
{"id":3871,"date":"2009-06-08T20:33:03","date_gmt":"2009-06-08T23:33:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=3871"},"modified":"2009-06-08T20:33:03","modified_gmt":"2009-06-08T23:33:03","slug":"violencia-estrutural-juventude-e-educacao-para-a-paz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/violencia-estrutural-juventude-e-educacao-para-a-paz\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia estrutural, juventude e educa\u00e7\u00e3o para a paz"},"content":{"rendered":"<p>Caio Andrade Bezerra da Silva<\/p>\n<p>O s\u00e9culo XX foi campo das maiores descobertas cient\u00edficas da hist\u00f3ria. Foi nesse per\u00edodo que surgiu a fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis em massa, a televis\u00e3o, o avi\u00e3o, o celular, o computador, a internet, a clonagem, etc. Mas a tecnologia, por si s\u00f3, n\u00e3o foi capaz de solucionar os maiores problemas da humanidade. Exemplo disso \u00e9 que &#8220;o n\u00famero de pessoas que passam fome no mundo aumentou em 2008 para 963 milh\u00f5es, contra 832 milh\u00f5es registrados em 2007&#8221;.(1) Como se n\u00e3o bastasse, h\u00e1 cerca de 1 bilh\u00e3o de analfabetos no planeta (2) e mais de 32% da popula\u00e7\u00e3o urbana mundial vive em favelas(3).<\/p>\n<p>A aparente incoer\u00eancia tem explica\u00e7\u00e3o: a tecnologia est\u00e1 subordinada \u00e0 pol\u00edtica, j\u00e1 que \u00e9 na pol\u00edtica que se decide o que ser\u00e1 feito com as t\u00e9cnicas e quem ter\u00e1 acesso a elas(4). Nesse sentido, fica claro que as maiorias n\u00e3o t\u00eam conseguido participar das decis\u00f5es mais importantes e, conseq\u00fcentemente, n\u00e3o tem sido poss\u00edvel colocar o &#8220;progresso&#8221; a servi\u00e7o da garantia das necessidades e direitos b\u00e1sicos dos seres humanos. O Estado, que em tese deveria fazer prevalecer os interesses coletivos sobre os individuais, em geral tem funcionado mais como um balc\u00e3o de neg\u00f3cios das classes dominantes.<\/p>\n<p>Essa forma injusta de (des)organiza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-social que s\u00f3 beneficia uma minoria precisa constantemente recorrer \u00e0 opress\u00e3o e \u00e0 viol\u00eancia para se manter. Deste modo, a ci\u00eancia, que deveria se preocupar principalmente com o bem-estar da sociedade, \u00e9 apropriada no sentido de manter as bases do sistema capitalista, mesmo que para isso sejam necess\u00e1rias desde teorias at\u00e9 bombas at\u00f4micas ou quaisquer outras sofisticadas formas de matar o m\u00e1ximo de pessoas em menos tempo poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Quanto mais o regime vigente se torna insustent\u00e1vel e insuport\u00e1vel, mais ele necessita apelar \u00e0 viol\u00eancia para se conservar. \u00c9 por isso que o sistema que oprime, explora e destr\u00f3i a natureza, estando pr\u00f3ximo de sua agonia final, como um animal acuado, parte para o ataque revelando seus instintos mais agressivos. Pode-se perceber esse processo na hist\u00f3ria e um exemplo concreto dele na escala global \u00e9 a quantidade de mortos em guerras no s\u00e9culo passado: foram 109.700.000 pessoas mortas somente em guerras, ultrapassando 4% da popula\u00e7\u00e3o mundial. Essa cifra nunca tinha atingido os 2%, considerando estimativas de popula\u00e7\u00e3o referentes ao meio do s\u00e9culo(5).<\/p>\n<p>Atualmente, as prioridades do or\u00e7amento mundial(6) (em d\u00f3lares) t\u00eam sido as seguintes: 1\u00ba) Armamentos = 80 bilh\u00f5es; 2\u00ba) Fumo = 40 bilh\u00f5es; 3\u00ba) Publicidade = 25 bilh\u00f5es; 4\u00ba) Cerveja = 16 bilh\u00f5es; 5\u00ba) Vinho = 8,6 bilh\u00f5es; 6\u00ba) Golfe = 4 bilh\u00f5es. Enquanto toda essa farra acontece, apenas 3,4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares seriam suficientes para satisfazer as necessidades elementares de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e alimenta\u00e7\u00e3o de todas as crian\u00e7as do mundo (segundo a Unicef).<\/p>\n<p>Contudo, a viol\u00eancia estrutural que submete a sociedade ao terror tem muitas outras formas mais sutis de se manifestar. A viol\u00eancia tamb\u00e9m est\u00e1 contida e cont\u00e9m preconceitos das mais diversas ordens (cor, religi\u00e3o, orienta\u00e7\u00e3o sexual, classe social, etc.), dos quais acaba sendo causa e conseq\u00fc\u00eancia. A diferen\u00e7a \u00e9 vista como amea\u00e7a ou aberra\u00e7\u00e3o e a desigualdade \u00e9 aceita como algo normal, fatalidade inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>Essa vis\u00e3o distorcida da realidade acaba sendo reproduzida pela escola, que vende &#8220;educa\u00e7\u00e3o&#8221; como mercadoria. Aprisionados pela febre do vestibular, os espa\u00e7os formais de ensino comumente refor\u00e7am a competi\u00e7\u00e3o entre os estudantes e estes passam a se enxergar como advers\u00e1rios que disputam uma vaga na universidade e, futuramente, no cultuado mercado de trabalho. A escola, nestes moldes, funciona como uma forma que se aplica para homogeneizar aqueles que passam por ela, treinando-os para serem perfeitos reprodutores do sistema estabelecido.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 cada vez mais comum ouvir falar em bullying(7). A consolida\u00e7\u00e3o da escola como um lugar de competi\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o e autoritarismo produz um ambiente favor\u00e1vel a pr\u00e1ticas que constituem viol\u00eancia f\u00edsica e\/ ou psicol\u00f3gica (que pode se originar em brincadeiras aparentemente inocentes, como colocar apelidos) entre os estudantes, gerando isolamentos, m\u00e1goas e traumas. Isso imprime sentidos bastante negativos ao processo educativo.<\/p>\n<p>Em pesquisa realizada pelo Centro de Refer\u00eancia \u00e0s V\u00edtimas da Viol\u00eancia do Instituto Sedes Sapientiae, a &#8220;viol\u00eancia social&#8221; foi apontada como o principal tipo de viol\u00eancia enfrentada nas escolas. O item foi o mais citado, na frente da viol\u00eancia f\u00edsica, sexual ou dom\u00e9stica. &#8220;A quest\u00e3o mais presente e mais dif\u00edcil de os educadores lidarem \u00e9 a crian\u00e7a que chega desnutrida, que chega sem comida, que chega com a roupa rasgada&#8221;, declarou Dalka Chaves(8).<\/p>\n<p>O oligop\u00f3lio(9) dos meios de comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se apresenta como uma das principais formas, se n\u00e3o a principal, de aliena\u00e7\u00e3o. O direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o \u00e9 diariamente desrespeitado pela m\u00eddia comercial, porque a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 igualmente vendida como mercadoria, convertendo-se assim em desinforma\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, de acordo com o monge beneditino Marcelo Barros:<br \/>\n&#8220;Quem acompanha os notici\u00e1rios no Brasil sabe como a maioria destes privilegia a viol\u00eancia. \u00c9 como se informar significasse explorar incansavelmente e de modo insens\u00edvel os crimes e doen\u00e7as que atacam a sociedade. Uma crian\u00e7a que foi jogada de um edif\u00edcio ou um filho que mata os pais proporcionam mat\u00e9rias para a repeti\u00e7\u00e3o cotidiana de reportagens sensacionalistas, cenas chocantes e coment\u00e1rios infelizes, pelo menos por quinze dias. At\u00e9 surgir um novo crime ou esc\u00e2ndalo. Ao mesmo tempo, quase sempre continua forte uma campanha de criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos populares e uma publicidade extremamente negativa de qualquer governo que, na Am\u00e9rica Latina, pretenda transformar a sociedade&#8221;.(10)<\/p>\n<p>Por esses e tantos outros motivos, o modelo de sociedade que tem vigorado at\u00e9 hoje \u00e9 decadente e sufocante para 80% da humanidade. Portanto esse quadro n\u00e3o pode durar por muito tempo e a juventude, na condi\u00e7\u00e3o de mais prejudicada entre os prejudicados, tem um papel crucial no processo de transforma\u00e7\u00e3o, n\u00e3o porque \u00e9 futuro do planeta, mas porque agora mesmo, no presente, tem sido agredida diariamente pelas mais diversas faces dessa l\u00f3gica perversa que eleva o lucro sobre a vida, prioriza o consumismo em detrimento do bem-estar, valoriza o individualismo e a competitividade contra a coletividade e a coopera\u00e7\u00e3o e, o que \u00e9 pior, convence muita gente de que &#8220;n\u00e3o tem jeito mesmo, sempre foi assim e continuar\u00e1 sendo&#8221;.<\/p>\n<p>Sendo a mais prejudicada entre os prejudicados, a juventude n\u00e3o pode esperar que algu\u00e9m fa\u00e7a algo por ela ou para ela. Por mais que aconte\u00e7am a\u00e7\u00f5es em benef\u00edcio da juventude que n\u00e3o tenham sido constru\u00eddas e\/ ou executadas por ela mesma, s\u00f3 se podem esperar mudan\u00e7as efetivas se a pr\u00f3pria juventude participar. E a participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 concedida, ela precisa ser uma conquista, fruto da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>In\u00fameros exemplos de conquistas que vieram da organiza\u00e7\u00e3o popular poderiam ser citados. Elegendo uma importante conquista latino-americana no campo da educa\u00e7\u00e3o (j\u00e1 \u00e9 senso comum que o combate \u00e0 viol\u00eancia passa pelo investimento em educa\u00e7\u00e3o), lembra-se: em 2008, a Bol\u00edvia alcan\u00e7ou a condi\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio livre do analfabetismo, tendo sido o terceiro pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina a faz\u00ea-lo. O primeiro foi Cuba, em 1961, e quatro d\u00e9cadas depois, a Venezuela, em 2005(11).<\/p>\n<p>Entretanto, \u00e9 evidente que os desafios pela frente ainda s\u00e3o enormes. Se a \u00c1frica \u00e9 o continente mais pobre do mundo, a Am\u00e9rica Latina \u00e9 a regi\u00e3o (subcontinente) mais desigual. Assim, n\u00e3o \u00e9 por acaso que &#8220;os jovens latino-americanos entre 15 e 24 anos s\u00e3o os que mais correm risco, em todo mundo, de ser assassinados&#8221;(12)(Luiz F. Gomes). E o Brasil, atr\u00e1s de Col\u00f4mbia e Venezuela, \u00e9 o 3\u00ba pa\u00eds com mais assassinatos de jovens no mundo. Isso se deve a uma taxa de 51,7 homic\u00eddios para cada 100 mil jovens. Taxa essa que entre 1994 e 2004 cresceu a um ritmo maior que o n\u00famero de assassinatos entre a popula\u00e7\u00e3o total(13).<\/p>\n<p>Outra informa\u00e7\u00e3o a esse respeito revela o car\u00e1ter hist\u00f3rico da perversidade: em cada grupo de dez jovens de 15 a 18 anos assassinados no Brasil, sete s\u00e3o negros(14). Paralelo a isso, constata-se que mais de uma em cada cinco pessoas da popula\u00e7\u00e3o jovem n\u00e3o estuda nem trabalha. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 urgente, chegou no limite.<\/p>\n<p>&#8220;A viol\u00eancia n\u00e3o tem s\u00f3 idade. Tem cor, ra\u00e7a, territ\u00f3rio. As v\u00edtimas s\u00e3o os negros, os pobres, os moradores de favelas&#8221;, afirma a psic\u00f3loga Cenise Monte Vicente(15). Portanto, importa que a mudan\u00e7a aconte\u00e7a de baixo para cima (at\u00e9 porque se n\u00e3o for assim n\u00e3o ser\u00e1 uma mudan\u00e7a) na medida em que as pr\u00f3prias v\u00edtimas v\u00e3o tomando consci\u00eancia de que seus dramas n\u00e3o acontecem isolados. Pelo contr\u00e1rio, se articulam numa estrutura mais ampla, que assegura a continuidade de sua afli\u00e7\u00e3o como condi\u00e7\u00e3o para manter os privil\u00e9gios de uns poucos.<\/p>\n<p>Contrariando as expectativas dos mais pessimistas, as v\u00edtimas, na propor\u00e7\u00e3o em que compreendem o problema que os afetam pela raiz, t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de combat\u00ea-lo em suas causas e n\u00e3o em suas conseq\u00fc\u00eancias somente. De v\u00edtimas, podem se reconhecer como sujeitos, agentes de transforma\u00e7\u00e3o, assumindo uma postura ativa e encontrando no caminho companheiros\/as que far\u00e3o de suas causas tamb\u00e9m as deles\/as. Trata-se, a partir da\u00ed, de uma atua\u00e7\u00e3o mais profunda e a educa\u00e7\u00e3o, dependendo da intencionalidade firmada e da capacidade inclusiva das metodologias, pode assumir um papel fundamental nesse processo.<\/p>\n<p>Deste modo, importa reafirmar a necessidade de uma compreens\u00e3o cr\u00edtica e democr\u00e1tica da educa\u00e7\u00e3o e desmitificar a pretensa neutralidade do processo educativo. J\u00e1 dizia o professor Paulo Freire que &#8220;\u00e9 t\u00e3o imposs\u00edvel negar a natureza pol\u00edtica do processo educativo quanto negar o car\u00e1ter educativo do ato pol\u00edtico&#8221;. \u00c9 neste sentido que uma das quest\u00f5es fundamentais no processo educativo seja a clareza em torno de a favor de quem e do qu\u00ea, portanto contra quem e contra o qu\u00ea, fazemos a educa\u00e7\u00e3o(16).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso ter em conta que &#8220;Estando num lado da rua, ningu\u00e9m estar\u00e1 em seguida no outro, a n\u00e3o ser atravessando a rua. Se estou no lado de c\u00e1, n\u00e3o posso chegar ao lado de l\u00e1, partindo de l\u00e1, mas de c\u00e1. Assim tamb\u00e9m ocorre com a compreens\u00e3o menos rigorosa, menos exata da realidade. Temos de respeitar os n\u00edveis de compreens\u00e3o que os educandos -n\u00e3o importa quem sejam &#8211; est\u00e3o tendo de sua pr\u00f3pria realidade. Impor a eles a nossa compreens\u00e3o em nome de sua liberta\u00e7\u00e3o \u00e9 aceitar solu\u00e7\u00f5es autorit\u00e1rias como caminhos de liberdade&#8221;(17).<\/p>\n<p>Tendo clareza da intencionalidade do processo educativo e das formas democr\u00e1ticas de constru\u00ed-lo \u00e9 que, diante do preocupante quadro de viol\u00eancia no qual est\u00e1 mergulhada a sociedade, importa que se chame a aten\u00e7\u00e3o para a franca necessidade de uma educa\u00e7\u00e3o para a paz, como um de v\u00e1rios elementos que podem compor possibilidades de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o para a paz n\u00e3o implica em (con)formar pessoas no sentido de aceitarem caladas as injusti\u00e7as por que passam e v\u00eaem seus semelhantes passando. A paz n\u00e3o tem origem no conformismo ou no sil\u00eancio. O conformismo e o sil\u00eancio no m\u00e1ximo podem permitir a manuten\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de injusti\u00e7a sem incomodar os que dela tiram proveito. A educa\u00e7\u00e3o que domestica os sujeitos s\u00f3 interessa aos que n\u00e3o querem abrir m\u00e3o de seus privil\u00e9gios.<\/p>\n<p>A paz, na verdade, \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia da justi\u00e7a e educa\u00e7\u00e3o para a paz \u00e9, portanto, a educa\u00e7\u00e3o para a luta por justi\u00e7a. Ao oprimido, n\u00e3o interessa uma concilia\u00e7\u00e3o com o opressor. Ao contr\u00e1rio, ao oprimido importa a liberdade que liberta inclusive o opressor. A educa\u00e7\u00e3o, nesse contexto, pode ser uma alavanca de paz, justi\u00e7a e liberdade, contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o de mulheres e homens novos e de uma sociedade justa, logo livre do mal da viol\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Em primeiro lugar, por\u00e9m, \u00e9 preciso que a educa\u00e7\u00e3o d\u00ea carne e esp\u00edrito ao modelo de ser humano virtuoso que, ent\u00e3o, instaurar\u00e1 uma sociedade justa e bela. Nada poder\u00e1 ser feito antes que uma gera\u00e7\u00e3o inteira de gente boa e justa assuma a tarefa de criar a sociedade ideal. Enquanto esta gera\u00e7\u00e3o n\u00e3o surge, algumas obras assistenciais e humanit\u00e1rias s\u00e3o realizadas, com as quais se pode inclusive ajudar o projeto maior&#8221;(18) desde que estejam, de fato, orientadas pelo Projeto Maior que vislumbra &#8220;Outro Mundo Poss\u00edvel&#8221;.<\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<p>(1) Fonte: http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/dinheiro\/ult91u494509<br \/>\n.shtml<br \/>\n(2) Fonte: http:\/\/www.webciencia.com\/13_fome.htm<br \/>\n(3) Fonte: http:\/\/www.portalsaofrancisco.com.br\/alfa\/clipping\/um-mundo<br \/>\n-de-favelas.php<br \/>\n(4) Ver SANTOS, Milton. &#8220;Por Uma Outra Globaliza\u00e7\u00e3o: do pensamento \u00fanico \u00e0 consci\u00eancia universal&#8221;. Rio de Janeiro: Record, 2007<br \/>\n(5) Fonte: http:\/\/dgraca.wordpress.com\/2008\/03\/24\/mortos-em-guerras<br \/>\n-ao-longo-do-tempo\/<br \/>\n(6) Conferir http:\/\/www.midiaindependente.org\/pt\/blue\/2008\/02\/412180.shtml (publicado na Revista &#8220;Caros Amigos&#8221; por Mylton Severiano na coluna &#8220;Enfermaria&#8221;).<br \/>\n(7) &#8220;O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e ang\u00fastia, e executadas dentro de uma rela\u00e7\u00e3o desigual de poder&#8221; Fonte: http:\/\/www.bullying.com.br\/BConceituacao21.htm<br \/>\n(8) Fonte: http:\/\/aprendiz.uol.com.br\/content\/thopefrudo.mmp<br \/>\n(9) Oligop\u00f3lio (do grego oligos, poucos + polens, vender). Fonte: http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Oligop%C3%B3lio<br \/>\n(10) Jornal Brasil de Fato. Ano 7 &#8211; n\u00ba 323. 7 a 13 de maio de 2009.<br \/>\n(11) Fonte: http:\/\/www.adital.com.br\/Site\/noticia.asp?lang=PT&#038;cod=<br \/>\n36640<br \/>\n(12) Fonte: http:\/\/www.lfg.com.br\/public_html\/article.php?story=20090413124640276<br \/>\n(13) Fonte: http:\/\/noticias.uol.com.br\/ultnot\/internacional\/2006\/11\/16\/ult27u58933.<br \/>\njhtm<br \/>\n(14) Fonte: http:\/\/aprendiz.uol.com.br\/content\/thopefrudo.mmp<br \/>\n(15) Idem.<br \/>\n(16) Ver FREIRE, Paulo. A import\u00e2ncia do ato de ler: em tr\u00eas artigos que se completam. S\u00e3o Paulo: Autores Assoc.: Cortez, 1989.<br \/>\n(17) Idem.<br \/>\n(18) Ibidem.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-3871\" data-postid=\"3871\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-3871 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caio Andrade Bezerra da Silva O s\u00e9culo XX foi campo das maiores descobertas cient\u00edficas da hist\u00f3ria. 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