
{"id":9430,"date":"2010-05-12T21:25:38","date_gmt":"2010-05-13T00:25:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=9430"},"modified":"2010-05-13T08:47:37","modified_gmt":"2010-05-13T11:47:37","slug":"maternidade-e-humanidade-uma-historia-inseparavel-maria-clara-lucchetti-bingemer-adital-o-dia-das-maes-comemorado-no-ultimo-domingo-nos-trouxe-o-desejo-de-refletir-sobre-a-maternidade-seu-mi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/maternidade-e-humanidade-uma-historia-inseparavel-maria-clara-lucchetti-bingemer-adital-o-dia-das-maes-comemorado-no-ultimo-domingo-nos-trouxe-o-desejo-de-refletir-sobre-a-maternidade-seu-mi\/","title":{"rendered":"Maternidade e humanidade: uma hist\u00f3ria insepar\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer<\/p>\n<p>O Dia das M\u00e3es, comemorado no \u00faltimo domingo, nos trouxe o desejo de refletir sobre a maternidade, seu mist\u00e9rio, sua beleza. Depois do Natal, trata-se da festa mais celebrada e, por isso, mais esperada pelo com\u00e9rcio. Mais que os pais, que as crian\u00e7as, que qualquer outro pretexto ou data ou efem\u00e9ride, as m\u00e3es s\u00e3o celebradas e comemoradas e presenteadas, revelando bem claramente a import\u00e2ncia que lhes \u00e9 dada n\u00e3o s\u00f3 pelos filhos, mas pela sociedade em geral.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, quando e como nasceu o Dia das M\u00e3es? Como \u00e9 a hist\u00f3ria do nascimento no calend\u00e1rio humano desta festa que hoje se imp\u00f4s como acontecimento obrigat\u00f3rio na maioria dos pa\u00edses do mundo? Quando e por que as m\u00e3es come\u00e7aram a ter um &#8220;dia&#8221; especial para ver sua maternidade celebrada e festejada?<\/p>\n<p>As primeiras celebra\u00e7\u00f5es do Dia das M\u00e3es remontam \u00e0 antiga Gr\u00e9cia, onde era cultuada a deusa Rea, a m\u00e3e dos deuses Zeus, Poseid\u00f3n e Hades. Essa comemora\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m coincidia com a chegada da primavera. Sendo a religi\u00e3o dos gregos, como em geral as religi\u00f5es antigas, regulada de acordo com os ciclos da natureza, a Primavera significava a chegada da vida ap\u00f3s a &#8220;morte&#8221; trazida pelo frio e pelo gelo do inverno. As \u00e1rvores nuas e secas recome\u00e7avam a reverdecer e florescer, a natureza inteira despertava do sono onde estava mergulhada e renascia. Rea ent\u00e3o era celebrada e louvada como aquela que, sendo m\u00e3e dos principais deuses do Olimpo -Zeus, deus do c\u00e9u e do trov\u00e3o; Poseid\u00f3n, deus do mar e dos terremotos; Hades, deus da morte e do mundo invis\u00edvel- era m\u00e3e de toda a realidade criada.<\/p>\n<p>Os povos antigos realizavam uma adora\u00e7\u00e3o formal \u00e0 m\u00e3e com cerim\u00f4nias a Rea ou a Cibeles, outro nome invocado para personificar a terra f\u00e9rtil, assim como Gea. Cibeles era uma deusa das cavernas e das montanhas, muralhas e fortalezas, da Natureza e dos animais. Era, assim, uma divindade de vida, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o. E comandava, em toda a realidade onde vivia a humanidade, o processo da vida que vencia a morte.<\/p>\n<p>Os romanos retomaram esse costume grego e chamaram esta celebra\u00e7\u00e3o a Hil\u00e1ria, situando-a nos &#8220;idos de mar\u00e7o&#8221;, \u00e9poca em que no hemisf\u00e9rio norte a primavera come\u00e7ava a despontar e recriar a natureza adormecida pelo frio invernal.<\/p>\n<p>O cristianismo, que j\u00e1 nasceu dentro das culturas onde anunciou o evangelho, tomou essas festas existentes e transformou estas celebra\u00e7\u00f5es, colocando ao centro a figura de Maria de Nazar\u00e9, m\u00e3e de Jesus. Em alguns pa\u00edses cat\u00f3licos, como o Panam\u00e1, o Dia das M\u00e3es \u00e9 celebrado n\u00e3o no primeiro quartel do ano, ou em maio, m\u00eas de Maria, mas no dia 8 de Dezembro, que \u00e9 tamb\u00e9m e simultaneamente a festa da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o de Maria.<\/p>\n<p>Com o processo de seculariza\u00e7\u00e3o, quando as festas religiosas v\u00e3o perdendo sua for\u00e7a configuradora do tempo e do espa\u00e7o e j\u00e1 n\u00e3o comandam mais o calend\u00e1rio e as esta\u00e7\u00f5es, encontramos uma origem do Dia das m\u00e3es mais perto de n\u00f3s, no s\u00e9culo XX, com um motivo muito afetivo e real.<\/p>\n<p>Uma jovem norteamericana, Anna Jarvis, perdeu sua m\u00e3e e entrou em profunda depress\u00e3o. Preocupadas com o profundo sofrimento da jovem, algumas de suas amigas decidiram oferecer-lhe uma festa para perpetuar a mem\u00f3ria da falecida. Annie, agradecida, quis que essa homenagem fosse n\u00e3o apenas para sua m\u00e3e, mas que pudesse ser estendida a todas as m\u00e3es, vivas ou mortas.<\/p>\n<p>A comemora\u00e7\u00e3o foi ganhando adeptos e se alastrou pelos Estados Unidos at\u00e9 que em 1914 a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de maio.<\/p>\n<p>No Brasil, em 1932 o ent\u00e3o presidente Get\u00falio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. E em 1947 o Cardeal Dom Jaime de Barros C\u00e2mara, do Rio de Janeiro, determinou que a data fizesse parte tamb\u00e9m do calend\u00e1rio oficial da Igreja Cat\u00f3lica.<\/p>\n<p>Como vemos, na esfera do sagrado e do profano, no c\u00e9u ou na terra, na antiguidade ou na atualidade, a maternidade foi e \u00e9 sempre algo que a humanidade entendeu dever louvar, comemorar, celebrar.<\/p>\n<p>Nem poderia ser de outra maneira. Poucas coisas h\u00e1 t\u00e3o importantes para um ser humano como o ventre que o gerou e o trouxe \u00e0 vida e \u00e0 luz. Todas as certezas podem ruir. Sempre restar\u00e1 uma: a de ter sido gestado e parido do ventre de uma mulher. Por isso culturas como a judaica, por exemplo, veem na m\u00e3e a seguran\u00e7a de perten\u00e7a ao povo. \u00c9 judeu quem \u00e9 filho de m\u00e3e judia. E no Brasil a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura come\u00e7a pelos ventres das africanas que, ainda que escravas, t\u00eam um &#8220;ventre livre&#8221;, capaz de parir filhos alforriados j\u00e1 ao nascer, sobre quem j\u00e1 n\u00e3o pesam as cadeias e o jugo terr\u00edveis que dizimaram gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ventre que gera, abriga, d\u00e1 \u00e0 luz. Peitos que alimentam, aconchegam, aninham. M\u00e3os que acariciam, lavam, penteiam, fazem dormir. Olhos que riem e choram ao ritmo da vida de outro; cora\u00e7\u00e3o que gerou o bater de outro cora\u00e7\u00e3o e bater\u00e1 toda a vida n\u00e3o mais ao pr\u00f3prio ritmo, mas no ritmo outro que alterar\u00e1 o seu.<\/p>\n<p>A maternidade \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o de possibilidade de que a humanidade continue existindo. \u00c9 a prova cabal e indubit\u00e1vel de que, por mais rigoroso e cruel que seja o inverno, a primavera est\u00e1 sempre \u00e0 espreita em algum ventre gr\u00e1vido, derramando-se morna e branca de dois seios t\u00fargidos e repletos.<\/p>\n<p>Bem sabiam os antigos ao celebrar a deusa Rea ou Cibeles. \u00c9 digno e justo louvar a maternidade de todas as m\u00e3es havidas e por haver, pois nelas, por elas e gra\u00e7as a elas, a hist\u00f3ria da humanidade continua a ser uma hist\u00f3ria onde a vida sai sempre vitoriosa de todas as contendas.<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-9430\" data-postid=\"9430\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-9430 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Clara Lucchetti Bingemer O Dia das M\u00e3es, comemorado no \u00faltimo domingo, nos trouxe o desejo de refletir sobre a maternidade, seu mist\u00e9rio, sua beleza. 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