
{"id":7957,"date":"2019-02-22T17:17:34","date_gmt":"2019-02-22T20:17:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=7957"},"modified":"2019-02-20T08:04:10","modified_gmt":"2019-02-20T11:04:10","slug":"santa-margarida-de-cortona","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/santa-margarida-de-cortona\/","title":{"rendered":"Santa Margarida de Cortona"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/alexandrinabalasar.free.fr\/margarida_cortona_001.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>22 de Fevereiro<\/p>\n<p>A beleza do arrependimento e da penit\u00eancia pode ser admirada nessa santa medieval que, ap\u00f3s vida pecaminosa, converteu-se, tornando-se taumaturga e grande m\u00edstica<\/p>\n<p><strong><\/strong>Margarida nasceu na cidade de Laviano, diocese de Chiusi, na Toscana, em meados o s\u00e9culo XIII. De sua primeira inf\u00e2ncia, nada se sabe a n\u00e3o ser que perdeu a m\u00e3e quando tinha sete ou oito anos de idade.<\/p>\n<p>Como acontece com certa freq\u00fc\u00eancia, a madrasta que veio preencher o lugar de sua progenitora, dois anos depois de sua morte, come\u00e7ou a trat\u00e1-la mal, encontrando defeito em tudo o que ela fazia. Ora, Margarida tinha um cora\u00e7\u00e3o terno e uma natureza ardente. E n\u00e3o encontrando em casa o afeto de que necessitava, foi procur\u00e1-lo fora. Tornou-se uma formosa adolescente, cheia de gra\u00e7as e encantos. Isso constituiu sua desgra\u00e7a. Quando contava 15 anos, o filho do senhor de Montepulciano dela se enamorou e convenceu-a a ir viver com ele pecaminosamente, prometendo-lhe que futuramente haveriam de se casar.<\/p>\n<h3>Remorsos de consci\u00eancia abafados<\/h3>\n<p>Em meio ao luxo, \u00e0s festas, aos passeios, Margarida reprimia sua consci\u00eancia, que de tempos em tempos, como um aguilh\u00e3o, a torturava. Mais tarde ela dir\u00e1: <em>\u201cEm Montepulciano perdi a honra, a dignidade, a paz; perdi tudo, menos a f\u00e9\u201d.<\/em> E era essa f\u00e9 que aflorava e a fazia sonhar com outra vida muito diferente da que ent\u00e3o levava. Algumas vezes, por exemplo, vendo certos lugares recolhidos, comentava: <em>\u201cComo seria bom rezar aqui! Que lugar pr\u00f3prio para se levar uma vida penitente e solit\u00e1ria\u201d<\/em>. Mas novas j\u00f3ias, novas festas, novas promessas abafavam esses bons movimentos de seu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Certa vez em que algumas damas elogiavam sua beleza, ela respondeu profeticamente: <em>\u201cN\u00e3o fa\u00e7am caso disso. Chegar\u00e1 o dia em que voc\u00eas me tratar\u00e3o como santa e ir\u00e3o, com o bord\u00e3o na m\u00e3o, visitar meu t\u00famulo\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Assim, Margarida viveu nove anos nessa uni\u00e3o il\u00edcita, contr\u00e1ria \u00e0 Lei de Deus, quando sobreveio um acontecimento dram\u00e1tico que deveria mudar sua vida.<\/p>\n<h3>Vis\u00e3o fun\u00e9rea e gra\u00e7a da convers\u00e3o<\/h3>\n<p>Certo dia seu concubino n\u00e3o voltou para casa, e nem no dia seguinte. Aflita, Margarida viu chegar apenas a cadelinha dele, que, ganindo tristemente, a puxava pelo vestido, indicando-lhe que a seguisse. Margarida, ansiosa, seguiu o animal at\u00e9 um bosque nas imedia\u00e7\u00f5es, onde encontrou um amontoado de galhos que o animalzinho esfor\u00e7ava-se para levantar. Tirando os galhos de cima, deparou com o cad\u00e1ver de seu concubino apunhalado, envolto em sangue, e que j\u00e1 come\u00e7ava a dar os primeiros sinais de putrefa\u00e7\u00e3o. Ante essa sinistra vis\u00e3o, ela deu um grito e caiu desmaiada.<\/p>\n<p>Foi o golpe de miseric\u00f3rdia da Provid\u00eancia. Apenas voltando a si, Margarida pensou sobre o destino eterno daquele de quem fora c\u00famplice no pecado. Encheu-se de tal horror de sua exist\u00eancia pecaminosa, que, naquele momento, fez o prop\u00f3sito de mudar inteiramente de vida.<\/p>\n<h3>No lar paterno, rejeitada pela madrasta<\/h3>\n<p>Depois do enterro do infeliz jovem, Margarida vendeu tudo o que tinha, distribuiu entre os pobres e, vestida muito simplesmente de preto, retornou \u00e0 casa do pai, pedindo perd\u00e3o e abrigo. O pai comoveu-se, mas a seu lado estava a madrasta, que imediatamente exclamou: <em>\u201cOu ela ou eu!\u201d<\/em>. A porta da casa paterna foi-lhe ent\u00e3o cruelmente fechada.<\/p>\n<p>Desolada e sem saber o que fazer, sem recursos e sem resid\u00eancia, no auge da prova\u00e7\u00e3o, Margarida sentou-se num tronco \u00e0 beira do caminho. O dem\u00f4nio logo entrou em cena, tentando-a: <em>\u201cVoc\u00ea tem somente 26 anos e est\u00e1 no auge de sua formosura. Muitos outros pretendentes surgir\u00e3o. Vamos, erga a cabe\u00e7a e recomece de novo a vida de fausto e de alegria!\u201d. \u201cN\u00e3o! <\/em>\u2013\u2013 exclamou Margarida, resoluta. <em>J\u00e1 ofendi muito a Nosso Senhor, que verteu seu sangue inocente por mim. Mais vale a pena mendigar o p\u00e3o que voltar ao pecado\u201d.<\/em> Nesse momento outra voz, a da gra\u00e7a, se fez ouvir: <em>\u201cEm Cortona os filhos de S\u00e3o Francisco compadecer-se-\u00e3o de ti e dir-te-\u00e3o o que fazer\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca Cortona era uma rep\u00fablica, com administra\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma. Era pr\u00f3spera e tinha vida religiosa intensa. A pobre Margarida, sem conhecer ningu\u00e9m, procurou o convento dos frades franciscanos. Duas damas locais, Marinaria e Romeria Boscari, a encontraram e ficaram comovidas ao ver sua profunda tristeza e o sofrimento que se exprimia em seu rosto. Com bondade, perguntaram-lhe se precisava de algo. Margarida abriu-lhes a alma, contou seus pecados e sua inspira\u00e7\u00e3o de procurar os franciscanos da cidade. As duas nobres senhoras ofereceram-lhe abrigo em sua casa, e elas mesmas a apresentaram a Frei Bevegnati, var\u00e3o vener\u00e1vel por sua virtude, que depois viria a escrever a hist\u00f3ria de Margarida. Esta, entre l\u00e1grimas e suspiros, fez uma confiss\u00e3o geral t\u00e3o minuciosa, que durou oito dias. Pediu depois admiss\u00e3o na Ordem Terceira franciscana, tamb\u00e9m chamada <em>da Penit\u00eancia.<\/em><\/p>\n<h3>Radicalidade na penit\u00eancia obt\u00e9m o perd\u00e3o divino<\/h3>\n<p>Preocupada em evitar uma reca\u00edda no pecado, Margarida cortou a formosa cabeleira, que tanto orgulho lhe causara, exp\u00f4s o rosto ao sol para perder seu frescor, e examinava como reparar seu esc\u00e2ndalo. Passou a dormir no solo e a alimentar-se apenas de ervas.<\/p>\n<p>Certo domingo apareceu ela em Laviano na hora da Missa mais freq\u00fcentada, com uma corda ao pesco\u00e7o, e ali, em altas vozes, pediu perd\u00e3o a seus concidad\u00e3os pelo mau exemplo que lhes dera. Outra vez, em Cortona, Margarida fez-se arrastar com uma corda ao pesco\u00e7o pelas ruas da cidade, enquanto uma mulher gritava: <em>\u201cEis esta Margarida, que perdeu tantas almas; eis esta pecadora, que profanou tanto nossa cidade\u201d.<\/em>(1)<\/p>\n<p>No intuito de se humilhar, muito mais coisas teria feito, se a obedi\u00eancia lhe tivesse permitido.<\/p>\n<p>Margarida passava horas e horas de joelhos diante do Crucifixo, chorando por seus pecados. Seu arrependimento foi t\u00e3o profundo e sincero, que um dia o Crucificado disse-lhe: <em>\u201cTeus pecados te s\u00e3o perdoados\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Outra vez, quando em prantos meditava na Paix\u00e3o de Nosso Senhor, Este perguntou-lhe: <em>\u201cQue queres, minha pobre pecadora?\u201d.<\/em> E Margarida, num transporte de amor, respondeu: <em>\u201cSenhor Jesus, n\u00e3o quero sen\u00e3o a V\u00f3s, e n\u00e3o procuro sen\u00e3o a V\u00f3s\u201d.<\/em>(2)<\/p>\n<h3>Participa\u00e7\u00e3o na Paix\u00e3o do Divino Redentor<\/h3>\n<p>Em pouco tempo Margarida passou a ser visitada por elevadas gra\u00e7as m\u00edsticas. Narra seu confessor e bi\u00f3grafo: <em>\u201cPediu-me que n\u00e3o me ausentasse do convento, porque Deus lhe preparava algo extraordin\u00e1rio. Depois da Missa conventual, ela foi arrebatada em esp\u00edrito. \u00c0 sua vista desenrolou-se o drama da Paix\u00e3o. Viu o Salvador vendido pelo beijo de Judas, negado por S\u00e3o Pedro, abandonado pelos Ap\u00f3stolos, insultado pelos pretorianos. Ouviu os golpes dos a\u00e7oites, os gritos do populacho, o ru\u00eddo do martelo quando Lhe cravavam m\u00e3os e p\u00e9s. Explicou-me as cenas da Paix\u00e3o, sem conhecer a presen\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o de Cortona, que havia vindo para presenciar t\u00e3o extraordin\u00e1rio fato. Tinha os bra\u00e7os em cruz, e as contra\u00e7\u00f5es de seu rosto refletiam a viol\u00eancia de suas emo\u00e7\u00f5es. \u00c0 mesma hora em que expirou a v\u00edtima do Calv\u00e1rio, inclinou a cabe\u00e7a e pareceu tamb\u00e9m que ela expirava. Os que estavam presentes n\u00e3o cessavam de solu\u00e7ar\u201d.<\/em>(3)<\/p>\n<p>Outra vez, acabrunhada pelo peso das tenta\u00e7\u00f5es, gemia aos p\u00e9s do Crucifixo. Disse-lhe Nosso Senhor: <em>\u201cTem \u00e2nimo, minha filha, por mais violentos que sejam os esfor\u00e7os do dem\u00f4nio, pois Eu estou contigo no combate, e sempre sair\u00e1s vitoriosa. S\u00ea fiel a todos os conselhos do teu diretor; confia cada dia mais e mais em minha bondade, desconfia de ti mesma, e com o socorro de minha gra\u00e7a triunfar\u00e1s do inimigo\u201d.<\/em>(4)<\/p>\n<p>De v\u00e1rios lugares, desde Roma at\u00e9 a Espanha, vinham pessoas ver a que se tornou <em>\u201ca taumaturga de Cortona\u201d,<\/em> pela fama dos milagres por ela operados. Pedia-se, por sua media\u00e7\u00e3o, a convers\u00e3o de pecadores, a cura de enfermos, a libera\u00e7\u00e3o de endemoniados.<\/p>\n<p>Foi gra\u00e7as a Margarida que os g\u00fcelfos, partid\u00e1rios dos Papas, fizeram as pazes com os gibelinos, partid\u00e1rios do Imperador alem\u00e3o, depois que ela, por ordem de Deus, correu pelas ruas de Cortona gritando: <em>\u201cCortonenses, fazei penit\u00eancia e reconciliai-vos com vossos inimigos\u201d.<\/em> Nosso Senhor afirmou lhe nessa ocasi\u00e3o: <em>\u201cCortona merecia ser castigada, mas, pelo amor que te tem, Eu a perdoarei\u201d.<\/em>(5)<\/p>\n<p>O Divino Salvador tamb\u00e9m fez-lhe o seguinte elogio: <em>\u201cTu \u00e9s a terceira luz dada \u00e0 Ordem de meu bem-amado Francisco. Ele foi a primeira, entre os Frades Menores; Clara foi a segunda, entre as monjas; tu \u00e9s a terceira, na Ordem da penit\u00eancia.<\/em><\/p>\n<h3>Corpo incorrupto por mais de 700 anos<\/h3>\n<p>Com esmolas recebidas Margarida fundou o <em>Hospital de Santa Maria da Miseric\u00f3rdia,<\/em> para cuidar dos pobres da cidade, a cargo de suas irm\u00e3s da Ordem Terceira Franciscana reunidas em uma Congrega\u00e7\u00e3o por ela fundada, a das <em>Poverelle.<\/em><\/p>\n<p>Muitos milagres, que o limite deste artigo n\u00e3o permite transcrever, foram operados por intercess\u00e3o da penitente de Cortona, falecida aos 48 anos, no dia 22 de fevereiro de 1297. Seu corpo, transcorridos mais de 700 anos de sua morte, continua incorrupto. Ele pode ser visto num relic\u00e1rio de cristal, exposto na Bas\u00edlica dedicada \u00e0 sua honra, em Cortona.(7)<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm1.static.flickr.com\/179\/386834990_09d33bd6cd.jpg\" alt=\"Cortona 1 por davidshort.\" width=\"500\" height=\"333\" \/><\/p>\n<p>St Margaret&#8217;s Basilica, Cortona.\u00a0<\/p>\n<p><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.oremosjuntos.com\/Santa_Margarita_de_Cortona_3.jpg\" border=\"0\" alt=\"Santa Margarita de Cortona, Incorrupta\" width=\"300\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.oremosjuntos.com\/Santa_Margarita_de_Cortona_inco2.jpg\" border=\"0\" alt=\"Santa Margarita de Cortona, Incorrupta\" width=\"600\" height=\"429\" \/><\/a><\/p>\n<p><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.oremosjuntos.com\/Santa_Margarita_de_Cortona_inco1.jpg\" border=\"0\" alt=\"Santa Margarita de Cortona, Incorrupta\" width=\"700\" height=\"364\" \/><\/a><\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-7957\" data-postid=\"7957\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-7957 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>22 de Fevereiro A beleza do arrependimento e da penit\u00eancia pode ser admirada nessa santa medieval que, ap\u00f3s vida pecaminosa, converteu-se, tornando-se taumaturga e grande m\u00edstica Margarida nasceu na cidade de Laviano, diocese de Chiusi, na Toscana, em meados o s\u00e9culo XIII. 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