
{"id":5915,"date":"2009-11-07T17:11:14","date_gmt":"2009-11-07T20:11:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=5915"},"modified":"2009-11-07T17:12:40","modified_gmt":"2009-11-07T20:12:40","slug":"modo-diferente-de-falar-do-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/","title":{"rendered":"Modo diferente de falar do amor"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><span><em>Leonardo Boff *<\/em><\/span><\/p>\n<p>Frequentemente sou convidado para falar sobre o amor. Sinto certo constrangimento porque esta palavra &#8211; amor &#8211; \u00e9 uma das mais desgastadas de nossa linguagem. E como fen\u00f4meno interpessoal, um dos mais desmoralizados. Para n\u00e3o repetir aquilo que todo mundo j\u00e1 sabe e ouve, costumo fazer uma abordagem inspirado num dos maiores bi\u00f3logos contempor\u00e2neos: o chileno Humberto Maturana. Em suas reflex\u00f5es o amor \u00e9 contemplado como um fen\u00f4meno c\u00f3smico e biol\u00f3gico. Expliquemos o que ele quer dizer: o amor se d\u00e1 dentro do dinamismo da pr\u00f3pria evolu\u00e7\u00e3o desde as suas manifesta\u00e7\u00f5es mais prim\u00e1rias, de bilh\u00f5es e bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s, at\u00e9 as mais complexas no n\u00edvel humano. Vejamos como o amor entra no universo.<\/p>\n<p>No universo se verificam dois tipos de acoplamentos (encaixes) dos seres com seu meio, um necess\u00e1rio e outro espont\u00e2neo. O primeiro, o necess\u00e1rio, faz com que todos os seres estejam interconectados uns aos outros e acoplados aos respectivos ecossistemas para assegurar sua sobreviv\u00eancia. Mas, h\u00e1 um outro acoplamento que se realiza espontaneamente. Os topquarks, a primeira densifica\u00e7\u00e3o da energia em mat\u00e9ria, interagem sem raz\u00f5es de sobreviv\u00eancia, por puro prazer, no fluir de seu viver. Trata-se de encaixes din\u00e2micos e rec\u00edprocos entre todos os seres, n\u00e3o vivos e vivos. N\u00e3o h\u00e1 justificativas para isso. Acontecem porque acontecem. \u00c9 um evento original da exist\u00eancia em sua pura gratuidade. \u00c9 como a flor que floresce por florescer.<\/p>\n<p>Quando um se relaciona com o outro (digamos dois pr\u00f3tons) e assim se cria um campo de rela\u00e7\u00e3o, surge o amor como fen\u00f4meno c\u00f3smico. Ele tende a se expandir e a ganhar formas cada vez mais inter-retro-relacionadas nos seres vivos, especialmente nos humanos. No nosso n\u00edvel \u00e9 mais que simplesmente espont\u00e2neo como nos demais seres; \u00e9 feito projeto da liberdade que acolhe conscientemente o outro e cria o amor como o mais alto valor da vida.<\/p>\n<p>Nessa deriva, surge o amor ampliado que \u00e9 a socializa\u00e7\u00e3o. O amor-rela\u00e7\u00e3o \u00e9 o fundamento do fen\u00f4meno social e n\u00e3o sua consequ\u00eancia. Em outras palavras: \u00e9 o amor-rela\u00e7\u00e3o que d\u00e1 origem \u00e0 sociedade; esta existe porque existe o amor e n\u00e3o ao contr\u00e1rio, como convencionalmente se acredita. Se falta o amor-rela\u00e7\u00e3o (o fundamento) se destr\u00f3i o social. Sem o amor o social ganha a forma de agrega\u00e7\u00e3o for\u00e7ada, de domina\u00e7\u00e3o e de viol\u00eancia, todos sendo obrigados a se encaixar. Por isso sempre que se destr\u00f3i o encaixe e a congru\u00eancia entre os seres, se destr\u00f3i o amor-rela\u00e7\u00e3o e com isso, a sociabilidade. O amor-rela\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre uma abertura ao outro e uma con-viv\u00eancia e co-munh\u00e3o com o outro.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi a luta pela sobreviv\u00eancia do mais forte que garantiu a persist\u00eancia da vida e dos indiv\u00edduos at\u00e9 os dias atuais. Mas a coopera\u00e7\u00e3o e o amor-rela\u00e7\u00e3o entre eles. Os ancestrais homin\u00eddios passaram a ser humanos na medida em que mais e mais partilhavam entre si os resultados da coleta e da ca\u00e7a e compartilhavam seus afetos. A pr\u00f3pria linguagem que caracteriza o ser humano surgiu no interior deste dinamismo de amor-rela\u00e7\u00e3o e de partilha.<\/p>\n<p>A competi\u00e7\u00e3o, enfatiza Maturana, \u00e9 antissocial, hoje e outrora, porque implica a nega\u00e7\u00e3o do outro, a recusa da partilha e do amor. A sociedade moderna neoliberal e de mercado se assenta sobre a competi\u00e7\u00e3o. Por isso \u00e9 excludente, inumana e faz tantas v\u00edtimas como a atual crise revelou. Ela n\u00e3o traz felicidade porque n\u00e3o se rege pelo amor-rela\u00e7\u00e3o. A atual crise se originou, em parte, pela excessiva competi\u00e7\u00e3o e pela falta de coopera\u00e7\u00e3o. Vale uma sociedade com mercado, mas n\u00e3o s\u00f3 de mercado.<\/p>\n<p>Como se caracteriza o amor humano? Responde Maturana: &#8220;o que \u00e9 especialmente humano no amor n\u00e3o \u00e9 o amor, mas o que fazemos com o amor enquanto humanos; \u00e9 a nossa maneira particular de viver juntos como seres sociais na linguagem; sem amor n\u00f3s n\u00e3o somos seres sociais&#8221;.<\/p>\n<p>Como se depreende, o amor \u00e9 um fen\u00f4meno c\u00f3smico e biol\u00f3gico. Ao chegar ao patamar humano ele se revela como um projeto da liberdade, como uma grande for\u00e7a de uni\u00e3o, de mutua entrega e de solidariedade. As pessoas se unem e recriam pela linguagem amorosa, o sentimento de benqueren\u00e7a e de perten\u00e7a a um mesmo destino.<\/p>\n<p>Sem o cuidado essencial, o encaixe do amor-rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorre, n\u00e3o se conserva, n\u00e3o se expande nem permite a consorcia\u00e7\u00e3o entre os demais seres. Sem o cuidado n\u00e3o h\u00e1 atmosfera que propicie o florescimento daquilo que verdadeiramente humaniza: o sentimento profundo, a vontade de partilha e a busca do amor. Estimo que falar assim do amor faz sentido porque nos faz mais humanos.<\/p>\n<p>[Autor de Gra\u00e7a e experi\u00eancia humana, Vozes].<\/p>\n<p><em>* Te\u00f3logo, fil\u00f3sofo e escritor<\/em><\/p>\n<p>Fonte: Adital<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-5915\" data-postid=\"5915\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-5915 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Leonardo Boff * Frequentemente sou convidado para falar sobre o amor. Sinto certo constrangimento porque esta palavra &#8211; amor &#8211; \u00e9 uma das mais desgastadas de nossa linguagem. E como fen\u00f4meno interpessoal, um dos mais desmoralizados. Para n\u00e3o repetir aquilo que todo mundo j\u00e1 sabe e ouve, costumo fazer uma abordagem inspirado num dos maiores [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Modo diferente de falar do amor  - O Arcanjo no ar<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Modo diferente de falar do amor  - O Arcanjo no ar\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Leonardo Boff * Frequentemente sou convidado para falar sobre o amor. Sinto certo constrangimento porque esta palavra &#8211; amor &#8211; \u00e9 uma das mais desgastadas de nossa linguagem. E como fen\u00f4meno interpessoal, um dos mais desmoralizados. Para n\u00e3o repetir aquilo que todo mundo j\u00e1 sabe e ouve, costumo fazer uma abordagem inspirado num dos maiores [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"O Arcanjo no ar\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/OArcanjoNoAr\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2009-11-07T20:11:14+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2009-11-07T20:12:40+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/logo-o-arcanjo-no-ar-facebook.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"300\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"300\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"editor\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"editor\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\"},\"author\":{\"name\":\"editor\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/person\/f7024d007863202483a31326673a0838\"},\"headline\":\"Modo diferente de falar do amor\",\"datePublished\":\"2009-11-07T20:11:14+00:00\",\"dateModified\":\"2009-11-07T20:12:40+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\"},\"wordCount\":848,\"commentCount\":5,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Reflex\u00f5es\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\",\"url\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\",\"name\":\"Modo diferente de falar do amor - O Arcanjo no ar\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2009-11-07T20:11:14+00:00\",\"dateModified\":\"2009-11-07T20:12:40+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Modo diferente de falar do amor\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/\",\"name\":\"O Arcanjo no ar\",\"description\":\"Site da Par\u00f3quia S\u00e3o Miguel Arcanjo (Arquidiocese de SP)\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#organization\",\"name\":\"Par\u00f3quia S\u00e3o Miguel Arcanjo\",\"url\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/LogoOArcanjo.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/LogoOArcanjo.png\",\"width\":319,\"height\":99,\"caption\":\"Par\u00f3quia S\u00e3o Miguel Arcanjo\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/OArcanjoNoAr\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/person\/f7024d007863202483a31326673a0838\",\"name\":\"editor\",\"sameAs\":[\"http:\/\/www.oarcanjo.net\"]}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Modo diferente de falar do amor  - O Arcanjo no ar","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Modo diferente de falar do amor  - O Arcanjo no ar","og_description":"Leonardo Boff * Frequentemente sou convidado para falar sobre o amor. Sinto certo constrangimento porque esta palavra &#8211; amor &#8211; \u00e9 uma das mais desgastadas de nossa linguagem. E como fen\u00f4meno interpessoal, um dos mais desmoralizados. Para n\u00e3o repetir aquilo que todo mundo j\u00e1 sabe e ouve, costumo fazer uma abordagem inspirado num dos maiores [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/","og_site_name":"O Arcanjo no ar","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/OArcanjoNoAr\/","article_published_time":"2009-11-07T20:11:14+00:00","article_modified_time":"2009-11-07T20:12:40+00:00","og_image":[{"width":300,"height":300,"url":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/logo-o-arcanjo-no-ar-facebook.png","type":"image\/png"}],"author":"editor","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"editor","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/"},"author":{"name":"editor","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/person\/f7024d007863202483a31326673a0838"},"headline":"Modo diferente de falar do amor","datePublished":"2009-11-07T20:11:14+00:00","dateModified":"2009-11-07T20:12:40+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/"},"wordCount":848,"commentCount":5,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#organization"},"articleSection":["Reflex\u00f5es"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/","url":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/","name":"Modo diferente de falar do amor - O Arcanjo no ar","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#website"},"datePublished":"2009-11-07T20:11:14+00:00","dateModified":"2009-11-07T20:12:40+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/modo-diferente-de-falar-do-amor\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Modo diferente de falar do amor"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#website","url":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/","name":"O Arcanjo no ar","description":"Site da Par\u00f3quia S\u00e3o Miguel Arcanjo (Arquidiocese de SP)","publisher":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#organization","name":"Par\u00f3quia S\u00e3o Miguel Arcanjo","url":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/LogoOArcanjo.png","contentUrl":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/LogoOArcanjo.png","width":319,"height":99,"caption":"Par\u00f3quia S\u00e3o Miguel Arcanjo"},"image":{"@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/OArcanjoNoAr\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/#\/schema\/person\/f7024d007863202483a31326673a0838","name":"editor","sameAs":["http:\/\/www.oarcanjo.net"]}]}},"publishpress_future_action":{"enabled":false,"date":"2026-05-09 17:56:42","action":"category","newStatus":"draft","terms":[],"taxonomy":"category"},"publishpress_future_workflow_manual_trigger":{"enabledWorkflows":[]},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5915"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5915"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5915\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}