
{"id":6754,"date":"2014-12-21T00:01:39","date_gmt":"2014-12-21T02:01:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=6754"},"modified":"2014-11-11T16:26:56","modified_gmt":"2014-11-11T18:26:56","slug":"sao-joao-de-cronstadt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/sao-joao-de-cronstadt\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Jo\u00e3o de Cronstadt"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: x-large;font-family: Trebuchet MS\"><strong><span style=\"color: #000080\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.diocesefranca.org.br\/boletim\/ago2007\/sjcronstadt.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: x-large\">\u00a0 <\/span><em>O Cura D\u2019Ars da R\u00fassia Ortodoxa<\/em><strong><\/strong><\/p>\n<p>21 de Dezembro<\/p>\n<p>S\u00e3o Jo\u00e3o (Ioan Il\u00editch Serguiev), chamado de Jo\u00e3o de Kronstadt, nasceu em 19 de outubro de 1.829 de uma fam\u00edlia pobre na aldeia de Sura distrito de Arcanguelsk. Ele foi batizado logo ap\u00f3s seu nascimento, pois, pensaram que n\u00e3o iria viver por muito tempo. Deram-lhe o nome de Jo\u00e3o em honra de S\u00e3o Jo\u00e3o de Rilsk, cuja mem\u00f3ria era celebrada nesse dia. Por\u00e9m a crian\u00e7a foi se desenvolvendo e crescendo forte. Sua inf\u00e2ncia transcorria em extrema pobreza e priva\u00e7\u00f5es, mas seus devotos pais infiltraram nele um forte fundamento de f\u00e9. O menino era quieto, concentrado e amava a natureza e os of\u00edcios religiosos.<\/p>\n<p>Quando Jo\u00e3o completou nove anos, seu pai, tendo juntado as \u00faltimas migalhas, levou-o \u00e0 escola diocesana de Arcanguelsk. Os estudos eram dif\u00edceis, motivo pelo qual ele se afligia muito. Ent\u00e3o o menino pediu a ajuda de Deus. Certa vez, em um desses momentos dif\u00edceis, tarde da noite quando todos dormiam, ele se levantou e come\u00e7ou a rezar com extremo fervor. O Senhor ouviu sua prece: a Gra\u00e7a Divina o envolveu, e, conforme sua pr\u00f3pria express\u00e3o, &#8220;imediatamente era como se uma cortina tivesse sido tirada de seus olhos.&#8221; Ele se lembrou de tudo o que era dito na classe, e tudo ficou claro em sua mente. Daquele momento em diante ele teve grandes progressos em seus estudos. Em 1851 Jo\u00e3o Serguiev concluiu o semin\u00e1rio com distin\u00e7\u00e3o e ingressou na Academia de Teologia de S\u00e3o Petersburgo.<\/p>\n<p>A vida na capital n\u00e3o corrompeu o jovem; ele continuou sendo religioso e compenetrado como era em casa. Logo seu pai morreu, e para manter sua m\u00e3e, Jo\u00e3o come\u00e7ou a trabalhar na chancelaria da academia com o sal\u00e1rio de nove rublos ao m\u00eas. Esse dinheiro era enviado na \u00edntegra \u00e0 sua m\u00e3e. Em 1.855 ele concluiu a Academia com excelentes notas. O jovem formando foi ordenado e nomeado padre da catedral de Santo Andr\u00e9 em Kronstadt (pr\u00f3ximo a S\u00e3o Petersburgo).<\/p>\n<p>Desde o primeiro dia de sua ordena\u00e7\u00e3o, o padre Jo\u00e3o se dedicou inteiramente a servi\u00e7o do Senhor e passou a oficiar diariamente a Divina liturgia. Ele rezava fervorosamente, ensinava as pessoas a levarem uma vida correta e ajudava os necessitados. Seu fervor era surpreendente. No princ\u00edpio algumas pessoas riam dele, considerando-o n\u00e3o totalmente normal.<\/p>\n<p>Por um tempo o padre Jo\u00e3o foi professor do Sagrado Testamento. Sua influ\u00eancia sobre os alunos era irresist\u00edvel e as crian\u00e7as gostavam muito dele. Ele n\u00e3o era apenas um educador frio, era um interlocutor interessante. Ele tratava seus alunos com calor e sinceridade, freq\u00fcentemente intercedia por eles, n\u00e3o os reprovava nos exames e mantinha di\u00e1logos simples, os quais eram lembrados pelos alunos pelo resto de suas vidas. O padre Jo\u00e3o tinha o dom de acender a f\u00e9 nas pessoas.<\/p>\n<p>O padre Jo\u00e3o se compadecia muito pelos pobres e sofredores. Ele n\u00e3o menosprezava ningu\u00e9m e atendia ao primeiro apelo dos mendigos e dos deca\u00eddos. Al\u00ed nas casas deles ele rezava e depois os ajudava, freq\u00fcentemente dando tudo daquilo que possu\u00eda. \u00c0s vezes sucedia que ao chegar a uma casa de fam\u00edlia muito necessitada e vendo a pobreza e a doen\u00e7a, ele mesmo se encaminhava ao mercadinho ou procurava pelo m\u00e9dico na farm\u00e1cia.<\/p>\n<p>Ele nunca se recusou aos pedidos de ora\u00e7\u00f5es nem dos ricos nem dos pobres, nem dos famosos ou qualquer simples desconhecido. E o Senhor recebia suas preces. Durante a liturgia o padre Jo\u00e3o rezava com fervor, exigente e ousadamente. O Arcipreste Vassily Shustin descreve uma das liturgias do padre Jo\u00e3o, na qual ele esteve presente em sua juventude, da seguinte maneira: &#8220;Durante o Grande Jejum (Quaresma) cheguei a Kronstat junto com meu pai, para jejuar junto ao padre Jo\u00e3o. Por\u00e9m, como se tornou imposs\u00edvel ter uma confiss\u00e3o privativa com ele, tivemos que nos confessar na confiss\u00e3o comunit\u00e1ria. Meu pai e eu chegamos \u00e0 catedral de Santo Andr\u00e9 antes do toque do sino. Estava escuro \u2014 apenas 4 horas da madrugada. Embora a catedral estivesse trancada, j\u00e1 havia um n\u00famero relativamente grande de pessoas perto dela. No dia anterior n\u00f3s hav\u00edamos conseguido do &#8220;starosta&#8221; (o respons\u00e1vel da Igreja) uma autoriza\u00e7\u00e3o para entrarmos no altar. O altar era grande e acomodava 100 pessoas. Meia hora depois o padre Jo\u00e3o chegou e iniciou os of\u00edcios matinais. Nessa hora a catedral ficou lotada; ela comportava aproximadamente cinco mil pessoas. Diante do p\u00fablico havia uma cerca afim de conter os fi\u00e9is. O c\u00e2none da matinal foi lido pelo pr\u00f3prio padre Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>No final da matinal teve in\u00edcio a confiss\u00e3o comunit\u00e1ria. Inicialmente o padre leu as ora\u00e7\u00f5es que precedem a confiss\u00e3o. Em seguida disse algumas palavras sobre o arrependimento e elevando a voz, para que todos ouvissem, falou: &#8220;Arrependam-se.&#8221; \u2014 Aqui come\u00e7ou a acontecer algo incr\u00edvel. Ouviram-se clamores, gritos e confiss\u00f5es verbais dos pecados mais secretos. Alguns procuravam gritar seus pecados o mais alto poss\u00edvel, para que o padre ouvisse e rezasse por eles. O padre por sua vez, ajoelhado e com a cabe\u00e7a encostada na mesa do altar rezava fervorosamente. Aos poucos os gritos se transformavam em pranto e solu\u00e7os. Isto continuou por uns 15 minutos. Depois o padre se ergueu e saiu para o p\u00fablico; o suor escorria pelo seu rosto. Ouviam-se pedidos de intercess\u00e3o, mas outros ficaram quietos e finalmente a catedral silenciou. Ent\u00e3o o padre, erguendo bem alto o paramento sacerdotal, leu a ora\u00e7\u00e3o de absolvi\u00e7\u00e3o e moveu o paramento sobre as cabe\u00e7as das pessoas. Depois ele entrou no altar e foi iniciada a liturgia.<\/p>\n<p>Havia 12 sacerdotes servindo e sobre a mesa do altar 12 c\u00e1lices enormes e discoses. O padre servia tenso, exclamando algumas palavras em alto brado e manifestando como que uma especial intrepidez diante de Deus. Afinal de contas quantas almas arrependidas ele tomou sobre si! Foram lidas muitas ora\u00e7\u00f5es antes da Comunh\u00e3o, pois, era preciso preparar muitas part\u00edculas para a Comunh\u00e3o. Para o C\u00e1lice foi colocado diante do p\u00fablico um suporte refor\u00e7ado protegido por duas grades. \u00c0s 09:00hs da manh\u00e3 o padre deu in\u00edcio \u00e0 comunh\u00e3o.<\/p>\n<p>Por diversas vezes o &#8220;batiushka&#8221; precisou pedir \u00e0s pessoas para que n\u00e3o empurrassem umas \u00e0s outras. Pr\u00f3ximo ao cercado havia uma corrente de policiais, os quais controlavam a multid\u00e3o, permitindo assim a aproxima\u00e7\u00e3o dos comungantes. Embora houvesse mais dois sacerdotes nas laterais da catedral dando a comunh\u00e3o, o &#8220;batiushka&#8221; terminou de dar comunh\u00e3o ap\u00f3s \u00e0s 14:00hs, tendo pego C\u00e1lices adicionais por diversas vezes. Eu permaneci at\u00e9 o final da liturgia. Quando ela terminou, ainda restavam Sacramentos Sagrados no C\u00e1lice, e o &#8220;batiushka&#8221; ent\u00e3o chamou para o Altar por aqueles que ainda n\u00e3o tomaram o vinho ap\u00f3s a comunh\u00e3o e colocando-os em semic\u00edrculo diante da Mesa de Obla\u00e7\u00e3o e segurando o c\u00e1lice nas m\u00e3os, ele administrou os Santos Sacramentos pela segunda vez. Esta cena da Ceia M\u00edstica de Amor muito comovente. O &#8220;batiushka&#8221; n\u00e3o demonstrava nenhum tra\u00e7o de fadiga na face e com o rosto feliz ele congratulava a todos. Os of\u00edcios e a Sagrada Comunh\u00e3o nos deram tanto entusiasmo e for\u00e7as que meu pai e eu n\u00e3o sentimos nenhum cansa\u00e7o. Tendo recebido a ben\u00e7\u00e3o do padre Jo\u00e3o, almo\u00e7amos ligeiramente e partimos para casa.&#8221;<\/p>\n<p>Algumas pessoas se referiam ao padre Jo\u00e3o com malevol\u00eancia \u2014 uns por ignor\u00e2ncia, outros por inveja. Assim, certa vez um grupo de leigos e de cl\u00e9rigos, descontentes com o padre Jo\u00e3o, escreveram uma carta de reclama\u00e7\u00e3o ao Metropolito Isidoro de S. Petersburgo. O Metro polito abriu a carta, olhou e viu diante de si uma folha de papel em branco. Chamou ent\u00e3o os autores da carta e exigiu uma explica\u00e7\u00e3o. Eles afirmavam de que o Metropolito segurava nas m\u00e3os a carta de acusa\u00e7\u00e3o escrita por eles. O Metropolito perplexo ent\u00e3o chamou o padre Jo\u00e3o, perguntando o que sucedia. Quando o padre Jo\u00e3o rezou a Deus, o Metropolito come\u00e7ou a ver que realmente ele tinha em suas m\u00e3os uma carta de acusa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o um papel em branco. Entendendo, atrav\u00e9s deste milagre, que Deus defendia o padre Jo\u00e3o das cal\u00fanias, o Metropolito rasgou a carta e com raiva expulsou os queixosos, e o padre Jo\u00e3o disse carinhosamente: &#8220;Sirva a Deus batiushka, e n\u00e3o se perturbe!&#8221;<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o de padre Jo\u00e3o era extraordinariamente poderosa. Atrav\u00e9s dela, ele curava milhares de pessoas tanto presentes como ausentes. Sabendo do poder de suas ora\u00e7\u00f5es, pessoas n\u00e3o s\u00f3 de Kronstadt se dirigiam a ele, como tamb\u00e9m pessoas de todos os cantos da R\u00fassia e at\u00e9 do estrangeiro. A quantidade de cartas e telegramas dirigidas ao Padre Jo\u00e3o era t\u00e3o volumosa que o correio de Kronstadt repartiu para ele um setor particular. Essas cartas e telegramas eram habitualmente lidas pelo Padre Jo\u00e3o logo ap\u00f3s a liturgia, com freq\u00fc\u00eancia contando com a ajuda de secret\u00e1rios, e ali mesmo rezava fervorosamente pelos suplicantes. Entre os que foram curados pelo Padre Jo\u00e3o, havia pessoas de todas as idades e classes sociais; havia ali ortodoxos, cat\u00f3licos, judeus e mu\u00e7ulmanos. Eis alguns relatos sobre as curas operadas pelo Padre Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Certa vez uma mulher t\u00e1rtara dirigiu-se ao Padre Jo\u00e3o com o pedido de ora\u00e7\u00e3o por seu marido muito enfraquecido, o qual ela trouxe numa carro\u00e7a. O Padre Jo\u00e3o perguntou \u00e0 mulher se ela acreditava em Deus. Diante da resposta afirmativa ele disse: &#8220;Rezemos juntos. Voc\u00ea reza do seu modo e eu rezo do meu.&#8221; Terminando a ora\u00e7\u00e3o, o padre Jo\u00e3o aben\u00e7oou a mulher. Retornando \u00e0 carro\u00e7a a mulher t\u00e1rtara ficou pasma pela surpresa de ver seu marido curado caminhando em sua dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na Kark\u00f3via vivia um advogado judeu. Sua filha \u00fanica de oito anos de idade adoeceu de escarlatina. Foram solicitados os melhores m\u00e9dicos, mas o organismo da menina n\u00e3o conseguia reagir contra a doen\u00e7a. Os m\u00e9dicos comunicaram \u00e0 fam\u00edlia de que a situa\u00e7\u00e3o da menina era totalmente sem esperan\u00e7as. O desespero dos pais era profundo, mas, eis que o pai se lembrou que o padre Jo\u00e3o de Kronstadt chegou a Karkov nessa \u00e9poca, e ele ouviu falar a respeito de seus milagres. Ele ent\u00e3o ordenou a um cocheiro que o levasse ao local onde uma grande multid\u00e3o aguardava para receber o padre Jo\u00e3o. For\u00e7ando a passagem entre a multid\u00e3o, o advogado jogou-se aos p\u00e9s do padre Jo\u00e3o com as seguintes palavras: &#8220;Santo padre, eu sou judeu, mas te pe\u00e7o \u2014 me ajuda!&#8221; O padre Jo\u00e3o perguntou o que aconteceu. \u2014 &#8220;Minha \u00fanica filha est\u00e1 morrendo. Mas reza a Deus e salva-a,&#8221; \u2014 exclamou o pai em prantos. padre Jo\u00e3o, colocando a m\u00e3o sobre a cabe\u00e7a do pai, ergueu os olhos para o c\u00e9u e come\u00e7ou a rezar. Ap\u00f3s um minuto, ele disse ao pai: &#8220;Levanta e siga para casa em paz.&#8221; Quando o advogado aproximou-se de sua casa, sua esposa encontrava-se na varanda e gritou que a filha deles estava s\u00e3 e salva. Entrando em casa, ele encontrou sua filha conversando com os m\u00e9dicos \u2014 aqueles que h\u00e1 algumas horas atr\u00e1s a haviam sentenciado \u00e0 morte, e agora, estavam sem conseguir entender o que tinha acontecido. Essa menina depois se converteu \u00e0 ortodoxia e foi batizada com o nome de Valentina.<\/p>\n<p>Uma mulher possessa n\u00e3o suportava a presen\u00e7a do padre Jo\u00e3o, e quando ele passava em algum lugar pr\u00f3ximo, ela se debatia tanto, que era necess\u00e1rio alguns homens fortes para conte-la. Certa vez o padre Jo\u00e3o aproximou-se dela. Ele ajoelhou-se diante dos \u00edcones e mergulhou em ora\u00e7\u00f5es. A possessa come\u00e7ou a se debater em convuls\u00f5es, a blasfemar contra ele e amaldi\u00e7o\u00e1-lo, e depois, repentinamente se aquietou e parecia estar inconsciente. Quando o padre Jo\u00e3o se ergueu das ora\u00e7\u00f5es, todo seu semblante estava banhado de suor. Aproximando-se da enferma, ele a aben\u00e7oou. A ex-possessa abriu os olhos e em prantos atirou-se aos p\u00e9s do padre. Essa cura repentina causou em todos uma tremenda impress\u00e3o.<\/p>\n<p>Entretanto \u00e0s vezes o padre Jo\u00e3o recusava orar por alguma pessoa, evidentemente prevendo a vontade de Deus. Assim, verta vez padre Jo\u00e3o foi chamado ao instituto de Smolny para ir ao leito de uma princesa de Chernogor s\u00e8riamente enferma. Faltando uns dez passos para chegar, ele deu uma volta brusca e retornou dizendo: &#8220;N\u00e3o posso rezar.&#8221; Ap\u00f3s alguns dias a princesa morreu. \u00c0s vezes, por\u00e9m, ele revelava grande perseveran\u00e7a em suas preces, conforme ele mesmo da o testemunho sobre um caso de cura: &#8220;Por nove vezes me dirigi a Deus com todo o fervor da ora\u00e7\u00e3o, e o Senhor finalmente me ouviu e curou o doente.&#8221;<\/p>\n<p>O padre Jo\u00e3o n\u00e3o era um pregador h\u00e1bil. Ele falava com clareza e simplicidade, sem qualquer eloq\u00fc\u00eancia, mas falava do fundo da alma, e com isto persuadia e inspirava seus ouvintes. Seus serm\u00f5es eram imprimidos em s\u00e9rie e eram publicados em vasta escala por toda R\u00fassia. Foi publicado tamb\u00e9m um apanhado de composi\u00e7\u00f5es do padre Jo\u00e3o, consistindo em diversos grandes volumes.<\/p>\n<p>O di\u00e1rio do padre Jo\u00e3o &#8220;Minha vida em Cristo&#8221; \u00e9 repleto de um amor especial. A despeito de ser muito ocupado, padre Jo\u00e3o anotava di\u00e0riamente seus pensamentos que vinham \u00e0 sua mente durante as ora\u00e7\u00f5es e medita\u00e7\u00f5es. Foram estes pensamentos que compuseram o di\u00e1rio do padre Jo\u00e3o. No final desta brochura traremos alguns pensamentos escolhidos desse di\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso imaginar como se passava o dia do padre Jo\u00e3o, para entender todo o peso de labor! Ele acordava diariamente \u00e0s 03:00 horas da madrugada e se preparava para oficiar a liturgia. Perto das 04:00 horas ele se dirigia \u00e0 Igreja para as matinais. Ali j\u00e1 o aguardava uma multid\u00e3o ansiosa, sedenta para v\u00ea-lo e receber sua ben\u00e7\u00e3o. Havia tamb\u00e9m muitos pobres, aos quais o padre Jo\u00e3o dava esmolas. Logo depois das matinais o padre Jo\u00e3o fazia sempre confiss\u00e3o comunit\u00e1ria devido ao enorme n\u00famero de participantes. Depois ele oficiava a liturgia e no final dela a comunh\u00e3o era muito demorada. Em seguida o padre Jo\u00e3o levava as cartas e telegramas recebidos diretamente ao altar, e ali mesmo ele as lia e rezava pelos que pediam ajuda. Depois, acompanhado de milhares de fi\u00e9is, o padre Jo\u00e3o se dirigia a S. Petersburgo atendendo a chamados incont\u00e1veis de pessoas doentes. Raramente ele voltava para casa antes da meia noite. Algumas noites ele passava sem dormir \u2014 e assim passavam dia ap\u00f3s dia, ano ap\u00f3s ano sem parar. Viver e esfor\u00e7ar-se desta maneira s\u00f3 poderia ser poss\u00edvel com a ajuda sobrenatural de Deus. A fama do padre Jo\u00e3o era seu maior fardo. Onde quer que ele aparecesse, imediatamente uma grande multid\u00e3o de pessoas crescia, sedenta de pelo menos olh\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Pelas m\u00e3os do padre Jo\u00e3o passavam centenas de milh\u00f5es de rublos. Ele nem tentava cont\u00e1-los: pegava com uma m\u00e3o e imediatamente dava com a outra m\u00e3o. Diante desta caridade direta, o padre Jo\u00e3o criou uma organiza\u00e7\u00e3o especial de ajuda. Em 1882 foi aberta em Kronstadt a &#8220;Casa da habilidade,&#8221; onde havia Igreja pr\u00f3pria, escola elementar para meninos e meninas, orfanato, cl\u00ednica para quem viesse, asilo, biblioteca popular gratuita, abrigo que comportava at\u00e9 40.000 pessoas ao ano, uma variedade de oficinas onde os indigentes podiam ganhar algum dinheiro, cantina popular barata, onde em festas eram servidos at\u00e9 800 almo\u00e7os gratuitos e hospedaria para viajantes.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da iniciativa e suporte material do padre Jo\u00e3o, foi constru\u00edda uma esta\u00e7\u00e3o de resgate \u00e0 beira da ba\u00eda. Em sua cidade natal ele construiu uma Igreja linda. N\u00e3o existe possibilidade de enumerar todos os lugares e distritos at\u00e9 onde se estendia sua preocupa\u00e7\u00e3o e sua ajuda.<\/p>\n<p>Foram conservados muitos casos das perspic\u00e1cias do padre Jo\u00e3o. Certa vez ele estava oficiando uma &#8220;molh\u00eaben&#8221; (Te Deum) em uma casa na cidade de Kozan. No meio dos muitos suplicantes presentes encontrava-se um professor, o qual n\u00e3o gostava do padre Jo\u00e3o. Quando terminou a &#8220;molh\u00eaben,&#8221; o professor tentou se esquivar de beijar a cruz e do encontro com o Padre Jo\u00e3o. Por\u00e9m o Padre dirigindo-se a ele atrav\u00e9s da multid\u00e3o disse: &#8220;Por que o senhor, professor teme a cruz? Pois se em breve e senhor mesmo ter\u00e1 de dar a cruz para as pessoas beijarem!&#8221; O professor, envergonhado sob os olhares de todos os presentes em sua dire\u00e7\u00e3o, aproximou-se do Padre Jo\u00e3o e beijou a cruz. Depois de algum tempo, a esposa deste professor o abandonou e ap\u00f3s isto ele entrou para o mosteiro e tornou-se bispo e reitor da Academia Teol\u00f3gica de Kazan.<\/p>\n<p>O Padre Jo\u00e3o expirou no dia 20 de dezembro de 1908, aos 80 anos de vida. Uma imensa multid\u00e3o acompanhou seu corpo desde Kronstadt at\u00e9 S. Petersburgo, onde ele foi sepultado no mosteiro de Ivanovsky, o qual ele mesmo fundou. Pessoas de todos os lados da R\u00fassia vinham rezar diante de seu t\u00famulo; os of\u00edcios de R\u00e9quiem eram ininterruptos. Forte em sua f\u00e9, fervoroso nas preces e em seu amor ao Senhor e \u00e0s pessoas, o Padre Jo\u00e3o de Kronstadt ir\u00e1 usufruir do amor do povo russo enquanto existirem pessoas com f\u00e9. Mesmo ap\u00f3s sua morte, ele atende rapidamente \u00e0s s\u00faplicas de todos os que pedem sua ajuda.<\/p>\n<p>O Padre Jo\u00e3o era uma pessoa de altura mediana, macilento e magrinho. Seus cabelos eram claros, seu rosto aparentava frescura com um brilho corado. Seus olhos azuis eram o destaque dos tra\u00e7os de seu rosto. Algumas pessoas at\u00e9 tinham medo de seu olhar penetrante, pois, para eles parecia que era como se o Padre Jo\u00e3o enxergasse suas almas. Certa vez um homem se recusou decididamente a encontrar-se com o Padre, explicando que ele poderia acus\u00e1-lo de alguma coisa diante de todos. Por\u00e9m os olhos do Padre Jo\u00e3o sendo penetrantes irradiavam um imenso amor e compaix\u00e3o. Pelo testemunho das pessoas que conheciam bem o Padre Jo\u00e3o, a maioria de seus retratos n\u00e3o conseguia transmitir o calor de seu olhar.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-6754\" data-postid=\"6754\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-6754 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 O Cura D\u2019Ars da R\u00fassia Ortodoxa 21 de Dezembro S\u00e3o Jo\u00e3o (Ioan Il\u00editch Serguiev), chamado de Jo\u00e3o de Kronstadt, nasceu em 19 de outubro de 1.829 de uma fam\u00edlia pobre na aldeia de Sura distrito de Arcanguelsk. Ele foi batizado logo ap\u00f3s seu nascimento, pois, pensaram que n\u00e3o iria viver por muito tempo. 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