
{"id":3328,"date":"2009-05-10T07:00:20","date_gmt":"2009-05-10T10:00:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=3328"},"modified":"2009-05-10T08:19:34","modified_gmt":"2009-05-10T11:19:34","slug":"pietas-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/pietas-brasileiras\/","title":{"rendered":"Piet\u00e1s brasileiras"},"content":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer<\/p>\n<p>Na maioria das vezes, a \u00fanica coisa que lhes resta \u00e9 a demanda por um cad\u00e1ver. Esse que hoje \u00e9 um cad\u00e1ver um dia esteve em seu ventre. Ela lhe deu \u00e1 luz, o alimentou, ensinou-o a andar e a falar.  Carregou-o nos bra\u00e7os por longas noites insones, cuidando de sua febre, de sua gripe, de sua dor e de sua rea\u00e7\u00e3o de vacina. Hoje ela quer carreg\u00e1-lo nos bra\u00e7os outra vez. A \u00faltima. Antes de devolv\u00ea-lo a terra e \u00e0 eternidade onde agora somente viver\u00e1. N\u00e3o mais em seus bra\u00e7os. N\u00e3o mais pr\u00f3ximo ao seu corpo.<\/p>\n<p>\u00c9 assim que muitas \u2013 in\u00fameras \u2013 m\u00e3es brasileiras passar\u00e3o o dia das m\u00e3es. Chorando a dor de uma aus\u00eancia impreench\u00edvel e sofrendo a reduplica\u00e7\u00e3o dessa aus\u00eancia na impossibilidade de tocar, beijar, acarinhar o corpo morto que um dia saiu vivo de seu ventre, correu alegre pelas ruas e pra\u00e7as, cresceu, virou homem e lhe encheu o cora\u00e7\u00e3o e a vida de alegria e esperan\u00e7as.<\/p>\n<p>Sem trag\u00e9dias ou dramas excessivos: ser m\u00e3e no Brasil de hoje est\u00e1 se tornando algo muito, muito perigoso. \u00c9 acordar de manh\u00e3 e n\u00e3o saber se o percurso do filho pequeno at\u00e9 a escola n\u00e3o ser\u00e1 interrompido brutalmente por algum assalto que amea\u00e7ar\u00e1 ou apagar\u00e1 sua vida. \u00c9 viver o dia em sobressalto cada vez que o telefone toca, temendo not\u00edcias de seu filho que anda pelas ruas das cidades assassinas em que est\u00e3o transformadas boa parte das capitais e grandes cidades brasileiras.  \u00c9 deitar-se \u00e0 noite e n\u00e3o conseguir conciliar o sono, porque o filho que saiu n\u00e3o se sabe onde est\u00e1, ainda n\u00e3o chegou e o cora\u00e7\u00e3o cavalga de medo que n\u00e3o chegue.<\/p>\n<p>E \u00e9 tamb\u00e9m \u2013 e talvez mais cruelmente ainda \u2013 ter a not\u00edcia de que o filho morreu, constatar seu desaparecimento e n\u00e3o poder enterrar dignamente seu corpo. Nada mais doloroso para uma m\u00e3e do que n\u00e3o poder celebrar esse ritual triste, mas nobre: dar sepultura digna ao filho que concebeu, deu \u00e0 luz e alimentou. Ver negado esse direito mais fundamental que atrav\u00e9s da historia da humanidade celebrizou e tornou paradigmas mulheres como Ant\u00edgona e outras. Sepultar o ser amado, poder chor\u00e1-lo com dignidade e tristeza profunda. Ter negado esse direito \u00e9 dor somada a dor onde parece que n\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para dores novas e irremiss\u00edveis.<\/p>\n<p>Quem viu o impressionante filme \u201cTropa de elite\u201d lembra-se do momento da \u201cconvers\u00e3o\u201d do policial do BOP, magnificamente interpretado por Wagner Moura. Ela se d\u00e1 justamente no momento em que uma senhora oprimida pela dor lhe pede ao menos o direito de enterrar seu filho. Ali sua integra\u00e7\u00e3o interior come\u00e7a a desfazer-se e fragmentar-se. E o policial antes t\u00e3o seguro, t\u00e3o severo, que s\u00f3 falava aos gritos, que deixava a mulher parir sozinha porque ele estava cuidando de metralhar alguma favela, come\u00e7a a n\u00e3o dormir \u00e0 noite, a ter enj\u00f4os, v\u00f4mitos e todos os sintomas do estresse causado por um remorso, uma perplexidade que n\u00e3o o deixam sossegar. Aquela mulher com sua dor inconsol\u00e1vel e sua determina\u00e7\u00e3o firme como s\u00f3 as m\u00e3es costumam ter abrira uma brecha em sua auto-estima inexpugn\u00e1vel. <\/p>\n<p>Neste Dia das M\u00e3es \u00e9 bom alegrar-se e celebrar. A maternidade \u00e9 uma gra\u00e7a das maiores. O pr\u00f3prio Deus, ao encarnar-se em Jesus de Nazar\u00e9, n\u00e3o abriu m\u00e3o dessa experi\u00eancia \u00fanica que \u00e9 nascer do ventre de uma mulher. O maior dos homens, o mais poderoso j\u00e1 coube todinho, inteirinho, no corpo de uma mulher.  Por isso \u00e9 bom fazer festa, ganhar presentes, beijos, abra\u00e7os, rir, dar gra\u00e7as.<\/p>\n<p>Mas seria importante n\u00e3o esquecer que enquanto as m\u00e3es brasileiras estiverem sob esta cont\u00ednua e terr\u00edvel amea\u00e7a de ver os frutos de seu ventre exterminados em uma guerra rid\u00edcula e sem fim, da qual ningu\u00e9m est\u00e1 livre, s\u00e3o todas as m\u00e3es que est\u00e3o sob amea\u00e7a. E se nos dessolidarizamos e dizemos que gra\u00e7as a Deus n\u00e3o aconteceu conosco, pior ainda.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os meninos do tr\u00e1fico que est\u00e3o morrendo v\u00edtimas da viol\u00eancia. S\u00e3o os rapazes da classe m\u00e9dia, que sem resistir a assaltos, s\u00e3o metralhados sem piedade. S\u00e3o crian\u00e7as pequenas no beb\u00ea conforto, jovens de ambos os sexos indo para o col\u00e9gio e a universidade que t\u00eam sua trajet\u00f3ria de vida interrompida por uma bala perdida.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o fazemos a luta das Piet\u00e1s e das Dolorosas brasileiras a nossa luta, corremos o risco de o Dia das M\u00e3es tornar-se mais uma celebra\u00e7\u00e3o f\u00fanebre que um dia de festa e alegria. <\/p>\n<p>Feliz Dia das M\u00e3es para todas!<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-3328\" data-postid=\"3328\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-3328 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer Na maioria das vezes, a \u00fanica coisa que lhes resta \u00e9 a demanda por um cad\u00e1ver. Esse que hoje \u00e9 um cad\u00e1ver um dia esteve em seu ventre. Ela lhe deu \u00e1 luz, o alimentou, ensinou-o a andar e a falar. 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