso continente latino-americano s\u00e3o antigas, e outra novas. Entre as primeiras descobrimos escondidas e sutis formas de racismo e xenofobia. Nos \u00faltimos tempos, o mundo tem conhecido fatos horr\u00edveis de assassinatos, humilha\u00e7\u00f5es e desprezo pelos seres humanos, preocupando-nos n\u00e3o s\u00f3 pela frieza e maquina\u00e7\u00e3o das pessoas que os praticam, mas tamb\u00e9m por sua freq\u00fc\u00eancia. Tais fatos v\u00eam questionar o suposto desenvolvimento e amadurecimento da humanidade. Faz muito tempo que deixamos de transitar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o de na\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias, fraternas e c\u00edvicas, como os fundadores das novas rep\u00fablicas sonharam alguma vez. \u00c9 certo que atualmente estamos melhor que em d\u00e9cadas passadas e que nossa atual qualidade de vida n\u00e3o se compara com a de outrora. O problema \u00e9 que o crescimento que atingimos nos tornou mais zelosos e desconfiados; tememos perder o que conseguimos e almejamos conquistar, ganhar e possuir sempre em maior quantidade. E isto, que poderia ser incentivo para um desenvolvimento melhor e mais humano, tornou-se uma justificativa perfeita para empurrar, perseguir e ferir todos os que se interp\u00f5em em nossa escalada para o sucesso. Em vez de construirmos a comunh\u00e3o a partir da diversidade, olhamos com suspeita as pessoas que n\u00e3o pensam nem sentem como n\u00f3s. N\u00f3s nos afastamos da oferta que Deus nos faz em seu Filho, e em vez de nos parecermos com Cristo nos parecemos mais com a figura do rico Epul\u00f3n, que goza da excessiva fartura de sua mesa sem importar-lhe as mis\u00e9rias, padecidas pelo pobre L\u00e1zaro. Um desenvolvimento vivido assim n\u00e3o \u00e9 humano, nem \u00e9 a vontade de Deus. <\/p>\n<p>Por outro lado, o antigo ego\u00edsmo tamb\u00e9m encontra modos elegantes de se manter vigente e crescer numa sociedade que deseja ser e estar cada vez mais conectada e em comunh\u00e3o de mat\u00e9ria e esp\u00edrito. N\u00e3o fica totalmente claro como viver uma aut\u00eantica globaliza\u00e7\u00e3o sem que isso se traduza na festa favorita onde os grupos de poder aproveitam roubar e explodir os pobres, impondo suas culturas, crit\u00e9rios e pol\u00edticas monet\u00e1rias. A escandalosa crise econ\u00f4mica pela qual atravessa o mundo atual destaca o lado sinistro de um sistema carente de \u00e9tica e sentido humano. N\u00e3o s\u00f3 \u00e9 contradit\u00f3rio, mas at\u00e9 insultante que no momento dos benef\u00edcios, lucro e consumo a economia seja uma quest\u00e3o privada, tornando-se uma quest\u00e3o coletiva no momento de procurar solu\u00e7\u00f5es. Desta forma, os pobres \u00e9 que pagam o mais alto pre\u00e7o da crise, sem jamais ter sido parte de sua origem.<\/p>\n<p>No plano mundial cresce a falta de sentido existencial e o temor de enfrentar um futuro incerto, acentuado quando constatamos o imp\u00e9rio de uma \u00e9tica privada cuja medida do bem n\u00e3o \u00e9 a justi\u00e7a, nem a verdade, sen\u00e3o o proveito e o prazer pessoal. Vivemos num mundo que aprendeu a acomodar valores, leis e crit\u00e9rios segundo o contexto, a conveni\u00eancia do mercado e os vaiv\u00e9ns do consumo. Tais experi\u00eancias e sentimentos terminam engendrando condutas psicopatas, aumento de estresse, depress\u00f5es e suic\u00eddios especialmente em pa\u00edses desenvolvidos; manifestando-se em maior delinq\u00fc\u00eancia, drogas e viol\u00eancia sobretudo na popula\u00e7\u00e3o mais jovem, somando, al\u00e9m disso, qualquer tipo de encontros e atos t\u00e3o temer\u00e1rios como hedonistas. Na base deste cen\u00e1rio encontramos a busca inconsciente e o anseio de rela\u00e7\u00f5es plenas de humanidade, comunh\u00e3o e transcend\u00eancia. As pessoas, especialmente os jovens, est\u00e3o cansados de viver numa sociedade adulta que sempre se queixa, vive permanentemente ocupada em trabalhar mais e mais para ter mais e mais. Os jovens precisam da ilumina\u00e7\u00e3o dos adultos que liderem n\u00e3o tanto pela eloq\u00fc\u00eancia de suas palavras, mas pela probidade de suas vidas, a\u00e7\u00f5es e op\u00e7\u00f5es. N\u00e3o podemos nos dar o luxo de sermos os cegos que guiam outros cegos. \u00c9 por isso que a forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica, entendida como o exerc\u00edcio de fazer deste mundo um lar para o homem, deve ser a grande preocupa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias e institui\u00e7\u00f5es dedicadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o dos futuros profissionais. Somente um profundo desenvolvimento \u00e9tico evitar\u00e1 que esse cheiro de pessimismo se torne no pre\u00e2mbulo de um irremedi\u00e1vel fracasso como humanidade. N\u00e3o somos deuses, nem seres perfeitos nem menos imortais, e tamb\u00e9m n\u00e3o somos capazes de existir como simples elos de uma corrente evolutiva. Somos livres, mas n\u00e3o a ponto de renunciar a ser imagens de Deus e continuar existindo como pessoas. Qualquer \u00e9tica n\u00e3o d\u00e1 no mesmo.<\/p>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o de estar imersos num estado sem sentido, unida a essa \u00e9tica privada, cuja medida \u00e9 o proveito e bem-estar pessoal, traz como sua inevit\u00e1vel conseq\u00fc\u00eancia desconcerto, ang\u00fastia vital e medo, mas tamb\u00e9m desejos de experimentar tudo e n\u00e3o perseverar em nada. Como resposta \u00e0 solidez da raz\u00e3o moderna, constru\u00edmos uma cultura cuja \u00fanica seguran\u00e7a \u00e9 que nada \u00e9 seguro e tudo muda. E a rea\u00e7\u00e3o, quase inata, foi o ressurgimento de correntes fundamentalistas de todo tipo, que v\u00eaem na globaliza\u00e7\u00e3o uma amea\u00e7a a suas cren\u00e7as e costumes. O fundamentalismo procura seguran\u00e7a num mundo inst\u00e1vel, por isso se nega ao di\u00e1logo, ao acordo, \u00e0 diversidade, e responde destruindo o diferente e estrangeiro. <\/p>\n<p>Como assinalamos, h\u00e1 tamb\u00e9m novas escurid\u00f5es que nos reclamam a lucidez, vontade e a\u00e7\u00e3o. A manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, o mau uso das novas tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o, esc\u00e2ndalos e corrup\u00e7\u00e3o em governos e institui\u00e7\u00f5es que por d\u00e9cadas gozaram da confian\u00e7a e respeito da popula\u00e7\u00e3o, incluindo nossa Igreja, s\u00e3o apenas algumas destas novas sombras. S\u00f3 o amor \u00e0 verdade e o respeito pela vida podem levar-nos ao di\u00e1logo e \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da necess\u00e1ria confian\u00e7a para construir projetos comuns, que derrubem as barreiras de grupos an\u00e1rquicos e correntes dogm\u00e1ticas. Mas entre todas estas novas sombras existe uma cuja amea\u00e7a vem sendo gestada h\u00e1 d\u00e9cadas, protegida por interesses econ\u00f4micos de verdadeiras m\u00e1fias modernas que trabalham, a fim de manter a cegueira da humanidade, inclusive hoje. Refiro-me ao desafio ecol\u00f3gico, que exige de nossa parte uma resposta urgente. Muitos se perguntam o que podem fazer, enquanto outros concluem que nada pode evitar os danos provocados pela interven\u00e7\u00e3o humana. O certo \u00e9 que n\u00e3o se pode compreender \u00e0 margem da cria\u00e7\u00e3o. Somos parte dela, e tudo o que afet\u00e1-la acabar\u00e1 afetando-nos. A mudan\u00e7a nos climas n\u00e3o se sente apenas no aumento das temperaturas ou na ocorr\u00eancia de eventos naturais jamais previstos, mas tamb\u00e9m em maior pobreza, deslocamentos de popula\u00e7\u00f5es, lutas territoriais, novas doen\u00e7as e fomes. H\u00e1 algo que \u00e9 urgente: aumentar a consci\u00eancia ecol\u00f3gica. H\u00e1 algumas semanas pediram para apagar as luzes por apenas uma hora, a hora do planeta, como medida de press\u00e3o sobre as autoridades, mas tamb\u00e9m como um momento adequado para educar os jovens e crian\u00e7as de hoje, diante de tamanho desafio, para que aprendamos a modificar nossos h\u00e1bitos e evitemos, desta maneira, um desastre maior. Lamentavelmente nem todos est\u00e3o dispostos a abrir os olhos; \u00e9 mais: h\u00e1 aqueles que nem sequer consentem em faz\u00ea-lo. \u00c9 verdade que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 efic\u00e1cia de uma hora sem luz n\u00e3o faz muito efeito, mas quanto \u00e0 consci\u00eancia o impacto \u00e9 enorme. Percorram as ruas de suas cidades e ver\u00e3o luzes in\u00fateis e olhos fechados.<\/p>\n<p>A ressurrei\u00e7\u00e3o que os crist\u00e3os professamos e a vinda do Senhor que esperamos abrange toda a cria\u00e7\u00e3o. O mandato divino de cultivar a terra implica torn\u00e1-la um lugar de encontro entre Deus e os homens.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos continuar destacando os espa\u00e7os de escurid\u00e3o, mas seria injusto desconhecer que tamb\u00e9m h\u00e1 luzes que auguram anseios de nova vida. Os acordos internacionais para superar a crise econ\u00f4mica; a exist\u00eancia de jovens liderando grandes projetos, grupos e inclusive na\u00e7\u00f5es; a preocupa\u00e7\u00e3o de alguns centros de forma\u00e7\u00e3o de profissionais que sejam capazes de dar respostas \u00e9ticas a desafios humanos; o desprezo e castigo dos cidad\u00e3os \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o e falta de probidade; o chamado de alguns bispos a ser uma Igreja de miseric\u00f3rdia, m\u00e3e em vez de juiz; a rejei\u00e7\u00e3o aos fundamentalismos e o rep\u00fadio internacional aos atentados terroristas e seq\u00fcestros, al\u00e9m da elei\u00e7\u00e3o de um presidente negro nos Estados Unidos constituem, entre outros, sinais que nos falam de um novo amanhecer, de uma esperan\u00e7a ativa e de uma luz que vencer\u00e1 as trevas.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-3244\" data-postid=\"3244\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-3244 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Humberto Palma Orellana, sacerdote da Congrega\u00e7\u00e3o dos Barnabitas \u00c9 evidente que basta acender uma vela para romper a escurid\u00e3o, mas n\u00e3o podemos deduzir a mesma coisa quando se trata de acabar com a cegueira. 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