
{"id":5887,"date":"2009-11-01T20:03:08","date_gmt":"2009-11-01T23:03:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=5887"},"modified":"2009-11-03T21:08:36","modified_gmt":"2009-11-04T00:08:36","slug":"uma-santidade-para-os-tempos-de-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/uma-santidade-para-os-tempos-de-hoje\/","title":{"rendered":"Uma santidade para os tempos de hoje"},"content":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer<\/p>\n<p>O mundo em que vivemos n\u00e3o \u00e9 mais como aquele onde viveram nossos antepassados. Isso \u00e9 verdade da economia, das comunica\u00e7\u00f5es, e tamb\u00e9m e n\u00e3o menos das religi\u00f5es, sua pr\u00e1tica e o compromisso social que elas motivam. Se \u00e9 verdade da religi\u00e3o, de sua pr\u00e1tica e do compromisso dela derivado, tamb\u00e9m o \u00e9 da teologia, que \u00e9 a reflex\u00e3o sobre a f\u00e9 que procura expressar-se no confuso campo religioso que hoje percebemos.<\/p>\n<p>Aconteceram muitas mudan\u00e7as no decurso das \u00faltimas d\u00e9cadas sobre a viv\u00eancia da f\u00e9.  Mudou o perfil dos agentes sociais, a configura\u00e7\u00e3o da milit\u00e2ncia crist\u00e3 e seus efeitos e reflexos sobre o entendimento que se tem sobre a maneira de viver a f\u00e9. \u00c9 o momento de nos perguntarmos para onde vai essa nova maneira de conceber a vida crist\u00e3 que dever\u00e1 ser vivida por e para esses novos agentes e protagonistas.<\/p>\n<p>Hoje vivemos num mundo onde a religi\u00e3o muitas vezes desempenha mais o papel de cultura e for\u00e7a civilizat\u00f3ria do que propriamente de credo de ades\u00e3o que configura a vida. a pluralidade advinda da globaliza\u00e7\u00e3o afeta n\u00e3o apenas os terrenos econ\u00f4mico e social, mas igualmente os pol\u00edticos, sociais, culturais e tamb\u00e9m religiosos. Hoje as pessoas nascem e crescem no meio de um mundo onde se cruzam, dialogam e interagem de um lado o ate\u00edsmo, a descren\u00e7a e\/ou a indiferen\u00e7a religiosa, e de outro lado v\u00e1rias religi\u00f5es, antigas e novas que se entrecruzam e se interpelam reciprocamente. O Cristianismo hist\u00f3rico se encontra no meio desta interpela\u00e7\u00e3o e desta pluralidade.<\/p>\n<p>A sacralidade tradicional apresentava uma face heter\u00f4noma, ou seja, supunha a ades\u00e3o a um conjunto de normas e de verdades que, vindas de fora, se impunham ao ser humano como indispens\u00e1veis para a experi\u00eancia da f\u00e9 e a pr\u00e1tica da religi\u00e3o. Hoje, ap\u00f3s o advento e a crise da modernidade, a heteronomia encontra-se na sombra, e em seu lugar aparece, clara e inquestion\u00e1vel, a autonomia, ou seja, a liberdade do sujeito humano de fazer suas op\u00e7\u00f5es, escolher seu caminho e seu destino, sem se reger por autoridade alguma que lhe seja imposta desde fora dele mesmo e de sua consci\u00eancia.<\/p>\n<p>A filosofia moderna refor\u00e7ou esta afirma\u00e7\u00e3o de fundo e teve seu impacto e conseq\u00fc\u00eancias sobre a viv\u00eancia da f\u00e9 e da espiritualidade crist\u00e3s. Hoje, com a queda dos antigos paradigmas e o advento dos novos, e com a complexifica\u00e7\u00e3o do campo da viv\u00eancia do religioso, a mudan\u00e7a de rosto dos agentes, o lugar e o papel da autonomia e heteronomia se apresentam de forma diferente.<\/p>\n<p>O momento atual implica em que, no meio da seculariza\u00e7\u00e3o e a pluralidade religiosa, em meio \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o mesma da p\u00f3s-modernidade, o ser humano redescobre o primado da alteridade e revaloriza a experi\u00eancia dessa mesma alteridade. Disso d\u00e3o testemunho a volta a um crescer de import\u00e2ncia dos paradigmas pessoais, das situa\u00e7\u00f5es humildemente concretas, onde o Bem, o Amor, a Plenitude, se encarnam em pessoas vulneravelmente humanas, limitadas, fr\u00e1geis, pecadoras e mortais. A\u00ed \u00e9 o lugar onde a resposta nos est\u00e1 sendo dita e onde o intrincado dilema entre autonomia e heteronomia vai encontrar sua poss\u00edvel interface. N\u00e3o pela vaidade das hip\u00f3teses te\u00f3rico-especulativas, mas sim pelo testemunho daqueles e daquelas que tocaram a esfera da Alteridade que lhes voltou a dar sentido \u00e0 vida fragmentada pelo estilha\u00e7amento de uma compreens\u00e3o global do mundo e da vida. Desde o ponto de vista crist\u00e3o, trata-se de aventurar-se a falar de algo que se conhece por experi\u00eancia, mas que \u00e9 infinitamente maior do que a estatura humana, seus v\u00edcios e erros: trata-se da intimidade com Deus, da nova compreens\u00e3o do que seja ou venha a ser a santidade.<\/p>\n<p>Se o ideal, a finalidade do ser humano, do indiv\u00edduo \u00e9 o &#8220;eu &#8221; como o mesmo, a heteronomia e a alteridade que aparecem como norma, podem realmente ser experimentadas como escravid\u00e3o, como aliena\u00e7\u00e3o, diante do outro que me obriga, que me oprime ou que me aliena. Se o ideal e a finalidade s\u00e3o os outros, ou seja, s\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o da comunidade e o estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es de solidariedade, de liberdade vivida na realidade, ent\u00e3o nesse caso a alteridade do outro passa a ser &#8211; com todos os riscos e perigos e conflitos existentes pelo caminho &#8211; condi\u00e7\u00e3o de possibilidade do &#8220;eu&#8221;, algo que o institui, o funda, e lhe permite ser e existir.<\/p>\n<p>O cristianismo coloca como caminho poss\u00edvel da identidade do &#8220;eu&#8221;o amor ao outro. Amar o outro como a si mesmo \u00e9, desde o Antigo Testamento, o maior mandamento, paralelo \u00e0 grandeza de amar a Deus sobre todas as coisas. No Novo Testamento ambos s\u00e3o tomados, segundo Jesus, como resumo, s\u00edntese feliz da lei e dos profetas. No cristianismo ,portanto, o ser humano \u00e9 visto como algu\u00e9m livre para amar. A liberdade n\u00e3o \u00e9 concebida como uma heteronomia opressiva, no sentido de uma lei exterior que esmaga e destr\u00f3i a subjetividade, mas \u00e9 dom gratuito de Deus que coloca e recoloca sempre de novo o homem livremente no caminho do amor, no percurso em dire\u00e7\u00e3o ao outro. E se Paulo afirma que n\u00e3o \u00e9 a lei que salva, por outro lado \u00e9 o mesmo Paulo que insiste que na obedi\u00eancia amorosa \u00e9 que est\u00e1 a verdadeira liberdade, desde que se entenda a obedi\u00eancia &#8211; o verbo ob audire significa escutar &#8211; como escuta pr\u00e1tica da Palavra instituinte, reveladora e fundadora de Deus.<\/p>\n<p>Talvez o n\u00f3 da quest\u00e3o &#8211; a partir da vis\u00e3o crist\u00e3 \u2013 esteja ent\u00e3o na supera\u00e7\u00e3o da compreens\u00e3o de autonomia e de heteronomia como dois p\u00f3los irreconcili\u00e1veis, sem que haja sa\u00edda poss\u00edvel para o impasse. A vis\u00e3o crist\u00e3 tenta dar um passo adiante nesse sentido, ao dizer que a liberdade n\u00e3o vem puramente de fora, mas est\u00e1 dentro do ser humano, como inscri\u00e7\u00e3o ali gravada, da interpela\u00e7\u00e3o epif\u00e2nica, manifestativa do rosto do outro \u2013 do pobre, da vi\u00fava, do \u00f3rf\u00e3o, do estrangeiro &#8211; que institui para ele a \u00fanica lei, que \u00e9 a lei do amor. E o amor a\u00ed entendido n\u00e3o o \u00e9 apenas em termos de busca do prazer e de satisfa\u00e7\u00e3o dos instintos e das necessidades. Mas traz o selo da sacralidade, enquanto \u00e9 feit ode sa\u00edda de si mesmo, de entrega gratuita de si, de oblatividade, na qual tudo \u00e9 posto a servi\u00e7o da constru\u00e7\u00e3o de uma solidariedade fraterna, de novas rela\u00e7\u00f5es, de um reino de liberdade em que mesmo a ren\u00fancia sexual pode ter o seu lugar, enquanto op\u00e7\u00e3o de liberdade em nome de um projeto maior.<\/p>\n<p>Ter utopias que sejam motor da vida; sentir sob os p\u00e9s um sentido maior que lhes sustente a exist\u00eancia e pelo qual sejam capazes de ir at\u00e9 o fim no \u00eaxodo de si mesmos e no dom da pr\u00f3pria vida \u2013 eis a santidade que o mundo de hoje necessita.  Na festa de todos os santos que celebramos no dia 1 de novembro, pe\u00e7amos a Deus que nos d\u00ea muitos destes santos e santas que sabem desprender-se e desapegar-se dos pr\u00f3prios h\u00e1bitos, gostos e atitudes para ir ao encontro dos outros, livres para servir, livres para amar.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-5887\" data-postid=\"5887\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-5887 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer O mundo em que vivemos n\u00e3o \u00e9 mais como aquele onde viveram nossos antepassados. Isso \u00e9 verdade da economia, das comunica\u00e7\u00f5es, e tamb\u00e9m e n\u00e3o menos das religi\u00f5es, sua pr\u00e1tica e o compromisso social que elas motivam. 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