
{"id":9588,"date":"2016-06-01T00:30:49","date_gmt":"2016-06-01T03:30:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/?p=9588"},"modified":"2016-06-03T16:27:37","modified_gmt":"2016-06-03T19:27:37","slug":"santo-anibal-maria-di-francia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/santo-anibal-maria-di-francia\/","title":{"rendered":"Santo An\u00edbal Maria di Francia"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-73425\" src=\"http:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/Santo-Anibal-Maria-di-Francia.jpg\" alt=\"Santo An\u00edbal Maria di Francia\" width=\"209\" height=\"299\" srcset=\"https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/Santo-Anibal-Maria-di-Francia.jpg 474w, https:\/\/www.oarcanjo.net\/site\/wp-content\/uploads\/Santo-Anibal-Maria-di-Francia-209x300.jpg 209w\" sizes=\"(max-width: 209px) 100vw, 209px\" \/><\/p>\n<p>1 de Junho<\/p>\n<p>Fundou duas Congrega\u00e7\u00f5es religiosas:<br \/>\nFilhas do Divino Zelo e os Rogacionistas do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus<\/p>\n<p>Filho de nobres da aristocracia siciliana, An\u00edbal Maria di Francia nasceu na cidade italiana de Messina no dia 5 de julho de 1851.<\/p>\n<p>Terceiro de quatro filhos, aos quinze meses ficou \u00f3rf\u00e3o de pai. A dura experi\u00eancia de n\u00e3o conviver com a figura paterna desenvolveu-lhe um especial amor e compreens\u00e3o \u00e0s necessidades das crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s, pobres e abandonadas. Para elas dedicou toda a sua vida de apostolado e por elas nunca deixou de ser um simples padre, embora as oportunidades no clero n\u00e3o lhe faltassem.<\/p>\n<p>Aos dezoito anos recebeu o forte chamado \u00e0 vida religiosa e ordenou-se sacerdote em 1878. O contato com o terr\u00edvel mundo dos miser\u00e1veis e pobres deu-se poucos meses antes de sua consagra\u00e7\u00e3o, quando conheceu a Casa de Avignon, o pior e mais esquecido local da cidade. Local que depois se tornou o campo de atua\u00e7\u00e3o do seu minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Nele realizou o que definiu como o &#8220;esp\u00edrito da dupla caridade: evangeliza\u00e7\u00e3o e socorro aos pobres&#8221;, iniciando a cria\u00e7\u00e3o dos Orfanatos Antonianos, masculinos e femininos, colocados sob a guarda de santo Ant\u00f4nio de P\u00e1dua. Para mant\u00ea-los, n\u00e3o teve d\u00favidas, tornou-se mendicante, indo de porta em porta pedir subs\u00eddios. Depois desenvolveu a devo\u00e7\u00e3o do &#8220;p\u00e3o de santo Ant\u00f4nio&#8221;, respons\u00e1vel, por muito tempo, pela sustenta\u00e7\u00e3o de suas obras.<\/p>\n<p>Os milh\u00f5es e milh\u00f5es de pessoas ainda n\u00e3o-evangelizadas eram um pensamento constante que o consumia. Pregando ao Esp\u00edrito Santo, encontrou a luz para essa inquieta\u00e7\u00e3o no pr\u00f3prio Senhor Jesus, que disse: &#8220;Rogai ao Senhor da messe, para que envie trabalhadores para sua messe&#8221;. Assim inspirado, fundou duas congrega\u00e7\u00f5es religiosas: as Filhas do Divino Zelo, em 1887, e, dez anos depois, os Rogacionistas do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/p>\n<p>Dizia freq\u00fcentemente que a Igreja, para realizar a sua miss\u00e3o, tem necessidade de sacerdotes, numerosos e santos, segundo o Cora\u00e7\u00e3o de Jesus. Padre An\u00edbal viveu por esta grande causa, com fama de santidade, em meio aos mais necessitados e abandonados. Al\u00e9m disso, deu uma aten\u00e7\u00e3o concreta \u00e0s necessidades espirituais e materiais dos sacerdotes.<\/p>\n<p>Amado e respeitado por todos, foi reconhecido como o &#8220;Pai dos \u00f3rf\u00e3os e pobres&#8221;, at\u00e9 morrer, no dia 1o de junho de 1927. O seu corpo foi sepultado no Templo da Roga\u00e7\u00e3o Evang\u00e9lica do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus e Santu\u00e1rio de Santo Antonio de P\u00e1dua, fundado por ele em 1926, em Messina.<\/p>\n<p>O papa Jo\u00e3o Paulo II proclamou santo o padre An\u00edbal Maria di Francia, marcou sua celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica para o dia de seu tr\u00e2nsito e o definiu como o &#8220;ap\u00f3stolo da moderna pastoral vocacional&#8221; em 2004.<\/p>\n<p>Dois santos, uma mensagem para a It\u00e1lia e para o mundo<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"60%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"100%\"><span style=\"font-size: xx-small; color: #303030; font-family: Arial;\"><strong>An\u00edbal Maria Di Francia e Dom Lu\u00eds Orione<\/strong><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>de padre Flavio Peloso<br \/>\n<\/strong><em>postulador-geral da Pequena Obra da Divina Provid\u00eancia<\/em><\/p>\n<table style=\"height: 138px;\" border=\"0\" width=\"45\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table border=\"0\" width=\"1%\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" bgcolor=\"#eeeeee\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"100%\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<td rowspan=\"2\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>O <\/strong>que fez com que Dom Orione e padre An\u00edbal se encontrassem foi o terr\u00edvel terremoto que, \u00e0s 5h20 da manh\u00e3 de 28 de dezembro de 1908, sacudindo a terra por 37 segundos, deixou cerca de 80 mil mortos entre os destro\u00e7os das cidades italianas de R\u00e9gio Cal\u00e1bria e Messina.<br \/>\nEm Messina, a cidade da dor, o padre vindo do norte encontrou o c\u00f4nego An\u00edbal Maria Di Francia para, juntos, escreveram uma das mais gloriosas p\u00e1ginas da tr\u00e1gica hist\u00f3ria de Messina: l\u00e1, salvaram muitas pessoas do desespero, deram um futuro a uma multid\u00e3o de \u00f3rf\u00e3os, organizaram a solidariedade de tantas pessoas generosas provenientes de toda a It\u00e1lia. Dom Orione, depois nomeado vig\u00e1rio-geral da diocese por sugest\u00e3o expressa do Papa, encontrou resist\u00eancias, adversidades; chegou at\u00e9 a sofrer um atentado. A seu lado, como um anjo da guarda, a aconselh\u00e1-lo e defend\u00ea-lo das m\u00e1s inten\u00e7\u00f5es de aproveitadores indig\u00adnos, estava sempre padre An\u00edbal. Dos escombros do desastroso terremoto, lan\u00e7aram uma ponte de solidariedade entre o norte e o sul da It\u00e1lia.<br \/>\nA unidade da It\u00e1lia &#8211; ainda t\u00e3o fr\u00e1gil e contestada tanto no Norte quanto no Sul no tempo de nossos dois protagonistas &#8211; foi feita tamb\u00e9m por santos como padre An\u00edbal Di Francia e padre Lu\u00eds Orione. Massimo d\u2019Azeglio deixou em todos os livros de hist\u00f3ria da It\u00e1lia uma m\u00e1xima que pronunciou no dia seguinte \u00e0 unifica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds: \u201cA It\u00e1lia est\u00e1 feita, agora devemos fazer os italianos\u201d. Para dizer a verdade, a It\u00e1lia j\u00e1 estava feita, e os italianos tamb\u00e9m. Mas, no tempo de padre An\u00edbal e Dom Orione, a It\u00e1lia ainda estava profundamente dividida: isso \u00e9 preciso reconhecer. N\u00e3o haviam sido suficientes os inescrupulosos comandantes de armas, ao estilo de Garibaldi; n\u00e3o fora suficiente a a\u00e7\u00e3o de h\u00e1beis artes\u00e3os da pol\u00edtica, como Cavour e Giolitti; n\u00e3o tivera influ\u00eancia profunda a consciente opera\u00e7\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o nacional constru\u00edda em torno da monarquia dos Sav\u00f3ia e de outros s\u00edmbolos coletivos; muito menos haviam sido determinantes os interesses econ\u00f4micos que, por sua natureza, s\u00e3o elitistas.<br \/>\nO que faltava para que se fizesse a unidade era a fraternidade, verdadeiro e insubstitu\u00edvel fundamento da unidade. Uma fraternidade n\u00e3o idealista ou pietista, mas conjugada ao respeito pelas culturas, \u00e0 solidariedade e \u00e0 paci\u00eancia em primeiro lugar e, em seguida, \u00e0 promo\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as. E poucos eventos contribu\u00edram tanto para estimular essa fraternidade na It\u00e1lia nos primeiros anos do s\u00e9culo XX quanto a dor padecida pelo povo das regi\u00f5es da Cal\u00e1bria e da Sic\u00edlia com o terremoto de 1908, e a solidariedade expressada por pessoas generosas provenientes de toda a It\u00e1lia entre as ru\u00ednas daqueles vilarejos. Em R\u00e9gio Cal\u00e1bria e em Messina, nos anos que se seguiram ao terremoto, falavam-se todos os dialetos da It\u00e1lia, ao lado do italiano elegante e culto dos v\u00e1rios Tommaso Gallarati Scotti, Aiace Alfieri, Gabriella Spalletti Rasponi, Zileri Dal Verme, Gina e Bice Tincani e outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: xx-small; color: #303030; font-family: Arial;\"><strong>Messina, atingida pelo terremoto de 1908<\/strong><\/span><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"1%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\"><\/td>\n<td>\n<table border=\"0\" width=\"1%\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" bgcolor=\"#eeeeee\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"100%\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>A unidade da It\u00e1lia foi feita tamb\u00e9m por homens como Dom Orione, que funda uma congrega\u00e7\u00e3o, deixa tudo, inclusive os preconceitos populares e sociol\u00f3gicos que alimentavam um absurdo racismo entre o Norte e o Sul, desce do Piemonte para a Sic\u00edlia e, l\u00e1, permanece por tr\u00eas anos; sofre em sua pele os preconceitos que tamb\u00e9m est\u00e3o presentes no mundo cat\u00f3lico e no clero, mas ama aquele povo e d\u00e1 um testemunho de fraternidade que permanecer\u00e1 indel\u00e9vel. A unidade da It\u00e1lia foi feita tamb\u00e9m por padre An\u00edbal Di Francia, que, por uma superior sintonia espiritual, estreita amizade com aquele \u201cpadre setentrional\u201d, aconselha-o e o defende, mesmo ao custo de ser tratado como um estranho por seus pr\u00f3prios concidad\u00e3os, e, surpreendentemente, empresta uma enorme soma \u00e0quele pobre padre do norte, para que compre uma casa em Br\u00e1, naquela regi\u00e3o do Piemonte que ainda era vista como usurpadora e aproveitadora na Sic\u00edlia.<br \/>\nCertamente, a hist\u00f3ria da It\u00e1lia na Idade Contempor\u00e2nea recebeu uma contribui\u00e7\u00e3o not\u00e1vel do testemunho de padre An\u00edbal Di Francia e de padre Lu\u00eds Orione, unidos pelo terremoto e pela santidade. Com sua amizade e seu servi\u00e7o, mostraram que a fraternidade, premissa de toda e qualquer unidade social verdadeira e duradoura, tem suas ra\u00edzes na superior paternidade de Deus, que os dois santos adoraram em sua alma e amaram nos irm\u00e3os.<\/p>\n<p>Uma carta in\u00e9dita do c\u00d4nego Di Francia a Dom Orione<\/p>\n<p>I.M.I. Sava, 18.9.1909<\/p>\n<p><em>Meu estimad\u00edssimo P. Orione,<\/em><br \/>\n<em>Recebi com grande alegria, por interm\u00e9dio do car\u00edssimo C\u00f4n. Vitale, que veio a Oria, a not\u00edcia de que V. Rev.\u00aa assumiu, na nossa aus\u00eancia, a Dire\u00e7\u00e3o dos nossos Institutos!<\/em><br \/>\n<em>A partir deste momento, portanto, estamos todos sujeitos a sua s\u00e1bia Dire\u00e7\u00e3o, e V. Rev.\u00aa \u00e9 proclamado nosso Diretor-Geral. Abrace em seu cora\u00e7\u00e3o apost\u00f3lico esta outra Obra como sua, e impulsione-a no caminho de sua dupla finalidade, religiosa e beneficente, mediante suas ora\u00e7\u00f5es ardentes, seus conselhos, suas instru\u00e7\u00f5es e suas ordens. Todos e todas, de todas as casas, estamos prontos, com a ajuda do Senhor, para a sua Obedi\u00eancia. Espero agora que o Cora\u00e7\u00e3o Sant\u00edssimo de Jesus queira conceder-nos as gra\u00e7as que minha indignidade n\u00e3o p\u00f4de obter, e traga reparo a tantos e tantos males que produzi&#8230;<\/em><br \/>\n<em>Apresento a V. Rev.\u00aa, ao lado de todo o pessoal de nossas sete casas diminutas, o sagrado Estandarte sobre o qual est\u00e1 escrito: \u201cRogate ergo Dominum messis ut mittat Operarios in messem suam\u201d. Essa Palavra Divina sa\u00edda do Divino Zelo, no qual est\u00e1 contido um grande segredo de salva\u00e7\u00e3o para a Igreja e para a Sociedade, V. Rev.\u00aa a co\u00adlha da boca ador\u00e1vel do Redentor Divino, como n\u00f3s a colhemos e imprimimos em nossos cora\u00e7\u00f5es para formar a partir dela uma sant\u00edssima miss\u00e3o; e que dela se fa\u00e7a Ap\u00f3stolo e pregoeiro.<\/em><br \/>\n<em>Estou em Sava, a 10 quil\u00f4metros de Oria, onde v\u00e1rias pessoas fervem e trabalham para formar uma Casa das nossas Irm\u00e3s.<\/em><br \/>\n<em>Pe\u00e7o-lhe a S. B\u00ean\u00e7\u00e3o, beijo-lhe as m\u00e3os, e me reafirmo:<\/em><\/p>\n<p>Seu humil\u00edssimo servo<br \/>\nC\u00f4n. M. A. Di Francia<\/p>\n<p>Um escrito\u00a0 de Dom Orione<\/p>\n<p><em>Os sicilianos, quando eu falava ao Papa [Pio X], tinham Santos aut\u00eanticos. Havia um Santo: o C\u00f4nego Di Francia, que aqui esteve [em Tortona] e tamb\u00e9m em Vila Moffa, pregando os Exerc\u00edcios Espirituais aos Sacerdotes e aos Cl\u00e9rigos. Trabalha-se agora em sua causa de Beatifica\u00e7\u00e3o.<\/em><br \/>\n<em>Se eu comprei a Moffa, pude faz\u00ea-lo porque esse C\u00f4nego veio em meu aux\u00edlio. Comprei Moffa quando ainda estava em Messina. Moffa custou 12 ou 17 mil liras, n\u00e3o me lembro bem. Mudaram os tempos e o valor da moeda. Faltavam-me ainda 5 mil liras, que me foram emprestadas pelo C\u00f4nego Di Francia e depois devolvidas. Pensem no que era isso para um piemont\u00eas que vivia em Messina! Dizer \u201cpiemont\u00eas\u201d e dizer inimigo da Santa Igreja, naquela \u00e9poca, era a mesma coisa. Naquela \u00e9poca, e ao menos durante algumas dezenas de anos depois, dizer piemont\u00eas era como dizer inimigo do Papa, pois o movimento revolucion\u00e1rio contra o Papa come\u00e7ara no Piemonte, em Turim.<\/em><br \/>\n<em>E depois o C\u00f4nego Di Francia foi da Sic\u00edlia at\u00e9 Moffa para pregar os Exerc\u00edcios, e me disse uma coisa. Mas isso eu n\u00e3o lhes digo. [Todos prestam aten\u00e7\u00e3o para ver se ele dir\u00e1. Dom Orione p\u00e1ra um momento para pensar e depois, sorrindo, pergunta] Ent\u00e3o, nenhum de voc\u00eas estava em Moffa? [Respondem que n\u00e3o] Ah, ent\u00e3o eu posso lhes dizer. Ele me disse: \u201cTome cuidado, pois aqui h\u00e1 uns malandros que fingem ter piedade, que fingem uma voca\u00e7\u00e3o que n\u00e3o t\u00eam: n\u00e3o confie muito nos pesco\u00e7os tortos. Quanto mais tiverem o pesco\u00e7o torto, menos se pode confiar\u201d. Esse foi o lembrete que aquele Santo me deu: n\u00e3o confie nos pesco\u00e7os tortos.<\/em><\/p>\n<p>Tortona, ap\u00f3s a leitura do Martirol\u00f3gio, em 4 de fevereiro de 1940<\/p>\n<div id=\"themify_builder_content-9588\" data-postid=\"9588\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-9588 themify_builder themify_builder_front\">\n\t<\/div>\n<!-- \/themify_builder_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 de Junho Fundou duas Congrega\u00e7\u00f5es religiosas: Filhas do Divino Zelo e os Rogacionistas do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus Filho de nobres da aristocracia siciliana, An\u00edbal Maria di Francia nasceu na cidade italiana de Messina no dia 5 de julho de 1851. Terceiro de quatro filhos, aos quinze meses ficou \u00f3rf\u00e3o de pai. 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