
{"id":7685,"date":"2017-02-09T00:44:44","date_gmt":"2017-02-09T02:44:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=7685"},"modified":"2016-12-27T06:34:02","modified_gmt":"2016-12-27T08:34:02","slug":"bem-aventurada-ana-catarina-emmerich","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/bem-aventurada-ana-catarina-emmerich\/","title":{"rendered":"Bem Aventurada Ana Catarina Emmerich"},"content":{"rendered":"<h3><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" longdesc=\"Ana Catarina Emmerick\" src=\"http:\/\/alexandrinabalasar.free.fr\/ana_catarina_emmerick_04.jpg\" border=\"1\" alt=\"\" hspace=\"10\" vspace=\"10\" width=\"400\" height=\"523\" align=\"right\" \/>9 de Fevereiro<\/h3>\n<h3>Nascimento e sua inf\u00e2ncia.<\/h3>\n<p>Ana Catarina Emmerich, Religiosa Augustina, estigm\u00e1tica e ext\u00e1tica, filha de camponeses pobres, mas piedosos, nasceu na aldeia de Flamsche, perto de Coesfeld na Diocese de Muster, em Westphalia Alemanha, no dia 8 de Setembro de 1774, foi baptizada no mesmo dia e morreu no dia 9 de fevereiro de 1824 na localidade de Dulmen.<\/p>\n<p>Desde a primeira inf\u00e2ncia, n\u00e3o cessou de receber do C\u00e9u uma direc\u00e7\u00e3o superior. Via frequentemente o Anjo da Guarda e brincava com o Menino Jesus, nos prados e no jardim. A M\u00e3e de Deus, a Rainha do C\u00e9u, apresentava-se muitas vezes e tamb\u00e9m os Santos lhe eram bons e afectuosos amigos.<\/p>\n<p>Quando era crian\u00e7a, falava com toda a simplicidade dessas vis\u00f5es e fatos \u00edntimos, pensando que as outras crian\u00e7as vissem e experimentassem o mesmo; vendo, por\u00e9m, que se admiravam das suas narra\u00e7\u00f5es, come\u00e7ou a guardar sil\u00eancio, pensando que era contra a mod\u00e9stia falar dessas coisas.<\/p>\n<p>Ana Catarina tinha um g\u00e9nio alegre e am\u00e1vel; andava, por\u00e9m, quase sempre calada e recolhida. Os pais, julgando que fosse por teimosia, tratavam-na com bastante rigor. Ela conta mais tarde:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cMeus pais muitas vezes me censuravam, mas nunca me elogiavam; como, por\u00e9m, eu ouvisse outros pais louvarem os filhos, julgava-me a pior crian\u00e7a do mundo\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Era, contudo, de uma grande delicadeza de consci\u00eancia; a menor transgress\u00e3o afligia-a tanto, que lhe perturbava a sa\u00fade. Quando fez a primeira confiss\u00e3o, sentia tanta contri\u00e7\u00e3o, que chorou alto e foi preciso lev\u00e1-la para fora do confession\u00e1rio.<\/p>\n<p>Na Primeira Comunh\u00e3o, cheia de ardente amor, ofereceu-se de novo, sem reservas, ao seu Deus e Senhor.<\/p>\n<h3>Seu trabalho na adolesc\u00eancia.<\/h3>\n<p>No auge da mocidade, dos 12 aos 15 anos, Catarina trabalhou, como criada, em casa de um parente campon\u00eas, pastoreando rebanhos; depois voltou \u00e0 casa paterna. Certa vez, trabalhando no campo, ouviu ao longe o toque lento e, sonoro do sino do Convento das Anunciadas, em Coesfeld. Contava ent\u00e3o 16 anos apenas. Sentiu-se t\u00e3o fortemente enlevada com a voz daqueles sinos, que lhe pareciam mensageiros do C\u00e9u, convidando-a para a vida religiosa e t\u00e3o grande lhe foi a como\u00e7\u00e3o, que caiu desmaiada e foi levada para casa, onde esteve, por muito tempo, adoentada.<\/p>\n<p>Para conseguir mais facilmente admiss\u00e3o num convento, foi durante tr\u00eas anos trabalhar na casa de uma costureira, em Coesfeld, economizando assim 20 thalers (cerca de 3 libras inglesas). Depois se mudou para a casa do piedoso organista Soentgen, esperando que, aprendendo a tocar \u00f3rg\u00e3o, se lhe facilitasse a entrada para um Convento. Mas a pobreza da fam\u00edlia de Soentgen inspirou-lhe tanta compaix\u00e3o, que, renunciando a tocar \u00f3rg\u00e3o, trabalhava na casa como criada, dando at\u00e9 as suas economias para aliviar a mis\u00e9ria do lar.<\/p>\n<p><strong><em>\u201cDeus deve ajudar agora\u201d<\/em><\/strong>, disse depois \u00e0 m\u00e3e, <strong><em>\u201cdei-lhe tudo. Ele saber\u00e1 socorrer-nos a todos\u201d.<\/em><\/strong> O bom Deus n\u00e3o deixou de ajud\u00e1-la, ainda que Ana Catarina s\u00f3 com 29 anos visse realizado o seu desejo de entrar para um convento.<\/p>\n<h3>Uma Gra\u00e7a Especial.<\/h3>\n<p>Quatro anos antes recebeu da bondade de Deus uma gra\u00e7a especial. Estava de joelhos na Igreja dos padres Jesu\u00edtas, em Coesfeld, meditando e rezando diante de um crucifixo.<\/p>\n<p><strong><em>\u00a0\u201cEnt\u00e3o vi, <\/em><\/strong>conta ela mesma<strong><em>, vindo do Tabern\u00e1culo, onde se guardava o Sant\u00edssimo Sacramento, o meu Esposo celeste em forma de um jovem resplandecente. Na m\u00e3o esquerda trazia uma grinalda de flores, na direita uma coroa de espinhos; apresentou-as, ambas, para eu escolher. Tomei a coroa de espinhos, Ele a p\u00f4s na minha cabe\u00e7a e eu a apertei com ambas as m\u00e3os; depois desapareceu e voltei a mim, sentindo uma dor veemente em torno da cabe\u00e7a. <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>No dia seguinte a minha testa e a fontes, at\u00e9 as faces estavam muito inchadas e sofria horrivelmente. Essas dores e a inflama\u00e7\u00e3o voltaram muitas vezes. N\u00e3o notei sangue em volta da cabe\u00e7a, at\u00e9 que as minhas companheiras me induziram a vestir outra touca, porque a minha j\u00e1 estava cheia de manchas vermelhas, ferrugentas. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Como Ana Catarina n\u00e3o tinha mais dote, ficaram-lhe fechadas as portas dos Conventos, segundo o pensamento dos homens. Mas Deus ajudou-a, como esperava. Clara Soentgen, a filha do organista, sendo tamb\u00e9m organista perfeita, foi de boa vontade recebida no convento das Agostinhas, em Duelmen. Soentgen, por\u00e9m declarou ent\u00e3o que deixava entrar a filha somente sob a condi\u00e7\u00e3o de que admitissem tamb\u00e9m Ana Catarina. Em consequ\u00eancia disso, entraram as duas jovens para o Convento, em 18 de Setembro de 1802.<\/p>\n<h3>A entrada no convento.<\/h3>\n<p>O tempo do noviciado foi para Ana Catarina uma verdadeira escola da cruz, porque ningu\u00e9m lhe compreendia o estado da alma. Sofria, por\u00e9m, tudo com paci\u00eancia e amor, observando conscienciosamente a regra da Ordem.<\/p>\n<p>No dia 13 de Novembro de 1803, um ano depois de come\u00e7ar o noviciado, fez os votos solenes, tornando-se esposa de Jesus. O Esposo divino cumulou-a de novas e abundantes gra\u00e7as.<\/p>\n<p><strong><em>\u00a0\u201cApesar de todas as dores e sofrimentos\u201d<\/em><\/strong>, disse ela, <strong><em>\u201cnunca estive t\u00e3o rica no cora\u00e7\u00e3o; minha alma transbordava de felicidade.<\/em><\/strong> <strong><em>Eu vivia em paz, com Deus e com todas as criaturas. <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Quando trabalhava no jardim, vinham avezinhas pousar sobre minha cabe\u00e7a e meus ombros e cant\u00e1vamos juntas os louvores de Deus. Via sempre o meu Anjo da Guarda ao meu lado e, ainda que o mau esp\u00edrito me assustasse e agredisse, n\u00e3o me podia fazer mal. <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O meu desejo do Sant\u00edssimo Sacramento era t\u00e3o irresist\u00edvel, que muitas vezes deixava de noite a minha cela, para ir rezar na Igreja, quando estava aberta; se n\u00e3o, ficava ajoelhada diante da porta ou perto do muro, mesmo no inverno ou prostrada no ch\u00e3o, com os bra\u00e7os estendidos e em \u00eaxtase. Assim me encontrava o capel\u00e3o do convento, Abb\u00e9 Lambert (sacerdote franc\u00eas, exilado da p\u00e1tria, por n\u00e3o prestar juramento exigido pela constitui\u00e7\u00e3o ateia), que tinha a caridade de vir mais cedo, para dar-me a sagrada Comunh\u00e3o. Mas, logo que se aproximava para abrir a Igreja, eu voltava a mim, indo depressa \u00e0 mesa da Comunh\u00e3o, onde achava o meu Deus e Senhor\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Com tantos Conventos, no princ\u00edpio do s\u00e9culo 19, tamb\u00e9m o Convento de Agnetenberg foi fechado a 3 de Dezembro de 1811. As piedosas freiras foram obrigadas a abandonar, uma ap\u00f3s outra, o querido mosteiro. Ana Catarina, doente e pobre, ficou at\u00e9 a primavera seguinte, quando se mudou para uma pequena casa em Duelmen.<\/p>\n<h3>A Estigmatiza\u00e7\u00e3o.<\/h3>\n<p>No outono do mesmo ano (1812), <strong><em>lhe apareceu de novo o Divino Salvador, como um jovem resplandecente e entregou-lhe um crucifixo, que ela apertou com fervor de encontro ao cora\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o lhe ficou gravado no peito um sinal da cruz, do tamanho de cerca de tr\u00eas polegadas, o qual sangrava muito, a princ\u00edpio todas as quartas-feiras, depois nas sextas-feiras, mais tarde menos frequentemente. A estigmatiza\u00e7\u00e3o deu-se-lhe poucos dias depois, a 29 de Dezembro.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nesse dia, \u00e0s 3 horas da tarde, estava deitada, com os bra\u00e7os estendidos, em \u00eaxtase, meditando na Sagrada Paix\u00e3o de Jesus. Viu ent\u00e3o, numa luz brilhante, o Salvador crucificado e sentiu um veemente desejo de sofrer com Ele. Satisfez-se-lhe esse desejo, pois sa\u00edram logo das m\u00e3os, dos p\u00e9s e do lado do Senhor raios luzidos cor de sangue, que penetraram nas m\u00e3os, nos p\u00e9s e no lado da Serva de Deus, surgindo logo gotas de sangue nos lugares das chagas.<\/em><\/strong><\/p>\n<h3>S\u00f3 se alimentava da Eucaristia.<\/h3>\n<p>Abb\u00e9 Lambert e o confessor da vidente, Pe. Limberg, viram-nas sangrar dois dias depois, mas com s\u00e1bio prop\u00f3sito fingiram n\u00e3o dar import\u00e2ncia ao fato, na presen\u00e7a da Serva de Deus. Ela mesma procurava esconder os sinais das chagas, o que lhe era f\u00e1cil, porque desde o <strong><em>dia 2 de Novembro de 1812 estava de cama, adoentada. Desde ent\u00e3o n\u00e3o p\u00f4de mais tomar alimento, a n\u00e3o ser \u00e1gua, misturada com um pouco de vinho, mais tarde s\u00f3 \u00e1gua ou, raras vezes, o suco de uma cereja ou ameixa.<\/em><\/strong> <strong><em>Assim vivia s\u00f3 da sagrada Comunh\u00e3o. <\/em><\/strong><\/p>\n<h3>O acompanhamento das autoridades.<\/h3>\n<p>Esse estado e a estigmatiza\u00e7\u00e3o tornaram-se p\u00fablicos na cidade, em Mar\u00e7o de 1813. O Vig\u00e1rio de Duelmen, Pe. Rensing, encarregou dois m\u00e9dicos, os Drs. Wesener e Krauthausen, como tamb\u00e9m o confessor, de fazerem um exame das chagas, que frequentemente sangravam. Os autos foram mandados \u00e0 autoridade diocesana de Muenster, a qual enviou o Padre.<\/p>\n<p>Clemente Augusto de Droste Vischering, mais tarde Arcebispo de Col\u00f3nia, o Don Overberg e o conselheiro medicinal Dr. Von Drueffel a Duelmen, para fazerem outra investiga\u00e7\u00e3o, que durou tr\u00eas meses. O resultado foi a confirma\u00e7\u00e3o da verdade das chagas, da virtude e tamb\u00e9m o reconhecimento do car\u00e1cter sobrenatural do estado da jovem religiosa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a autoridade secular, querendo examinar e \u201cdesmascarar a embusteira\u201d, mandou, em 1819, uma comiss\u00e3o de m\u00e9dicos e naturalistas; isolaram-na por isso em outra casa, rigorosamente observada, do dia 7 a 29 de Agosto, o que lhe causou muita humilha\u00e7\u00e3o e sofrimento; tamb\u00e9m o resultado desse exame lhe foi favor\u00e1vel.<\/p>\n<h3>O Peregrino.<\/h3>\n<p>No ano anterior, viera visit\u00e1-la pela primeira vez o poeta Clemente Brentano, recomendado pelo Don Overberg; a 17 de Setembro ele a viu pela primeira vez. Ela, por\u00e9m, j\u00e1 o tinha visto muito antes, nas vis\u00f5es e recebido ordem do C\u00e9u para comunicar-lhe tudo.<\/p>\n<p>\u201cO Peregrino\u201d, como o chamava, ficou at\u00e9 Janeiro de 1819, mas voltou de novo, para ficar com ela, no m\u00eas de Maio. Foi para Catarina um amigo fiel at\u00e9 a morte, mas a fez sofrer tamb\u00e9m \u00e0s vezes, com seu g\u00e9nio veemente.<\/p>\n<p><strong><em>Reconheceu a tarefa que lhe fora dada por Deus, de escrever as vis\u00f5es desta m\u00e1rtir privilegiada e dedicou-se a isso com cuidado consciencioso. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u201cO Peregrino\u201d escrevia durante as narra\u00e7\u00f5es, em tiras de papel, os pontos principais, que imediatamente depois copiava, completando-os de mem\u00f3ria. A c\u00f3pia, a limpo, lia \u00e0 Serva de Deus, corrigindo, acrescentando, riscando sob a direc\u00e7\u00e3o de Catarina, n\u00e3o deixando nada que n\u00e3o tivesse recebido a confirma\u00e7\u00e3o expressa de fiel interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pode-se imaginar a grande facilidade que a pr\u00e1tica di\u00e1ria, atrav\u00e9s de alguns anos, trouxe ao \u201cPeregrino\u201d para esse trabalho, dada a sua extraordin\u00e1ria intelig\u00eancia e perseveran\u00e7a, como tamb\u00e9m o fato de ver nesse servi\u00e7o uma obra santa, para a qual costumava preparar-se com ora\u00e7\u00f5es e exerc\u00edcios piedosos; assim podemos confiar que n\u00e3o lhe tenha faltado aos esfor\u00e7os o aux\u00edlio de Deus.<\/p>\n<p>O escr\u00fapulo e a consci\u00eancia com que procedia nesse trabalho, nunca lhe permitiram, durante tantos anos, resposta alguma aos que atribu\u00edam grande parte das vis\u00f5es \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o do poeta, o que equivale a dizer que, homem s\u00e9rio que era, na tarde da vida se teria dado a esse incr\u00edvel trabalho, para enganar conscientemente a si mesmo e aos outros\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEla falava geralmente baixo-alem\u00e3o, no \u00eaxtase, tamb\u00e9m o idioma mais puro; a sua narra\u00e7\u00e3o era, ora de grande singeleza, ora cheia de eleva\u00e7\u00e3o e entusiasmo. Tudo que ouvi e que, nas dadas condi\u00e7\u00f5es, s\u00f3 raras vezes e apenas em poucas palavras podia anotar, escrevia eu mais extensamente em casa, imediatamente depois.<\/p>\n<p>O Doador de todos os bens deu-me a mem\u00f3ria, a aplica\u00e7\u00e3o e eleva\u00e7\u00e3o da alma acima dos sofrimentos, que tornaram poss\u00edvel a obra, como est\u00e1. O escritor fez tudo que era poss\u00edvel e pede, nesta convic\u00e7\u00e3o, ao ben\u00e9volo leitor a esmola da ora\u00e7\u00e3o\u201d. Irm\u00e3 Ana Catarina deu tamb\u00e9m a este trabalho plena aprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando estava num profundo \u00eaxtase, a 18 de Dezembro de 1819 e Brentano lhe apresentou uma folha, com as anota\u00e7\u00f5es, disse ela:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cEstes s\u00e3o pap\u00e9is de letras luminosas. O homem (isto \u00e9, o Peregrino) n\u00e3o escreve de si mesmo; tem para isto a gra\u00e7a de Deus. Nenhum outro pode faz\u00ea-lo; \u00e9 como se ele mesmo visse\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<h3>As Vis\u00f5es da Irm\u00e3 Ana Catarina Emmerich.<\/h3>\n<p>Irm\u00e3 Ana Catarina <strong><em>viu no \u00eaxtase toda a vida e paix\u00e3o do Divino Salvador e de sua Sant\u00edssima M\u00e3e; viu os trabalhos dos Ap\u00f3stolos e a propaga\u00e7\u00e3o da Santa Igreja, muitos fatos do Velho Testamento, como tamb\u00e9m eventos futuros.<\/em><\/strong> Tocando em rel\u00edquias, geralmente via a vida, as obras e os sofrimentos dos respectivos Santos. Com certeza reconhecia e determinava as rel\u00edquias dos Santos, distinguindo em geral facilmente objectos sagrados de profanos.<\/p>\n<p>Advers\u00e1rios da Serva de Deus querem negar-lhe o car\u00e1cter sobrenatural das informa\u00e7\u00f5es recebidas durante o \u00eaxtase, alegando que Ana Catarina tirava a maior parte dos conhecimentos de livros, que antes teria lido. Mas isso n\u00e3o est\u00e1 de conformidade com o que Peregrino escreveu, em 8 de Maio de 1819.<\/p>\n<p>Ela me disse que nunca fora capaz de aproveitar coisas de livros e que sempre pensava:<\/p>\n<p>\u2014\u00a0<em>Ora, tal livro n\u00e3o h\u00e1 de fazer pecar. Tamb\u00e9m n\u00e3o p\u00f4de guardar na mem\u00f3ria coisas da Escritura Sagrada; mas tem da vida do Senhor a gra\u00e7a de tal intui\u00e7\u00e3o, que a consci\u00eancia e certeza, que disso tenho, \u00e0s vezes me fazem tremer, por manter um trato t\u00e3o familiar e simples com uma criatura de Deus t\u00e3o maravilhosa e privilegiada, como talvez n\u00e3o haja outra\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Em outra ocasi\u00e3o ela disse ao Peregrino:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cNunca tive lembran\u00e7a viva de hist\u00f3rias do Antigo Testamento ou dos Evangelhos, pois vi tudo com os meus pr\u00f3prios olhos, durante a minha vida inteira; o mesmo vejo cada ano de novo e nas mesmas circunst\u00e2ncias, ainda que \u00e0s vezes em outras cenas. Umas vezes estive naqueles lugares, no meio de espectadores, assistindo aos acontecimentos, acompanhando-os e mudando de lugar; mas n\u00e3o estive sempre no mesmo lugar, pois \u00e0s vezes fui levada para cima da cena, olhando deste modo para baixo. <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Outras coisas, principalmente os mist\u00e9rios, vi-os mais com vista interior da alma, outras em figuras separadas da cena: em todos os casos se me apresentava tudo transparente, de modo que nenhum corpo cobria o outro, nem havia confus\u00e3o\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Com todas estas grandes gra\u00e7as, Ana Catarina permanecia humilde, simples e singela como uma crian\u00e7a. Mostrava-se sempre obediente aos pais e \u00e0s superioras religiosas, como tamb\u00e9m ao confessor e director espiritual. Se lhe mandavam tomar rem\u00e9dio, consentia, apesar de prever-lhe o mau efeito. Mesmo em \u00eaxtase, obedecia imediatamente \u00e0 chamada do confessor.<\/p>\n<p>Era \u00e0 <strong><em>dolorosa Paix\u00e3o de Nosso Senhor<\/em><\/strong> que tinha uma devo\u00e7\u00e3o especial e rezava por isso muitas vezes, enquanto lhe era poss\u00edvel, a Via Sacra erigida ao longo de um caminho de quase duas l\u00e9guas, nos arredores de Coesfeld. Nos domingos fazia essa devo\u00e7\u00e3o em companhia de algumas jovens piedosas, nos dias \u00fateis a fazia muitas vezes de noite.<\/p>\n<p>Clara Soentgen, sua amiga, conta:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cMuitas vezes ela se levantava de noite, saindo furtivamente de casa e rezava descal\u00e7a a Via Sacra. Se a porta da cidade estava fechada, pulava os altos muros, para poder ir \u00e0 Via Sacra; \u00e0s vezes ca\u00eda dos muros abaixo, mas nunca se machucava\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos muitos padecimentos que sofria com paci\u00eancia e perseveran\u00e7a, exercitava-se constantemente nas mortifica\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias. J\u00e1 na inf\u00e2ncia costumava privar-se de parte do sono e da comida. Muitas horas da noite passava velando e rezando; comia e bebia o que os outros recusavam, levando as comidas melhores aos doentes e pobres, dos quais tinha muita compaix\u00e3o.<\/p>\n<p>O amor ao pr\u00f3ximo impelia-a a pedir a Deus que, por favor, lhe desse a sofrer as doen\u00e7as e dores dos outros ou que a deixasse cumprir os castigos merecidos pelos pecadores. J\u00e1 o fizera na inf\u00e2ncia e fazia-o depois de um modo muito mais intenso.<\/p>\n<p><strong><em>\u201cA tarefa principal da sua vida, escreve Clemente Brentano, era sofrer pela Igreja ou por alguns membros da mesma, cuja necessidade lhe era dada a conhecer em esp\u00edrito ou que lhe pediam a intercess\u00e3o\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ana Catarina aceitava de boa vontade tais sofrimentos e trabalhos. Muitas vezes, por\u00e9m, se tornavam estes t\u00e3o grandes e pesados, que parecia prestes a morrer. Quando um dia, quase sucumbindo ao peso das dores, pediu ao Senhor que n\u00e3o a deixasse sofrer mais do que podia suportar, apareceu-lhe o Esposo Celeste e disse:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cColoquei-te no meu leito nupcial das dores, com as gra\u00e7as dos sofrimentos, adornada com os tesouros da reconcilia\u00e7\u00e3o e com as j\u00f3ias das boas ac\u00e7\u00f5es. Deves sofrer. N\u00e3o te abandono; est\u00e1s amarrada \u00e0 videira, n\u00e3o perecer\u00e1s\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m as almas do purgat\u00f3rio se lhe dirigiam muitas vezes, pedindo-lhe socorro; e ela provava de boa vontade sua compaix\u00e3o activa. <em>\u201cFiz um contrato com meu doce Esposo do C\u00e9u\u201d<\/em>, conta ela, que cada gota de sangue, cada pulsar do cora\u00e7\u00e3o, toda a minha vida e todos os meus actos devem sempre clamar: <strong><em>\u201cAlmas queridas do purgat\u00f3rio, sa\u00fado-vos pelo doce Cora\u00e7\u00e3o de Jesus\u201d. \u201cIsso faz bem a essas infelizes e alivia-as, pois s\u00e3o t\u00e3o pacientes!\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<h3>A partida para a p\u00e1tria Celeste<\/h3>\n<p>Depois de muitos e indiz\u00edveis sofrimentos, chegou o dia da sua morte a 9 de Fevereiro de 1824. A 15 de Janeiro desse ano dissera a Serva de Deus:<\/p>\n<p><em>\u00a0\u201cNa festa de Natal o Menino Jesus me trouxe muitos sofrimentos, hoje me deu ainda maiores, dizendo\u201d:<\/em><\/p>\n<p><strong><em>\u201cTu me pertences, \u00e9s minha esposa: sofre como eu sofri; n\u00e3o perguntes porque, \u00e9 para a vida e para a morte\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ela jaz de febre, com dores reum\u00e1ticas e convuls\u00f5es, escreve ao Peregrino, mas sempre em actividade espiritual, em prol da santa Igreja e dos moribundos. O confessor pensa que ela em pouco terminar\u00e1, porque disse no \u00eaxtase, com grande serenidade <em>\u201cN\u00e3o posso aceitar outro trabalho, j\u00e1 estou pr\u00f3xima do fim\u201d<\/em>. Ela pronuncia, com voz de moribunda, s\u00f3 o nome de <strong><em>\u201cJesus\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A 27 de Janeiro recebeu a Extrema-Un\u00e7\u00e3o. Aumentaram-lhe as dores; mas repetia de vez em quando:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cAi, meu Jesus, mil vezes vos agrade\u00e7o toda a minha vida; n\u00e3o a minha vontade, mas a Vossa seja feita\u201d. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Na v\u00e9spera da morte rezou:<\/p>\n<p><em>\u201c<strong>Jesus, para V\u00f3s morro; Senhor, dou-Vos gra\u00e7as, n\u00e3o ou\u00e7o nem enxergo mais\u201d.<\/strong><\/em><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Quiseram mudar-lhe a posi\u00e7\u00e3o, para alivi\u00e1-la, mas Ana Catarina disse:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cEstou deitada na cruz; deixem-me, em pouco acabarei\u201d. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Recebeu mais uma vez a sagrada Comunh\u00e3o, a 9 de Fevereiro. Suspirando pelo Divino Esposo, rezou diversas vezes:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cOh! Senhor, socorrei-me; vinde, meu Jesus\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O confessor assistiu \u00e0 moribunda, dando-lhe muitas vezes o crucifixo para beijar e rezando preces pelos moribundos. Ela ainda lhe disse:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cAgora estou t\u00e3o sossegada; tenho tanta confian\u00e7a, como se nunca tivesse cometido pecado\u201d. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Eram justamente 8 horas da noite, quando exclamou tr\u00eas vezes, gemendo:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cOh! Senhor, socorrei-me, vinde, oh! Meu Senhor!<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p>E a alma pura voou-lhe ao encontro do Esposo Celeste, para permanecer, como esperamos confiadamente, eternamente unida com Ele, na infinita felicidade do C\u00e9u. Com grande concorr\u00eancia do povo foi sepultado o corpo da Serva de Deus, no cemit\u00e9rio de Duelmen, onde jaz ainda.<\/p>\n<h3>As autoridades Eclesi\u00e1sticas.<\/h3>\n<p>Na noite de 21 a 22 de Mar\u00e7o de 1824 foram abertos o sepulcro e o caix\u00e3o, em presen\u00e7a do prefeito da cidade e do delegado de pol\u00edcia. Viu-se que a decomposi\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o tinha come\u00e7ado.<\/p>\n<p>Uma segunda abertura do sepulcro foi feita, no dia 6 de Outubro de 1858, pela autoridade eclesi\u00e1stica.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-7685\" data-postid=\"7685\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-7685 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>9 de Fevereiro Nascimento e sua inf\u00e2ncia. 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